Sobre a origem linha

Linha do Tempo : Origem da Biologia 1866 1809 1960 1996 Aristóteles elabora uma classificação do mundo animal. Ao cruzar ervilhas, o monge Gregor Mendel desvenda as leis da hereditariedade. Seu trabalho só seria reconhecido décadas depois. O inglês Charles Lyell populariza a A informação sobre o ranking que ocupa a empresa ORIGEM NA LINHA, LDA tem origem na informação financeira da base de dados da . INFORMA D & B (SERVIÇOS DE GESTÃO DE EMPRESAS), SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA.. Em baixo, disponibilizamos a seguinte informação da empresa. ORIGEM NA LINHA, LDA: dados gerais, dados comerciais e posição nos diferentes rankings. Dia 2 de setembro, pelas 22h10, o canal AMC estreia a série ‘A Linha Invisível’, um drama de época dirigido pelo prestigiado realizador Mariano Barroso que aborda a origem do caminho de dor e vingança perpetrado pelo grupo terrorista ETA, iniciado em 1968 quando a organização transpôs “a linha invisível” ao levar a cabo o seu primeiro assassinato. A Origem do Chamamé Posted by: Linha Campeira Posted on 5 de abril de 2020 5 de maio de 2020 Posted in: chamame , chamame correntino , danças , ritmos gauchos O chamamé ou chamame, é um estilo musical e dança que tem por origem a tribo indígena Kaiguá, que fica na região fronteiriça entre o Brasil e Argentina, na província de Corrientes. A etimologia (estudo da origem das palavras) pode ajudar a tornar o estudo das escrituras mais significativo. Tive um exemplo disso estudando o sonho de Leí em 1 Néfi 8 no Livro de Mórmon. Neste capítulo lemos que Leí sonhou que estava em um campo largo e espaçoso que representava o mundo (1 Néfi 8:20). ORIGEM DO NOME: O nome “Oboé” vem do nome francês haut bois, que significa madeira alta, devido ao seu registro agudo.Embora a pronúncia atual de haut bois se assemelhe a “oboá”, até o século XVII à pronúncia era “Oboé”. Como o instrumento já havia se espalhado pelo mundo quando esta mudança ocorreu, o nome permaneceu assim em português e em algumas outras línguas. A construção de uma linha do tempo gigante pode ser tema de um projeto e envolver os alunos nos estudos sobre a origem da Terra, da vida e de sua evolução no planeta. A idéia básica é propor a construção de uma linha do tempo de 100 m de comprimento, montada como um varal no pátio da escola.

A destruição do tecido industrial brasileiro

2020.09.15 06:37 Hike16 A destruição do tecido industrial brasileiro

Olá, camaradas, quero contribuir para esse sub com um texto que eu e uns camaradas escrevemos, pois acreditamos que os comunistas precisam ter mais acúmulo sobre o desenvolvimento das forças produtivas mas sem que isso se confunda com um desenvolvimentismo cretino. Estamo abertos ao debate, com críticas e apontamentos. Abraços!
Parte I – a importância da indústria
Modos de produção (e reprodução) da vida social são uma unidade de dois aspectos: relações de produção e forças produtivas. A esquerda brasileira em geral costuma com toda a justeza denunciar e almejar uma mudança quase que exclusivamente no primeiro. Cabe perceber que da mesma forma que as relações sociais capitalistas jamais teriam se generalizado se não houvesse o advento histórico da grande indústria de transformação, não pode haver relações de produção plenamente socialistas sem uma correspondente base material muito avançada.
Nesse sentido, quando olhamos o Brasil, vemos vários problemas na produção econômica em solo nacional. No que se relaciona mais diretamente com as relações de produção, vemos uma péssima distribuição da renda nacional, com um índice GINI – que busca esboçar a desigualdade em uma escala de 0 a 1, sendo 1 o mais desigual – de aproximadamente 0,53. Cabe ressaltar que, em países vizinhos, apesar da pobreza, o índice é menor, como é o caso da Colômbia (0,50), Uruguai (0,39), Bolívia (0,42) e Cuba (0,38). No tocante às forças produtivas, estas não são nem um pouco abundantes em termos relativos à população. Hoje, nosso PIB per capita fica na faixa dos 9 mil dólares anuais por pessoa, tendo tido o pico de 13 mil, em 2011. Não é um valor pequeno, de forma alguma, como se verifica em outros países muito mais assolados pelo rapinagem imperialista. Mas está muito longe de estar perto dos países de capitalismo autônomo e avançado, que figuram cifras acima dos 30 mil dólares anuais por pessoa.
É verdade que a produtividade nacional não se impõe como uma barreira imediata e intransponível para o início de uma nova ordem social, como, por exemplo, atesta a valente e forte experiência cubana, ou mesmo a revolução bolchevique partindo da Rússia semi-feudal. Talvez justamente por isso que a esquerda costume focar suas preocupações estratégicas (isto é, quando tem alguma) nos aspectos relativos às relações de produção, além de uma compreensível precaução de não voltar a incidir nas concepções etapistas da revolução brasileira. Trata-se de uma ressalva plenamente justificada: defender a ampliação das condições industriais e produtivas para poder socializá-las com qualidade à maioria da população. Não pode se confundir com ilusões no desenvolvimento da ordem capitalista ou ainda com pretensões nacionais da burguesia nativa, que hoje no Brasil é associada e profundamente dependente do imperialismo.
Ainda que o atraso nas bases econômicas não seja essa barreira intransponível para o início do processo socialista, certamente o é para o seu pleno desenvolvimento. Não pode haver florescimento das capacidades humanas para o/a trabalhadoa, seu ativo envolvimento na vida política e nos rumos do país, sem que haja uma base material arrojada que os libere do trabalho extenuante. Para um país se desenvolver plenamente rumo ao socialismo é condição necessária (mas não suficiente) que ele atinja grau de sofisticação bastante elevado em suas forças produtivas, como se verifica na história da União Soviética e também na China, onde o povo e a força dirigente tiveram que empenhar esforços colossais para superar o atraso tecnológico dessas sociedades. O avanço da revolução socialista nesses países fica tanto mais penoso e dificultado conforme menos desenvolvidas são essas forças produtivas e as relações de produção fruto de sua história.
Nesse sentido, cabe então colocar na ordem do dia o debate sobre os rumos que um país deve adotar para o desenvolvimento de suas capacidades produtivas e da geração de renda, serviços e produtos. A experiência histórica indica que uma indústria manufatureira desenvolvida é condição imprescindível para a geração de riqueza. Ainda que o estágio atual de desenvolvimento do capitalismo possa fazer parecer que o grosso da riqueza está se deslocando cada vez mais para o setor de serviços, sua base material ainda reside na manufatura, pois é na manufatura em que a maior parte do valor é agregada às mercadorias.
Além disso, os serviços sofisticados estão umbilicalmente conectados à indústria. Por exemplo, todos os serviços de informática estão assentados sobre o fato de existir um objeto físico, a saber um computador ou qualquer outro dispositivo, que possibilita a existência desse serviços. Além do mais, o domínio sobre tais serviços sofisticados necessita de um grande desenvolvimento e aprendizado tecnológico, e os países que têm tais domínios são justamente os que têm sua forças produtivas em um grau de maturidade mais avançado. A importância da indústria reside no fato de ser por meio dela que o trabalho humano pode desabrochar muitas de suas potencialidades, como a soma coordenada do trabalho de muitos operários, que é mais produtivo do que a soma simples das partes. Na produção manufatureira, diferentemente dos serviços, a finalidade é um produto, não uma atividade, e portanto a possibilidade de ampliar a produtividade possui menos restrições. Na indústria, temos por excelência a possibilidade de economia de escala e de escopo, que otimizam o potencial produtivo. Assim, sem uma indústria manufatureira desenvolvida, o caminho para a riqueza é impossível.
Entretanto, é comum nos depararmos com objeções postas pelos economistas ortodoxos (neoclássicos, e maiores apologistas da ordem). Para se contrapor à ideia de que uma base manufatureira fecunda é necessária para poder ter desenvolvimento econômico, eles remetem a uma noção desenvolvida por David Ricardo – as chamadas vantagens comparativas. Isto é, um país deveria se concentrar e se especializar em produzir o que ele sabe fazer melhor e com mais produtividade. Por exemplo: se um país tem vastas extensões de terras agricultáveis e recursos minerais abundantes, ele deveria se concentrar nesses setores. Sendo assim, seria capaz de aprimorar cada vez mais tais setores, e isso possibilitaria conseguir trocar suas mercadorias no mercado mundial com tamanha produtividade e eficiência com relação aos demais competidores, que de tal sorte ele conseguiria gerar excedentes e assim adquirir os demais bens que não é capaz de produzir, e se desenvolver – dizem tais mistificadores. Na prática, a vantagem comparativa dos países de capitalismo dependente é produzir bens primários enquanto que as vantagens dos países centrais são a produção de bens industriais de alta tecnologia. Para os defensores dessa visão, o Brasil deveria se focar em aumentar sua produtividade agropecuária e no setor de mineração, e assim as ditas “forças de mercado” conduziriam o país rumo a um crescimento econômico sustentado.
Essa visão é ingênua. De fato, nenhum país (exceto a Inglaterra, de onde tal ideia partiu) se desenvolveu apenas apostando nas suas vantagens comparativas, pois, inicialmente, ninguém dispõe como vantagem de ter forças produtivas avançadas: essas forças tiveram de ser desenvolvidas. Também podemos olhar para os países ricos e constataremos que são – adivinhe, sim! – os países mais industrializados. Se hoje alguns países com altos índices de riqueza per capita não possuem grande participação relativa da indústria, costuma ser porque nestes já houve um pico de industrialização, e agora eles têm grande participação de serviços industriais sofisticados, como a Austrália.
Por outro lado, não podemos cair em uma espécie de “industrialismo ingênuo”, como se tudo se resumisse a um desenvolvimento mais ou menos intrínseco das forças produtivas, ignorando as relações de produção, de propriedade e de trabalho que condicionam, ou em última instância determinam, a alocação do excedente econômico da sociedade. Não menos importante, há que se lembrar da geopolítica do imperialismo, que alavanca os países de capitalismo avançado através da rapina e exploração do restante do mundo, relegando a ele o atraso econômico e a miséria de sua população. Isto é, como via de regra, há sim grande correlação entre países ricos e desenvolvidos com o desenvolvimento de sua indústria, mas rejeitamos um argumento que tome a existência da indústria como explicação simples da riqueza destas nações, algo que simplifique essa questão numa resposta de causalidade unidirecional. Em linhas gerais, simplificadamente, podemos ver que o desenvolvimento industrial de países europeus e dos EUA ao longo do século XIX permitiu que estes gestassem em seu solo grandes monopólios e associações capitalistas que viriam a usar seus respectivos Estados nacionais para seus desígnios comerciais. Com a crescente exportação de capital e a consequente partilha do mundo entre as nações, criou-se uma ordem mundial muito hábil em sufocar os esforços de desenvolvimento autônomo dos demais países. Essa é a situação colocada no cenário internacional a partir do final do século XIX, mas que, mudando o que tem que ser mudado, vigora até os dias atuais com novas determinações. Portanto, ainda que ela tenha cumprido papel indispensável, não é pura e simplesmente pela industrialização que os países capitalistas ficaram ricos, e, nesse sentido, não será pela simples (que de simples não tem nada, na verdade) industrialização que o Brasil superará sua condição de penúria econômica e social – é preciso confrontar a dominação imperialista e seus agentes internos.
Parte II – a tragédia brasileira
Uma coisa importante nem sempre percebida sobre a industrialização de um país é que não basta termos uma boa participação quantitativa industrial na economia nacional para podermos usufruir de todo o potencial qualitativo da indústria. Há uma significativa diferença entre ter indústria e ter um complexo industrial. Isto é, o importante não é apenas ter várias indústrias, mas tê-las em setores que estejam ligados entre si, fornecendo e absorvendo a produção umas das outras. A importância de ter toda a cadeia produtiva em solo nacional é evidente: cada parcela de excedente fica aqui, movimentando a nossa economia. Mais que isso, num momento de instabilidade, de alta demanda por algum produto – como são os ventiladores pulmonares durante a pandemia atual -, vemos que não basta ter dinheiro para querer comprar – quem produz é quem tem vantagem. Se hoje parece “comum” a situação de atraso industrial do Brasil em relação ao mundo, cabe dizer que nem sempre foi assim. A situação atual é produto direto do processo de aprofundamento da dependência e associação das classes dirigentes nacionais ao imperialismo.
Enquanto é verdade que no ano de 1930 o Brasil não viveu uma revolução, o deslocamento das frações de classe no poder alçou a industrialização no país, até então dominado pelas elites rurais. O governo de Getúlio criou importantes bases para que o capitalismo pudesse se desenvolver com força nas cidades, promovendo a industrialização do país. Ao longo das décadas de 1950 até 1970, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização, passando de um país essencialmente agrário para uma economia com forças produtivas bastante desenvolvidas, no final da década de 70. O Brasil foi um dos países que mais rápido se industrializou no mundo, tendo atingido taxas volumosas de crescimento. Esse projeto desenvolvimentista teve sua origem nos governos Getúlio Vargas e JK, com a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, financiada pelos EUA em troca da participação do Brasil na II Guerra Mundial) e a Petrobras, que tiveram seu caráter estatal garantido por intensa campanha popular.
Mesmo durante o regime civil-militar, esse projeto desenvolvimentista não foi abandonado – estando presente através do I PND e II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Apesar de estar umbilicalmente ligado ao capital internacional, esse projeto não era tão subserviente ao modo que vemos no governo atual. De fato, durante a ditadura civil-militar, o imperialismo ampliou sua dominação sobre o Brasil, mas isso não impediu tais projetos de terem pontualmente desacordos com os interesses imperialistas, como o programa nuclear brasileiro, por exemplo. O combustível para esse desenvolvimento era crédito internacional barato e de longo prazo, e grandes obras de infraestrutura. No ano de 1979, em virtude das crises do petróleo, houve um choque internacional nas taxas de juros, elevando substancialmente o preço do crédito, o que foi um golpe fatal nesse modelo desenvolvimentista. Como consequência disso, ao longo da década de 1980, a economia brasileira sofreu com crise na balança de pagamentos e calote na dívida externa, que havia aumentado massivamente no período anterior e hiperinflação. A estagnação da década de 80 marca o fim do modelo nacional desenvolvimentista.
Ao início da década de 80, a indústria representava algo em torno de 40% da produção nacional, enquanto que, ao longo dos anos 2000, foi para a casa dos 23%, e hoje, com a crise continuada, estamos estacionados nos 18%. Em muitos países, é comum ver uma diminuição relativa da participação industrial em favor do setor de serviços; trata-se de uma tendência geral. Entretanto, os países de capitalismo desenvolvido o fazem após terem obtido um grau de sofisticação industrial que permitiu o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado (o chamado de arco da industrialização) – caminho esse que o Brasil definitivamente não seguiu, pois nossa economia apenas diminuiu sua complexidade. Vejamos o que aconteceu que nos conduziu nesse descaminho:
Ao longo de década de 1990, a economia brasileira passa por uma série de transformações importantes com a adoção das políticas econômicas do “Consenso de Washington”. Ou seja, houve uma brusca abertura comercial, uma série de privatizações, além de medidas para a estabilização monetária (Plano Real) – como uma sobrevalorização cambial e altíssima taxa de juros, tendo a SELIC chegado a 40% ao ano. As medidas do Consenso são excessivamente rigorosas, e verdadeiramente implacáveis contra a indústria. A manufatura brasileira, que se desenvolveu com um amplo protecionismo, era posta desnuda para disputar no mercado mundial. Medidas como sobrevalorização cambial e alta taxa de juros, que eram para ser passageiras para a estabilização monetária, se tornaram o padrão, mas são péssimas para a indústria, e contribuíram significativamente para a manufatura brasileira estar nesse atoleiro.
De toda forma, durante os anos 2000, o Brasil pôde finalmente desenvolver sua economia, com uma moeda estável e inflação controlada. Nesse período, o mundo viu a ascensão de um novo gigante econômico: a China, com sua produção manufatureira abundante e barata, e sua colossal demanda por gêneros agropecuários e minerais, que contribuiu para a alta do preço das commodities, experienciada no período. Assim, conjunturalmente, foi vantajoso para o Brasil aumentar sua produção agropecuária e extrativista para a exportação, enquanto que o câmbio, muito valorizado no período, tornava a importação de manufaturas muito mais em conta do que o estímulo à produção interna. O interesse governamental imediato de segurar a inflação se contrapôs no médio prazo à vitalidade de nossa indústria. Assim, com uma melhoria conjuntural, o Brasil acabou por diminuir a complexidade de sua economia, e aprofundou sua dependência econômica de forma estrutural.
Em 2011, era claro para o governo e para os industriais que o cenário macroeconômico precisava mudar para dar chance à nossa indústria. Foi então que este começou a abandonar a gestão super-ortodoxa da economia e passou a adotar a chamada “Nova Matriz Econômica”, vulgo “Agenda FIESP” – grande proponente e articuladora da mudança. Tratava-se de uma diminuição dos investimentos públicos e ampliação das desonerações fiscais, além de uma baixa nos juros e alguma desvalorização cambial, visando a dar mais espaço e competitividade ao nosso setor industrial. Ocorre que não bastavam condições macroeconômicas para que nossa tecnologicamente atrasada indústria nacional pudesse alcançar o desempenho de suas congêneres mundiais. Mais ainda: nesse período, o mundo começou a testemunhar a diminuição do preço das commodities, que, junto da mudança que a economia brasileira vinha operando, diminuiu radicalmente nossa balança comercial e a arrecadação do governo. As desonerações, ao invés de induzirem os investimentos industriais, serviram apenas para os empresários aumentarem suas margens de lucro.
Em 2015, o segundo mandato de Dilma inicia com um verdadeiro estelionato eleitoral, praticando uma agenda econômica exatamente ao contrário do que dizia nas eleições de 2014. A forma de buscar ajustar a situação fiscal do Brasil foi pela agenda ultra reacionária e anti-povo comandada pelo banqueiro Joaquim Levy, que promoveu inúmeros cortes no orçamento na área de bem-estar social e subiu a taxa SELIC para 14,25% ao ano. Desde então, com o decorrer do golpe de 2016, o debate econômico no Brasil parece ter se reduzido somente ao controle fiscal, com a visão ortodoxa hegemônica condenando por princípio os gastos públicos. O câmbio de fato começou a tornar-se mais favorável à indústria, mas faltava o ambiente político e a coordenação institucional para incentivar os industriais a retomar os investimentos. A verdade é que esse setor, como o restante da burguesia, tem muito pouco compromisso com o país para além de sua rentabilidade pessoal. É preferível para estes girar seu capital para a especulação do que tomar os riscos do investimento produtivo, que poderia induzir um crescimento geral.
Para coroar esse processo, tivemos ainda a contribuição da Lava-Jato, operação articulada a partir dos EUA com o intuito de promover um completo massacre no cenário político e econômico brasileiro, nos tornando presas fáceis para o recrudescimento da dominação imperialista. Os efeitos sobre a política todos já conhecem, mas é importante ressaltar que a vilania lava-jatista também recaiu sobre setores-chave de nossa economia. Dentre as várias “inovações jurídicas” da Lava-Jato, a que mais tocou a indústria foi a pena imposta às empresas cujos dirigentes se envolveram em escândalos de corrupção, de impedi-las de participar de licitações por alguns anos. Trata-se de um tremendo absurdo, uma vez que quem fez o ilícito foram pessoas físicas, ainda que dirigentes das empresas. Impedir as empresas de acessarem projetos públicos, na verdade, é impedir o governo de executar suas obras com o melhor da engenharia nacional – que, importante dizer, infelizmente está concentrada em poucos monopólios, tão suscetíveis a esses escândalos. A promiscuidade entre poder público e poder econômico privado é algo imanente no capitalismo; portanto, não se trata aqui de uma defesa moralista de separar o joio do trigo para defender os “empresários honestos”. Trata-se tão somente de denunciar uma medida da justiça destinada a essa finalidade, que não contribui em nada para o combate à corrupção, e somente cria auto-entraves ao desenvolvimento de nossas forças produtivas.
Com isso, vimos pararem as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, que acrescentariam enormemente nossa capacidade de refino; podemos citar ainda a Linha 6 do metrô de São Paulo, a Usina Angra 3 da Estação Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e outros 90 bilhões de reais em obras paradas que de alguma forma foram afetadas pela Lava-Jato. Mais ainda, a longa saga do submarino nuclear brasileiro (tecnologia que fornece um salto de qualidade operacional à embarcação, essencial para uma marinha contemporânea) também foi interrompida. Nesse caso, não apenas pelo fato de somente a Odebrecht ter capacidade de engenharia para tal empreendimento, como pela vagamente motivada prisão do Almirante Othon, engenheiro-militar brasileiro articulador da tecnologia nuclear no país. Soma-se a isso também a série de operações como a “Carne Fraca” de 2017, que visaram a alcançar frigoríficos do país, afetando duramente sua capacidade de exportação e competição com os monopólios norte-americanos. Ainda que saibamos bem o que significam essas empresas no Brasil, desde a exploração e falta de qualidade de trabalho de seus funcionários até a compra de políticos, não devemos ter dúvidas de que, ainda que não seja essa sua razão de ser, sua participação no mercado mundial é antagônica aos interesses estadunidenses, principalmente neste período de crise mundial continuada. Evidência disso é que, mesmo com a divisão internacional do trabalho empurrando o Brasil para a produção de commodities, os EUA se beneficiaram em 2019 com a política externa imbecil de Bolsonaro, e ampliaram sua exportação de soja para a China no vácuo por nós deixado.
Ao fim e ao cabo, temos o cenário atual, em que a participação da indústria é diminuta (e cada vez menos complexa), os serviços são cada vez menos sofisticados e o setor primário é o salvador da balança comercial. Entretanto, seja no setor da indústria, seja nos serviços, na agropecuária, no mundo financeiro, é imprescindível não perder de vista o caráter dependente e simultaneamente associado de nossa burguesia nativa em relação ao imperialismo. Ela se desenvolveu como “sócia-menor” dos empreendimentos do capitalismo central em nosso país, e desde o golpe de 64 o imperialismo é o setor hegemônico do bloco de forças dominantes no Brasil. Sendo dependente, nossa burguesia articula internamente sua dominação de modo a sufocar as classes subalternas, tanto econômica quanto politicamente, em patamares muito mais intensos do que é necessário no “centro”. Sendo associada, a burguesia nativa brasileira está confortável com essa situação de subordinação, e não possui qualquer projeto como classe para alçar o Brasil a uma condição de capitalismo autônomo, tecnologicamente avançado. Assim, o desenvolvimento tecnológico e em escala de nossa indústria deve ser visto como mais um dos momentos internos ao processo de revolução socialista no Brasil. Trata-se de mais uma das “tarefas nacional-populares”, junto às reformas agrária, urbana, educacional, tributária etc. que a burguesia nativa, diferentemente de suas congêneres europeias, não precisou realizar para instalar sua dominação. Ao contrário de interditá-las por definitivo, a burguesia na verdade joga tais tarefas para as classes subalternas, que deverão cumprí-las no percurso do processo radical de transformação social – como momento interno, e, portanto, não como etapas precedentes – que irá destruir a dominação burguesa (interna e externa) em nossas terras e construir um Brasil livre, soberano, popular e socialista!
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2020.09.14 00:12 LipeMoraes Teoria sobre o mundo de Brawl Stars

Teoria sobre o mundo de Brawl Stars
Sem dúvidas muitas pessoas tem ficado cada vez mais intrigadas sobre o que é o Brawl Star e sobre o universo o qual o jogo existe.Sei que já existem diversas teorias e talvez essa seja mais uma, porém, independente, é mais uma ideia que pode apontar para a entender melhor o que é.
**1. O mundo de Brawl Star é um mundo compartilhado (loop)**Já há algum tempo eu tenho percebido que a ideia do mundo do Brawl Star é algo compartilhado, onde, pessoas de uma dada "realidade" (vou usar este termo por enquanto) podem acessar outras, isto através da "manipulação de tecnologia" (termo utilizado pelo apresentador).Não posso afirmar o quanto uma realidade interfere na outra porém, temos algumas evidências de que há, de fato, uma interferência direta.
Evidências:
Pessoas Iguais
Talvez você não tenha percebido, mas as pessoas da maquete são exatamente as mesmas que dançam.3 Mulheres: Uma ruiva, outra com laco pequeno na cabeça e outra de Maria Chiquinha2 Homens: Um de topete e gravata rosa, outro com cabelo para o lado e gravata azul.

Central de programação
Talvez a evidência mais nítida. A ação que ele causou na maquete, também interferiu em sua realidade.
Farei algumas analogias para tentar ilustrar a ideia.Uma realidade dentro de outra realidade, onde, a ação de uma interfere na outra, porém, os elementos são similares e talvez simultâneos.Para quem assistiu MIB (Mens in the Black), lembra do final, quando ele mostra o armário?Não estaria o apresentador tentando nos mostrar que na verdade é uma realidade compartilhada?Afinal, é ali que os "sonhos" são feitos!
2. O mundo compartilhado é de brinquedo, mas é um "mundo real"
Talvez essa declaração possa parecer ambígua, mas analisemos alguns fatos.Lembra de Toy Story?Eles sabem que são um brinquedos, e os humanos, sabem que eles tem vida?O Brawl é o mesmo sistema. Para alguém, em alguma realidade, aquilo é um brinquedo, mas para o "brinquedo" é uma realidade.Veja estas evidências:
Realidade ou maquete
No final, vemos que a realidade apresentada não passa de uma maquete. Vemos nos símbolos, nas estruturas, nos veículos, etc...Para quem é maquete? Para quem é realidade?
(Se você observar, são é mesma quantidade de pessoas e com os mesmos trajes.

Todos olhando para o mesmo lado
Saberia o apresentador de que todos ali podem/ou tem vida? Por isso ele trata de forma pessoal?É importante lembrar que esta ideia de vida não é como vemos, mas, a partir da lógica dos "brinquedos".
3. Existem diversas "realidades" de Brawl Stars que começam a interagir
Até então o que sabíamos de Brawl Stars era que era um jogo, onde pessoas do "mundo real" poderiam utilizar avatares (tecnologia virtual) para duelar e se divertir (frases até mesmo do apresentador);;;
https://preview.redd.it/h8hphnpmczm51.jpg?width=848&format=pjpg&auto=webp&s=b6a393a166f4df3dcb8cfb0a60363f075e4aa0d4
mas, ignoramos o fato de que, dentro da lógica do brinquedo, eles tem suas "vidas próprias".
Isso é se torna nítido na primeira animação do Brawl (No time to explain)...

https://preview.redd.it/uaq9j6gfdzm51.jpg?width=855&format=pjpg&auto=webp&s=6a69603e964cdb6fc19e78f154f48aa825f2eeb2
Aqui, podemos considerar duas possíveis hipóteses: a) é um usuário que está entrando no jogo com o avatar do Colt ("criança controlando por retângulos") ou quando o Colt foi concebido (apareceu pela primeira vez no próprio universo brawl - ou pelo menos nesta realidade).
3.1. Existem outras mídias que interagem
Aqui talvez seja a parte mais tranquila de compreender.A concepção do Brawl Star sem dúvidas está no Starr Park, e logo veremos isso, porém, nota-se que existem outras mídias e fontes que interagem com o conceito, seja ela desenho ou animatrônicos.Em origem, teria sido descoberta a possibilidade de interação com outras realidades e que objetos até então inanimados ou robôs (tecnologias da época) poderiam ter vida própria.Podemos ver isto no vídeo promocional.

https://preview.redd.it/qwp5p34hfzm51.jpg?width=629&format=pjpg&auto=webp&s=6efbaa8f4c7281959a7982a69f1038512c204db5

https://preview.redd.it/ye0jnzglfzm51.jpg?width=625&format=pjpg&auto=webp&s=b2f778ec033fdbc3512bf701cb48eb0b752bf1a1
Veja, que as animações e robôs estão ganhando vida.
E, talvez, este seja o ponto crucial.Que realidade é esta em que as coisas ganham vida?Estaria, por algum momento, o apresentador, tentando nos mostrar que esta realidade também não é verdadeira? (Algo como a Matrix dentro da Matrix).
Afinal, como seria possível, se ele fosse humano, perder a mão e simplesmente colocar uma prótese?Mas então, afinal, qual a finalidade disto?
Acredito que o apresentador não esteja apenas chamando "novos investidores", mas tentando alertar aos próprias pessoas que ali não seja uma realidade concreta. E como ele faz isso? Mostrando os "erros da matrix".
Afinal, é possível que um brinquedo não saiba que é um brinquedo e viva em um crença condicionada ou determinada (lembra o Buzz?)
Isso começa a se mostrar nesta temporada, onde, o Colt, pelo jeito, vê uma animação dele mesmo (porém de outra mídia ou era - podemos falar de aspectos temporais depois).

https://preview.redd.it/7h63s404hzm51.jpg?width=841&format=pjpg&auto=webp&s=61e957cc77e35f888719e692d0472b0ef2bea194
Ele se assusta ao ver a si próprio, sua representação. Porém, porque se espantaria? Afinal, ele é um "ator" famoso, ícone de diversos elementos (cereal), entre outros? Mas e se o Colt que ele vê for de 60 anos atrás? Não estaria ele confuso em perceber que o mundo que ele acreditava ser único, talvez já existisse, mas de outro modo? E se ele começa a perceber?
4. Importância do 8-Bit
Muito provável o 8-Bit seja o responsável em nos apresentar tudo isso.Acredito que ele tenha sido o programa que, dentro da realidade do jogo/brinquedo, pode acessar as outras mídias e interagir com elas (jogo secreto do 8-Bit).
Neste, ele navegou no passado e criação da tecnologia que se correlacionaria com o futuro.
4.1 Project Laser

https://preview.redd.it/9mlqw0bdjzm51.jpg?width=513&format=pjpg&auto=webp&s=1a1d6597ceedc1068fa11a69e15f348c8f4ae870
Primeiro protótipo do jogo. Porém, o programa, assim como as outras coisas, ganharam vida. Não é a toa, que o primeiro estágio é a compreensão do 8-Bit como um HardWare, mas, assim como todas as coisas do Starr Park, ele ganhou vida (o fliperama), e se reconheceu em um parque (ou em uma maquete?) no Japão.
Se observar, o fundo são as cores do Starr Park!
Mas então, se dá a explosão.Mas o que explodiu? O que aconteceu?
**5. Surgimento do sonho e do Loop.**Na descoberta sobre que ele mesmo é, o 8-Bit descobre qual é o "mundo dos sonhos" que o apresentador diz.Eles garimpavam alguma substância de permitia as pessoas sonharem (Inception - A Origem) e entrar em um mundo onde não havia nenhum problema (assim como o narrador diz). Isto era causado pelo "pó" que conhecemos, aquele que o Sandy lança.
Temos evidências no jogo do 8-Bit

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E na apresentação Japonesa...

https://preview.redd.it/42zqhy6smzm51.jpg?width=329&format=pjpg&auto=webp&s=94c7020cb28976a8833b1ac633cec1e54d6b9016

https://preview.redd.it/xczh3l0xmzm51.jpg?width=135&format=pjpg&auto=webp&s=ec52419f8a7fe3bf1934c7521b8a9b05559fe81d
Porém, algo saiu errado e temos o acidente. O que causou o acidente? O próprio 8-Bit (do futuro)?Enfim, algumas coisas ainda estão abertas.
Qual a principal questão?
Acredito que seja o questionamento da realidade.Essa questão que permeia o mundo do Brawl Stars, procura trazer essa mesma discussão para nós.
Veja que esta questão aparece na animação do Colt: Como somos quando jogamos ou quem somos no jogo? Qual o nosso perfil? O Colt se viu como vaidoso e individualista.
Neste sentido, é possível ver que esta questão é trazido para a nossa realidade.Estaríamos nós em uma vida de sonhos, um mundo onde acreditamos ser verdadeiro, mas na verdade estamos sendo controlados? (Black Mirror: Bandersnatch ou Tsukuyomi Infinito).
Veja que isto aparece através da interação de outra realidade com a nossa, onde até mesmo falas são diferentes daquelas aparentemente feitas.

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Esta interceptação, vem de fato trazer esta questão para o nosso mundo, nossa realidade, questionando se o parque existe ou não, se é real ou não?
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Curiosidade:
A realidade se deu para o Colt através das "tvs".Perceba que as televisões estão todas quebradas ou "bugadas", tanto no jogo, quanto nas imagens ( o que passou nelas?)

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Por onde questionamos nossas realidades?
Mas sabemos que independente, quanto mais perguntamos sempre vamos voltar nas mesmas questões, pois, o mundo de Brawl Stars está em um Loop Infinito entre realidades e sonhos.
Onde, as novas tecnologias irão interagir com as já criadas. Elas poderão caminhar neste espaço/tempo através de registros existentes, porém, a questão é quanto elas (nós) sabem(os) que são tecnologia e que o mundo em que vivem não são "reais". Quando eles (nós) acordarão(emos) deste sono infinito?

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Considerações
O mundo de Brawl Star tem duas linhas para serem acompanhadas. Uma dela é a linha horizontal, onde existem realidades/mídias paralelas que interagem entre si.
A outra é a vertical (temporal), onde existem realidades em outras eras (anos) que também interagem.

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Hoje, no BrawlTalk, tivemos duas interferências, a horizontal (outros apresentadores, falando sobre o Brawl Star ou o Starr Park?) e a vertical (o vídeo japonês).
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2020.09.11 16:16 El_Buga O vírus questionador. É frustrante.

Comecei a me dar conta disso nos últimos minutos, depois de postar meu comentário nesta thread do brasil, mas é algo que tem me afetado há uns bons anos.
Não apenas partilho da sensação de absoluta falta de controle sobre minha própria vida, como estar exposto a isso constantemente me faz querer questionar tudo. Até os alicerces mais básicos da vida em sociedade.
E isso é uma MERDA.
No momento me pego questionando por que raios eu tenho que perder meus dias trabalhando. Quem definiu que tem que ser dessa forma? E por que temos essa visão tão sacrossanta sobre o trabalho? Não foi Deus que desceu dos céus e ordenou isso. Então, fica aquela coisa na minha cabeça: por quê?
Costumo dizer que meus dias são vencidos, e não vividos.
Nosso sistema de trabalho atual presume que todos nós temos habilidades que se encaixam em nichos diferentes do mercado. O que, na prática, não acontece: tem diversos ramos de atuação que não encontram nada além de um beco sem saída.
Meu caso, por exemplo. Gosto de ilustrar e escrever. Onde isso me coloca? Em vagas que envolvem trabalhos que transformam em linha de produção algo que precisa de tempo pra maturar, pra ficar pronto. Trabalho fazendo logos e mascotes, e me dá asco a quantidade de porcaria digital que tenho que cuspir por conta do prazo de 3 dias (que estipulam EM CONTRATO) e do pavor que todos naquela agência têm de dialogar com um cliente e chegar a um denominador comum. Acham que se disserem qualquer coisa que não seja “sim, senhor”, o cliente vai embora. É frustrante demais trabalhar em um ambiente com essa mentalidade tendo um cargo de cunho CRIATIVO.
Eu não sei, sou todo errado. Só sei o que é dormir direito nas férias, onde acordo quase meio-dia. Os dias de uns tempos pra cá se passam como um borrão indistinto por causa do sono e do cansaço, perenes. Acredito que sou uma das chamadas “almas artísticas” (por mais que isso me soe pretensioso pra caralho). São aquelas pessoas que não querem se comprometer com prazos e resultados. O que eu faço estará pronto quando estiver pronto, e só assim ficará bom. O ritmo é o meu ritmo. As regras são as minhas e nenhuma outra. Não tenho horror a trabalho, eu quero trabalhar, mas nos meus termos. Criatividade leva o tempo que ela quiser, não posso forçar uma ideia a sair. Do jeito que trabalho atualmente, uma correria sem fim todo dia (que já está invadindo meu horário livre pra evitar acúmulo de tarefas) eu produzo tanta MERDA que não consigo parar de pensar que estou contribuindo ativamente pra foder ainda mais a situação do Design no Brasil, e isso não ajuda. Em nada.
Dizem que a vida é o que você faz nos intervalos, mas eu não consigo concordar com isso. A porra da vida é minha, caramba. A vida tem que ser o que eu quiser que seja. Por que outros têm o poder de determinar o que a minha vida vai ser? O que há de bonito em só fazer algo decente em menos de 1/3 do meu tempo de vida?
Enfim, essa é a minha frustração, e a origem do meu desabafo. É frustrante estar sempre perdido nessas questões e não conseguir tocar o barco como a maioria. Eu não consigo, acho tudo tão errado, o tempo todo.
Acho que contraí um vírus questionador…
Enfim, desculpem o rant.
submitted by El_Buga to desabafos [link] [comments]


2020.09.10 23:51 Helamaa 😳👉🏻👈🏻

a carência tá imoral e eu tô procurando uma namoradinha, se vcs conhecerem alguma mina que tenha esses requisitos, me avisem redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, , jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, fã da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gameri, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memorização de baralhos, timida, mãe de pet, hidratada, não consumidora de açucar, saudável, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipnóloga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que não tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Raça: nórdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Crânio: dolico ou mesocefálico Óculos: não Aparelhos: não Queixo furado: não Covinhas: não Orelha presa: não Orelha de abano: não Franja em V: não Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: não Graduação: apenas cursos voltados à pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matemáticas: sim Idiomas: fluência em inglês e mais outro idioma Álcool, cigarro, drogas: não, nenhum Personalidade: introversão Cultura: europeia ocidental RELIGIÃO: Cristã Ortodoxa Gostar de escutar rogério skylab:
Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab. O humor é extremamente sutil e, sem uma compreensão sólida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador médio. Há também a visão niilista de Rogério, que está habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseqüência, as pessoas que não gostam de Rogério Skylab são verdadeiros idiotas - é claro que eles não apreciariam, por exemplo, o humor no bordão existencial de Rogério "Chico Xavier é viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que é uma referência criptíca para o épico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas coçando a cabeça em confusão enquanto as músicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos… como eu tenho pena deles. E sim, a propósito, eu tenho uma tatuagem do Rogério Skylab. E não, você não pode vê-la. É só para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antemão que possuem um QI com diferença absoluta de no máximo 5 pontos do meu (de preferência para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no chão + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + café gelado sem açúcar + hipismo + compilação mitadas Enéas + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + meditação iasd + músicas para concentração, foco e inteligência + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + essência de morango da turma da mônica no narguilé + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + óculos do aécio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do estádio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resiliência que resiste à humilhação como se ela fosse nada + tomar banho descalço em chuveiro de academia com chão mijado + musculação caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por mês + PUA + Selo super fã da fúria e tradição + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o cú + meditação transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach quântico + enema de café + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O Método de Wim Hof + sabedoria hiperbórea + artigos da Nova Resistência + Biblioteca do Dídimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer amém quando um 1113 azul passar por você na rua + 100 flexões por dia + 6 meses de jelq + injaculação guiada + sociedade thule + energia vril + chapéu de alumínio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anotações smiliguido + pedir a bênção ao carteiro toda segunda de manhã + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar café + exercícios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercenários + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabeça + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + vídeos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atlântica de madrugada + ouvir músicas em velocidade aumentada + canto gregoriano árabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situaçoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com formandos da UFPR no Jardim Botânico + Radiestesia para harmonizar vibração da casa + Metatron 432HZ no YouTube entoando a oração EU SOU + ler O Código da Vinci + Jesus Quântico + Barra Fixa na praça de madrugada escutando audiolivro do Jordan Peterson na voz do cara dos Fatos Desconhecidos + grupo POPEYE AFIANDO A PIKA + MyInstants AEEE KASINAO + Memes do Fausto Silva + ler O Evangelho dos Animais + stories do Copini no Instagram + Canal SocialGames7 com Gustavo Gambit e CIA + textos de Raphael Machado (Nova Resistência) + ser ex-membro do grupo Comunismo Ortodoxo + Monja Coen + Fazer origami com papel do bis + perder dinheiro com maquina de pegar ursinho + fumar palheiro com o avô + quebrar palito de dente no meio depois que usar + rezar Pai Nosso em aramaico + tentar se comunicar com o ashtar sheran + virar catequista e passar Plínio Salgado para as crianças + Limpeza de 21 dias de São Miguel Arcanjo + arrancar a fimose comendo cu apertado de galinha caipira + Regata branca 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Astúrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n°18 com portão vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibiótico no café da manhã + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos últimos meses falando "dur hur você não sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e não encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou tão óbvia, que eles não tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo vídeo, NÃO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudanças climáticas naturais, junto com a separação gradual dos continentes, é que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma região muito especifica. Agora só falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpretação de pessoas que não sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. São apenas aves e mamíferos ancestrais de milhões de anos atrás. E antes que eu me esqueça, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
É fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. Não há um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente são tão simples. Entretanto, com estudo e meditação o caminho começa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que você quer começa com noções do pensamento Helênico. Entenda que boa parte da visão de mundo cristã vem da antiguidade clássica, principalmente as noções de harmonia e belo. Não te peço para ler tudo o que já foi jogado ao chão pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia básica dos quatro humores gregos, e que essa é uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles serão utilizados no futuro de forma metafórica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado não há conexão com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem é Platônica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da confluência da cultura grega com a egípcia, incluindo a alquimia. A tábua esmeralda é um texto obrigatório. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alquímica, porque será importante para você no futuro. É dentro da alquimia que irão discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). Não se pretenda nenhum mestre dos espagíricos, porque os químicos farão isso melhor do que você. Entenda que não havia essa separação absoluta entre o material e o espiritual, então os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da história. Entenda também que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros à química.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja difícil dar atenção à Cabala Judaica com o surto conspiracionista chanístico sobre a índole de todo um povo, mas querendo ou não o judaísmo é o Pai da fé cristã, sendo Jesus judeu. Entenda que a árvore da vida é um estudo sobre Deus e suas emanações, e dela virá uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar também tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Evangelion Fullmetal Alchemist K-on! Naruto Shingeki no Kyojin Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora♥️ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky☆Star Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama♪ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka☆Magica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
NÃO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavrões As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos 🍷, isso é coisa de dama) As que vão para balada, festa, rave etc As que postam foto com decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando você colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em várias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a única coisa que você faz é que as pessoas tenham desejo sexual por você, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que você vai ficar tão emocionada com os 500 likes, 120 comentários e as inúmeras mensagens privadas! Você vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles não se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, não importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educación con seu sonrrisa,
As que já ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um único ano As que não trabalham ou estudam (ou que estão em um curso irrelevante de humanas) As que não sabem o básico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que estão pedindo presentes sempre As que já estão comprometidas As não gostam de crianças ou dizem que não querem ter filhos (pessoas que não querem ter filhos não são confiáveis) As que tem piercing de bufalo
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2020.09.06 20:00 YatoToshiro FGO: Sealed Ends of the Four Seas: Okeanos - AD.1573


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​Ritsuka e Mash chegam em Singularity em um navio pirata e, posteriormente, derrotam a tripulação de ataque. Um membro da tripulação explica que seu navio apareceu de repente no oceano, com seus mapas e bússolas inúteis. Ele sugere que eles vão para uma ilha pirata próxima para reabastecer seus suprimentos e obter pistas sobre toda a situação. Depois de subjugar os piratas que os atacaram quando eles desembarcaram, os dois são conduzidos ao esconderijo secreto de Francis Drake. Ela concorda em falar com eles, mas apenas se eles a derrotarem em combate. Depois que ela é derrotada, Drake se junta a Ritsuka e Mash ao lado de sua tripulação e dá um banquete para comemorar. Durante a celebração, ela explica que o oceano é infinito e contém ilhas de climas totalmente diferentes. Os ventos bizarros e as correntes também tornam a navegação muito difícil. Drake revela que ela estava planejando navegar para encontrar uma base para ela e sua tripulação amanhã, antes que Ritsuka e Mash chegassem. Mash percebe que ela tem um Santo Graal, usado anteriormente para criar comida e bebida sem fim, quando Drake oferece uma bebida a Ritsuka em amizade. Um membro da tripulação lembra que Drake o recebeu ao derrotar Poseidon na Atlântida no final de uma viagem de sete dias. Mash percebe que o Graal escolheu Drake como seu dono quando ela impediu Poseidon de inundar o mundo e destruir a civilização. Depois de derrotar alguns piratas turbulentos, Drake dá o Graal a Mash. A Singularidade permanece sem solução, no entanto, Romani Archaman percebe que o Graal que receberam é o verdadeiro Graal existente na época. Ele também deduz que o oceano sem fim resultou da contenda entre o Graal colocado para perturbar a era e a real. Ritsuka e Mash pedem a ajuda de Drake para receber o outro Graal e restaurar a era. Devolvido o Graal, Drake é convencido por Leonardo da Vinci e Romani a ajudar.
No dia seguinte, o grupo parte quando é atacado por piratas, que na verdade são apenas seres conceituais do pirata comum. Eles finalmente pousam em uma ilha onde lutam contra mais piratas e Eric Bloodaxe enquanto exploram sua selva. Depois de derrotá-lo, Drake logo encontra um navio viking. Dentro, ela encontra o mapa marítimo do navio, que detalha a ilha e as vizinhas. Retornando ao navio, o grupo navegou para uma ilha no noroeste de acordo com a carta.
Chegando ao seu destino, o grupo segue para uma linha ley e estabelece um círculo de convocação lá. Romani tenta relatar suas descobertas sobre a bandeira pirata que eles recuperaram antes, mas as comunicações são rapidamente cortadas. Preocupado com seu navio, o Golden Hind, após um terremoto, Drake e os outros voltam para a costa para ver como ele está. Um membro da tripulação diz a ela que o navio não se moverá. Ritsuka e Mash suspeitam que um campo delimitado ao redor da ilha seja o responsável. O grupo, então, busca a origem do campo delimitado para removê-lo para que possam navegar novamente. Eventualmente, eles encontram e entram em um labirinto onde lutam com Asterios. No entanto, quando Drake se prepara para acabar com ele, uma Serva implora para que ela poupe sua vida. Revelando-se como Euryale, ela acreditava que o grupo estava tentando capturá-la. Após Mash contar a ela sobre sua situação, Eurayle revela que Asterios configurou o campo delimitado para impedir a entrada de inimigos externos. Concordando em removê-lo, ela e Asterios se juntam ao grupo.
Depois que Asterios remove o Campo Delimitado, o grupo deixa a ilha. Enquanto navegava, Euryale revela que um servo pirata pervertido está atrás dela. O grupo eventualmente encontra o navio do Barba Negra, Queen Anne’s Revenge, que está perseguindo o navio de Drake. Enquanto os dois navios se chocam, Barba Negra ordena que Eric apreenda o Graal de Drake enquanto ele captura Euryale. O Golden Hind não pode penetrar na armadura da Rainha Anne. Barba Negra e Eric embarcam no navio de Drake. Revelado para ser um servo de Barba Negra, Eric tenta capturar Euryale, mas é derrotado por Ritsuka e Mash. Depois que ele desaparece, Mash bloqueia um ataque de outro Servo destinado a Ritsuka. O grupo então recua após Drake atirar nas cordas que prendem os dois navios. Infelizmente, Anne Bonny abre um buraco no navio, mas Asterios o carrega, apesar de seus ferimentos.
Carregado para uma ilha próxima, o grupo dirige-se a uma floresta para conseguir madeira para consertar o navio. Enquanto viaja para lá, Romani suspeita que a Vingança da Rainha Anne, é o Fantasma Nobre do Barba Negra por causa da leitura em massa de energia mágica. Ele também diz que o Golden Hind mostrou a mesma leitura, embora ele atribua isso ao Graal. Ele percebe que a nave do Barba Negra é seu Fantasma Nobre, que se fortalece dependendo do tamanho da tripulação. Ele também revela a energia mágica da nave enfraquecida quando Eric foi morto. O grupo resolve matar o resto da criação do Barba Negra para enfraquecer ainda mais seu navio. Depois de matar alguns wyverns, Mash teve a ideia de usar suas escamas para consertar o Hind de Ouro. Da Vinci informa que eles vão precisar de mais trinta wyverns, então o grupo sai para encontrar um ninho. Enquanto procuram por um ninho, eles ouvem alguém sendo atacado por wyverns e saem para resgatá-los. Depois de matar os wyverns, o grupo encontra um pequeno e estranho urso junto com uma serva furiosa. Assim que ela se acalma, Ritsuka e Mash contam a ela e à criatura urso sobre a missão da Caldéia e a natureza da Singularidade. Ela revela ser Artemis e que a criatura urso é Orion. A dupla então ajuda o grupo a invadir um ninho de wyvern, onde finalmente recuperam escamas suficientes para consertar a nave.
Depois de consertar o navio e equipá-lo com um aríete, o grupo zarpou, acompanhado por Artemis e Orion. Enquanto eles entram em águas desconhecidas, o grupo discute como lidar com a Vingança da Rainha Anne. Drake sugere atacá-los enquanto Euryale sugere atacá-los com flechas. Artemis sugere que alguém possa embarcar no navio e causar o caos antes que os navios colidam. Ela revela que, uma vez que foi tecnicamente convocada como Órion, ela pode usar seu poder de caminhar sobre a água, pois ele é filho de Poseidon. O grupo eventualmente confronta a nave do Barba Negra e executa sua estratégia. Enquanto o navio avança em direção ao seu navio, Euryale atira na tripulação do Barba Negra com suas flechas enquanto Ritsuka e Mash lidam com os abordadores. Artemis embarca em seu navio e luta contra a tripulação enquanto Orion sabota seu suprimento de munição. Depois que o suprimento de munição de sua nave é destruído, Barba Negra tenta recuar quando o Golden Hind bate em sua nave. [9] Embarcar em seu navio, o grupo derrota Anne Bonny e Mary Read. Depois que Barba Negra é derrotado, Hector trai e o fere mortalmente, e rouba o Graal dele. Ele expressa sua frustração por Drake interromper seus planos de destruir a era, dando o Graal a um idiota. O grupo tenta pegá-lo, mas ele embarca no Golden Hind para sequestrar Euryale. Asterios tenta salvá-la, mas ele é ferido na batalha. Depois que Barba Negra não consegue atirar nele, Hector embarca em outro navio com Euryale. Com o Graal desaparecido, a tripulação do Barba Negra desaparece, com Barba Negra e seu navio seguindo logo em seguida.
Enquanto perseguem Hector, o grupo discute seus planos para Euryale e o Graal quando encontram uma tempestade. Usando seu vento de cauda, eles finalmente alcançam Hector depois de lidar com um navio fantasma. Ritsuka, Mash e Asterios então embarcam em seu navio para resgatar Euryale. Enquanto eles continuam a batalha, outro navio se move em direção a sua posição. Drake dispara seus canhões contra ele, mas eles são todos desviados. Hector foge para o outro navio e Artemis o reconhece como o Argo. Jason exige que o grupo entregue Euryale para ele, caso contrário, ele enviará Hércules para atacá-los. Eles se recusam, então ele envia Medea e Hércules para matá-los e roubar Euriale. Medea envia ondas de Dragon Tooth Warriors para atacar o grupo, mais tarde juntando-se à luta. Suas habilidades de combate estão abaixo da média, então ela troca com Hércules. O grupo é incapaz de derrotá-lo por causa de seu Nobre Fantasma, Mão de Deus. Ele de repente ataca Euryale, cuja morte frustraria o plano de Jason, mas Asterios a protege. Enquanto isso está acontecendo, Jason ordena que Medeia recupere Eurayle, mas Drake e Mash a protegem. Hector então liberta Durindana Pilum, empalando Asterios e Hércules. Jason ordena que Héracles traga Euríale até ele, mas Asterios joga ele e ele no oceano depois de agradecer ao grupo. Eles usam esta oportunidade para se retirarem do Argo.
Depois de recuar, o grupo discute a Arca que Jason mencionou anteriormente. Romani explica que continha os Dez Mandamentos que Moisés recebeu de Deus. Ele está confuso com os motivos de Jason, já que pune todos os que o abrem. Ele explica ainda que a punição divina desencadeada pela abertura da Arca também destruirá a área circundante. Apesar disso, o grupo vai encontrar a Arca antes de Jason. Enquanto procuram ilha após ilha pela Arca, o grupo recebe uma mensagem anexada a uma flecha de alguém que Artemis conhece. Eles pousam em uma ilha próxima para encontrar o remetente da carta. Depois de matar alguns monstros, o remetente pergunta ao grupo se eles são amigos ou inimigos de Jason. Para seu deleite, Ritsuka responde que eles são inimigos, então ela se revela. Mash a reconhece como Atalanta e a apresenta aos outros. Atalanta revela que a Arca é um Fantasma Nobre e seu dono foi o primeiro Servo convocado na Singularidade. Outro Servo então chega, e Atalanta o apresenta como Davi, o dono da Arca.
Depois de matar alguns monstros com o grupo, David chama que a Arca é um Fantasma Nobre de terceira categoria que mata apenas quem a toca. Ele explica que é convocado independente dele e revela que permanecerá no mundo depois que ele se for, se alguém o possuir. Ele revela que ouviu falar da busca de Jason pela Arca em Atalanta, e eles esperaram juntos pela chegada de aliados. Atalanta explica que ela foi convocada como parte dos Argonautas, mas ela não se juntou à busca de Jason pela Arca, algo que ele acredita que o tornará um verdadeiro rei. Davi então revela que se Eurayle, um Espírito Divino, fosse sacrificado à Arca, isso destruiria a era. Ele continua sacrificando um deus para a Arca que normalmente só destruiria a área circundante. No entanto, essa destruição aumentaria dentro da Singularidade, destruindo um dos Fundamentos da Humanidade sem esperar que ele desabasse. Depois de questionar as razões de Jason, a discussão em grupo sobre como derrotar Hércules. Davi sugere que eles enganem Hércules para que toque na Arca para destruí-lo. O problema que vem com esse plano, entretanto, é que mesmo um Berserker evitaria tocar em um Nobre Fantasma tão perigoso. Como seria desvantajoso lutar contra os três, Mash sugere que eles atraiam Hércules para longe de Heitor e Medéia. Orion sugere que eles aguentam em algum lugar, mas Atalanta diz que nenhuma estrutura na ilha pode resistir a Hércules. Ritsuka então apresenta seu plano de como derrotar Heracles, com o qual todos concordam, apesar dos riscos.
Seguindo o plano de Ritsuka, os arqueiros aliados lançam seus Nobres Phantasms em Jason, que tinha acabado de chegar à ilha. Jason ordena que Hector o proteja e Heracles para matar os arqueiros. No entanto, Heracles torna a morte de Eurayle uma prioridade, então ela e Ritsuka fogem dele enquanto seus aliados os protegem ao longo do caminho. Eles eventualmente o atraem para onde a Arca está sendo mantida, mas ele mantém distância dela. Felizmente, os outros chegam e o derrotam na batalha. Eles então empurram Hércules para a Arca, drenando-o de sua energia mágica até a morte. Com a partida de Heracles, o grupo, agora acompanhado por Atalanta e David, embarca no Golden Hind para perseguir Jason.
Enquanto o grupo persegue Jason, os Arqueiros aliados atiram em Argon enquanto Drakes dispara canhões. Quando eles finalmente o alcançam, Jason usa o Graal para invocar um Shadow Servant para atacar o grupo. Depois de ser derrotado, Jason ordena que Heitor mate o grupo enquanto Medeia o protege. Depois que ele é derrotado, Hector tenta matar Eurayle, mas ela acaba com ele com Eye of the Euryale como vingança para Asterios. David pergunta a Jason quem lhe deu a ideia de sacrificar Eurayle à Arca, já que isso destruiria o mundo. Ele pergunta a ele se Heitor ou Medeia o convenceram de que sacrificar um Espírito Divino lhe concederia um poder infinito. Confuso com isso, Jason pergunta a Medeia se Davi está mentindo, dizendo que alguém lhe disse que sacrificar um Espírito Divino à Arca lhe daria poder e invencibilidade. Medeia responde que a destruição do mundo o tornaria tecnicamente invencível. Irritado por ter sido enganado, Jason afirma como ele poderia finalmente criar uma nação ideal, uma verdadeira utopia. Medéia refuta suas intenções e diz que ele nunca será um rei ideal porque sua alma está irremediavelmente distorcida. Enfurecido com as palavras dela, Jason exige saber como ele não está qualificado para ser rei, uma vez que construiu o Argo e reuniu uma tripulação de heróis. Medéia então usa o Graal para encarná-lo em Forneus, reivindicando-o como sua forma de protegê-lo. Enquanto os outros duvidam de sua vitória, Drake os inspira a lutar enquanto comanda sua tripulação a se esconder nas cabines.
Depois que Forneus e Medea são derrotados, Jason retorna ao normal e exige que Medeia o cure. No entanto, ela não pode curá-lo porque ela própria morrerá em breve. Medeia revela que possui memórias dele a enganando e traindo, apesar de sua adoração. Ela o chama de cruel e inocente e afirma que, apesar de ser fraco, ele atrai outros para servi-lo lealmente. Ela continua que, como ele trai muito rápido, seria melhor que ele afundasse com o mundo para evitar qualquer traição. Depois que Jason desaparece furioso, Medeia lamenta não ser capaz de protegê-lo de alguém. Enquanto ela desaparece, Medeia se recusa a responder à pergunta de Ritsuka sobre o cérebro por trás da incineração da humanidade, já que um mago maior do que ela a derrotou. Ela ainda diz a eles para se prepararem contra o mago e para reunir mais aliados. Depois que Medeia desaparece, Mash recupera o Graal. Conforme a Singularidade entra em colapso, os servos aliados de Ritsuka e Mash se despedem antes de desaparecer. No entanto, antes de David desaparecer, Mash pergunta a ele se Forneus era realmente um Deus Demônio, já que Romani afirma que eles não existem. Davi pergunta a Romani sobre seu raciocínio, e Romani responde que Salomão não poderia invocar criaturas tão horríveis. Ele se pergunta em voz alta como um mago tão poderoso como Salomão poderia comandar tais monstros ou mesmo conspirar para destruir a humanidade. David chama seu filho de um imprestável cruel e vulgar que planejaria a destruição da humanidade. Ele se desculpa por suas palavras e admite que tem pouco a ver com seu filho. Ele afirma que Salomão não consideraria honestamente a destruição da humanidade, a menos que sofresse uma grande traição antes de desaparecer. Romani está desapontado por não poderem obter mais informações sobre os Deuses Demônios e saber que Salomão está envolvido com a Incineração da Humanidade. Depois que Romani agradece, Drake fica desapontado por ela perder suas memórias de Ritsuka e Mash assim que a história for corrigida. Ela diz a Mash que todos os humanos têm um sonho ou desejo que seja realizado, dizendo que todos os humanos realizam boas e más ações para alcançar seus desejos, mesmo que não saibam disso. Ela continua a dizer que é melhor não saber seu próprio desejo, pois ela saberá no final. Depois de expressar sua abordagem libertária à vida, Drake se despede de Ritsuka e Mash antes de voltarem para a Caldéia.
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Incrível o como esse jogo a cada Singularidade só melhora.
Esse até agora foi o melhor de Lostbelt 1. Comparando com Orleans e Septem. Esse foi o mais divertido e a historia foi bem legal.
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2020.08.16 18:43 Glenarvon O Anarquismo e O Período de Transição

Um desentendimento comum sobre o anarquismo é a afirmação de que ele rejeita um período de transição. Isso tem origem nas explicações mais "simplificadas" do anarquismo, que, ao explicar sua rejeição ao Estado, contrastam ele com outras vertentes do socialismo dizendo que este rejeita o período de transição com presença do Estado e prefere uma "transição direta" ao comunismo. Mas o termo chave é a rejeição à transição estatal. Ninguém acredita que é possível chegar a um socialismo desenvolvido "da noite para o dia". O que o anarquismo defende é que a transição ocorra não de acordo com a lógica e forma de organização do Estado, hierárquica, e sim de forma "anti-estatal", autogestionária.
Essa visão sobre a inevitabilidade de um período de transição está presente na obra de vários autores anarquistas. Kropotkin, em seu texto sobre a Comuna de Paris (que é quase unanimamente reconhecida entre os autores anarquistas como sendo, se não anarquista em si, organizada em linha com os ideais anarquistas e com uma "tendência" ao anarquismo), escreve:
"Não esqueçamos que a classe média francesa gastou quatro anos (de 1789 a 1793) em ações revolucionárias, antes que conseguisse transformar a monarquia limitada numa república. Deveríamos pois surpreender-nos ao ver que o povo de Paris não conseguiu ultrapassar de um salto a distância que separa uma comuna anarquista de um governo de espoliadores?"
Ao longo do texto, Kropotkin reconhece que, assim como na transição da monarquia feudal para a República liberal, é inevitável um período de transição, e que, caso a Comuna tivesse conseguido mais tempo e realizado seu objetivo da expansão das federações livres para além da cidade, teria "inevitavelmente" sido movida na direção do aprofundamento da revolução. Diz, entretanto, que essa transição não pode simplesmente ser uma imitação das revoluções liberais do passado, mas precisa insurgir-se contra o Estado em si, através dessas federações.
Indo além da teoria, e vendo a transição na prática, em seu livro "Collectives In The Spanish Revolution", que relata a história da Revolução Espanhola misturada à experiência do autor durante sua participação nela, Gaston Leval nota como a socialização no campo, feita pelos coletivos camponeses, foi muito mais rápida e eficiente que a socialização das grandes indústrias nas cidades, tanto pela complexidade adicional da indústria catalã (que concentrava quase 70% da indústria espanhola na época), quanto pelas limitações impostas pela situação de guerra contra os franquistas, o que manteve parte da indústria em um estado de "semi-socialização".
Apesar dessas dificuldades inerentes ao processo de transição, ela foi, por princípio, gerida pelos coletivos, assembleias municipais e sindicatos autogestionários. Como Leval escreve sobre a "democracia libertária" dos coletivos espanhóis:
"Houve, na organização posta em movimento pela Revolução Espanhola e pelo movimento libertário, que era sua principal corrente, uma estruturação de baixo para cima, que corresponde a uma real federação e a uma verdadeira democracia. É verdade que desvios podem ocorrer no topo e em todos os níveis, que indivíduos autoritários podem transformar, ou buscar transformar, delegação em poder autoritário intangível. E ninguém pode dizer que esse risco nunca irá surgir. Mas a situação era bem diferente daquele que seria em um aparato estatal. No Estado que Marx, falando aos communards que escaparam ao massacre, chamou de uma "estrutura parasita" de homens instalados em posições de comando inacessíveis ao povo. Eles podem legislar, tomar decisões, dar ordens e fazer escolhas sem consultar aqueles que deverão acatar as consequências de suas decisões: eles são os mestres. A liberdade que aplicam é sua liberdade de fazer as coisas do modo que querem, graças ao aparato de leis, regras e repressão que controlam, no fim de qual estão as prisões, assentamentos penais, campos e execuções. [...] O sistema não-estatal não permite esses desvios porque os comitês de controle e coordenação, claramente indispensáveis, não vão para fora das organizações que os escolheram, mas permanecem em seu meio, sempre controláveis por e acessíveis a seus membros. Se quaisquer indivíduos contradizem seus mandatos em suas ações, é possível chamá-los a ordem, repreendê-los, e substituí-los. É somente através de tal sistema que "a maioria cria a lei".
O reconhecimento da inevitabilidade do período de transição é algo que nos dá mais uma lente através da qual olhar criticamente para as experiências anarquistas do passado, reconhecer suas vitórias e aprender com seus erros, e assim poder usá-las como material para analisar nosso contexto.
submitted by Glenarvon to Anarquia_Brasileira [link] [comments]


2020.08.15 19:01 HoBaLoy Descendo para a Toca do Coelho: Um Guia Refinado para as Teorias, Análises, etc de ASOIAF para se Perder Durante a Quarentena

Traduzido diretamente do Guia elaborado por u/BryndenBFish
Aviso: contém trocadilhos e piadas que são mais engraçadas para americanos.
Aviso 2: Contém pequenas modificações para a tradução ficar condizente.
Aviso 3: Contém MASSIVA quantidade de SPOILERS. E, sendo uma tradução, a imensa maioria está em inglês com poucas exceções que já tivemos aqui no Valiria
Descendo para a Toca do Coelho: Um Guia Refinado para as Teorias, Análises, etc de ASOIAF para se Perder Durante a Quarentena
Introdução
Então, você está sentado em casa assistindo novamente The Office pela nona vez na Netflix, tentando se convencer de que foi a maior comédia de todos os tempos (não era). Entre mordidas em Cheetos rançosos de duas semanas, você abre seu celular flip da Motorola, toca no botão do navegador, aguarda 3 minutos para que o aplicativo seja iniciado, digita "Teorias das Crônicas de Gelo e Fogo" no buscador e espera outros 6 minutos para a página carregar e violá, você está dentro.
Mas espere! Há muitas para escolher? Quais são boas?
E é aí que eu entro. Estou aqui para ajudá-lo a se perder.
Embora eu seja um co-apresentador de um podcast e tenha participado de vídeos do YouTube de vez em quando, estou fazendo deste um post somente escrito. (Sinta-se à vontade para postar no youtube ou podcast ou sei lá o quê!) Portanto, nesta lista cultivada de teorias de análises ESCRITAS, APENAS PARA LIVROS, etc, listarei textos que me deliciei ao longo dos anos e espero mantê-los entretidos durante nossos problemas atuais.
ANÁLISE
Meta: Como GRRM escreve ASOIAF
Uma Crônica de Fatos e Números: análise detalhada de / u / werthead de como cada livro no ASOIAF foi escrito com informações básicas do processo de escrita, contagem de palavras, etc:
AGOT a-song-of-facts-and-figures-game-of.html
ACOK a-song-of-facts-and-figures-clash-of.html
ASOS a-song-of-facts-and-figures-storm-of.html
AFFC a-song-of-facts-and-figures-feast-for.html
ADWD a-song-of-facts-and-figures-dance-with.html
Não quero promover meu próprio trabalho, mas escrevi bastante sobre metatópicos que podem ser do interesse de alguns de vocês. Vou criar um link para alguns deles abaixo:
Como o sucesso de GAME OF THRONES provavelmente contribuiu para a espera de OS VENTOS DE INVERNO spoilers_extended_meta_how_the_success_of_game_of/
Como uma virada sombria no POV favorito de GRRM contribuiu para a longa espera por ADWDspoilers_extended_meta_how_a_dark_turn_in_grrms/
A história que GRRM originalmente queria contar: examinando os presságios do GRRM no contexto da lacuna de cinco anosspoilers_extended_the_story_grrm_originally/
Uma teoria sobre por que GRRM pensou que poderia terminar TWOW em 2015spoilers_extended_meta_a_theory_on_why_grrm/
Uma análise e exploração do nó meereenêsspoilers_all_an_analysis_exploration_of_grrms/
Como uma profecia em ADWD foi alterada por GRRM antes do lançamento, e o que isso poderia significar para a análise de TWOW: / u / indianthane95 de como uma leitura GRRM de ADWD, Daenerys III em 2005 foi editada antes do livro ser publicado e por quê.spoilers_all_how_a_prophecy_in_adwd_was_changed/
A carta de 1993 nos mostra GRRM foreshadowing que ele mais tarde abandonou: / u / feldman10 a análise da carta de apresentação de 1993 e como GRRM mudou seus principais foreshadowings quando publicou AGOT três anos depoisspoilers_all_the_1993_letter_shows_us_some_grrm/
Na luz do sol, sem culpagrrms-thinly-veiled-gone-with-the-wind-obsession
A linha descartável em AGOT que sugere o ultimato: / u / zionius_ teoria que Daniel Abraham foi instruído por GRRM a manter nos quadrinhos, pois tem ramificações do "final”.spoilers_extended_the_throwaway_line_in_agot_that/
The ASOIAF Archives Series: / u / jen_snow análises magistrais de todas as maneiras como os capítulos base foram alterados antes de sua publicação.spoilers_extended_asoiaf_archives_september_2000/
Como GRRM reescreve ASOIAF: visão detalhada de / u / zionius_ sobre as reescritas de ASOIAF por GRRM com foco especial em AFFC / ADWD.how_grrm_rewrites_comparing_affc_draft_chapters/
Análises Narrativas
Um guia completo para a sucessão Westerosi por / u / galanix: um dos recursos mais úteis para tentar determinar quem é o próximo a realeza / senhorio / o que quer que seja.spoilers_all_complete_guide_to_westerosi/
O Meereenese Blot forneceu as melhores defesas da escrita de GRRM dos arcos de personagens de Dany, Jon, Tyrion e enredos Dorneses em AFFC / ADWD. Escrito entre 2013 e 2014 por / u / feldman 10, estou incluindo-os nesta seção como o foco no valor narrativo desses personagens POV
Desembaraçando o nó meereenês: Dany
Parte 1: Quem envenenou os gafanhotos?untangling-the-meereenese-knot-part-i-who-poisoned-the-locusts/
Parte 2: A paz era realuntangling-the-meereenese-knot-part-ii-the-peace-was-real/
Parte 3: A luta de Dany consigo mesmauntangling-the-meereenese-knot-part-iii-danys-struggle-with-herself/
Parte 4: Uma Daenerys Sombriauntangling-the-meereenese-knot-part-iv-a-darker-daenerys/
Parte 5: Hizdahr e Paz ou Daario e Guerrauntangling-the-meereenese-knot-part-v-hizdahr-and-peace-or-daario-and-wa
Outras Guerras: Jon
Parte 1: O Coração Nobre e o Maior Dever de Jonother-wars-part-i-jons-noble-heart-and-greater-duty/
Parte 2: Apoio de Jon a Stannisother-wars-part-ii-jons-support-for-stannis/
Parte 3: A Missão de Manceother-wars-part-iii-the-mance-mission/
Parte 4: Pessoas Querendo Ajuda: Alys Karstark e a Missão Hardhomeothers-wars-part-iv-people-wanting-help/
Parte 5: A Paz, a Carta Rosa e o Discurso do Salão dos Escudosother-wars-part-v-the-peace-the-pink-letter-and-the-shieldhall-speech/
Parte 6: Três perguntas sobre o futuro de Jonother-wars-part-vi-three-questions-about-jons-future/
Pagando Suas Dívidas: Tyrion
Parte 1: Tyrion em Porto Realpaying-his-debts-part-i-tyrion-in-kings-landing/
Parte 2: Sofrimentos, Prostitutas e um Jogo de Cyvassepaying-his-debts-part-ii-sorrows-whores-and-a-game-of-cyvasse/
Parte 3: Tyrion e Pennypaying-his-debts-part-iii-tyrion-and-penny/
Jardins de Água e laranjas sanguíneas: Dorne
Parte 1: A Víbora e a Gramawater-gardens-and-blood-oranges-part-i-the-viper-and-the-grass/
Parte 2: Ambições de Ariannewater-gardens-and-blood-oranges-part-ii-ariannes-ambitions/
Parte 3: Dever e Destino de Quentynwater-gardens-and-blood-oranges-part-iii-quentyns-duty-and-destiny/
Parte 4: Termina em Sanguewater-gardens-and-blood-oranges-part-iv-it-ends-in-blood/
A última tentação de Jon Snow: nesta série de duas partes, / u / MaesterMerry analisa o mandato de Jon Snow como Senhor Comandante da Patrulha da Noite, prestando atenção especial à narrativa e às lutas filosóficas do mundo real que GRRM escreve na história de Jon em ADWD
Parte 1: Matando o Meninohttps://upfromunderwinterfell.wordpress.com/2019/06/15/the-last-temptation-of-lord-commander-snow-part-1-killing-the-boy/
Parte 2: A escolhahttps://upfromunderwinterfell.wordpress.com/2020/02/05/the-last-temptation-of-lord-commander-snow-part-2-the-choosing/
Sansa, Jeyne, Theon: Saber seu nome: A especulação de/ u / Zombie-Bait sobre a repetição de temáticas em TWOW e como Sansa irá emular Cat em TWOW para os Senhores do Vale.https://liesandarbor.wordpress.com/2018/12/04/sansa-jeyne-and-theon-you-have-to-know-your-name/
Momentos de Arranhão de Disco: GRRM e Misdirection: Como GRRM confunde seus leitores com misdirection com uma súbita sacudida na narrativaspoilers_extended_record_scratch_moments_grrm_and/
Clube das Donzelas Mortas: Uma análise crítica de como GRRM usa as mortes de mulheres e mães, em particular na ASOIAFhttps://joannalannister.tumblr.com/post/162408885186/the-dead-ladies-club
Milhões de pêssegos, pêssegos para mim: análise de / u / fat_walda de como os alimentos são usados ​​na ASOIAF para iluminar temas e a divisão socialspoilers_all_millions_of_peaches_peaches_for_me/
Memórias de Limão, ou Lemories, ou Como eu Aprendi a parar de ingerir papel laminado e compreender ASOIAF: reflexão de / u / jonestony710 sobre como ele começou a pensar “através do papel alumínio” no que se refere à Casa com a Porta Vermelhaspoilers_extended_lemon_memories_or_lemories_o
São lobos que pretendo caçar: Matt do podcast Davos Fingers rastreia todas as conspirações Frey / Bolton / Lannister para chegar ao Casamento Vermelhohttps://davosfingers.tumblr.com/post/146273054899/it-is-wolves-i-mean-to-hunt-the-motivations-of
Análises Políticas / Legais
Coroas ocas e espinhos mortais - Parte IV: Renly e Stannis: Esta série inteira de Steven Attewell foi excelente, mas este ensaio é o “crème de la crème”. Nele, Attewell analisa as concepções e visões de Renly & Stannis sobre a realeza.https://towerofthehand.com/blog/2013/06/17-hollow-crowns-deadly-thrones/index.html
Mãos do Rei: / u / vikingkingq dá uma olhada nas mãos de várias Mãos do Rei na ASOIAF:
Os primeiros Mãoshttps://towerofthehand.com/blog/2012/04/17-hand-of-king-early-hands/index.html
Mãos em crise (Bloodraven e Baelor Quebra-Lanças)https://towerofthehand.com/blog/2012/04/24-hands-of-king-hand-in-crisis/index.html
Tywin, o Grande?https://towerofthehand.com/blog/2012/05/22-hands-of-king-tywin-great/index.html
Os homens honestos (Jon Arryn e Ned Stark)https://towerofthehand.com/blog/2012/10/23-hands-of-king-two-honest-men/index.html
Tyrion Lannisterhttps://towerofthehand.com/blog/2012/12/12-hands-of-king-tyrion/index.html
Em uma série de ensaios que examinam as leis e costumes de Westeros, / u / LawsOfIceAndFire desconstrói a estrutura legal do reino
Governe o reino (meninas): Uma Análise do Grande Conselho de 101https://lawsoficeandfire.wordpress.com/2019/04/10/rule-the-realm-girls/
O fim de Game of Thrones e o enigma da sombra de Varys: O enigma de Varys no contexto da série e dos livroshttps://lawsoficeandfire.wordpress.com/2019/05/09/power-resides-where-men-believe-it-resides-but-which-men/
O grande não varrida de Tyrion Lannister com a Justiça Criminal de Westerosihttps://lawsoficeandfire.wordpress.com/2019/07/12/tyrion-lannisters-not-great-interactions-with-westerosi-criminal-justice/
Oferta, aceitação, pão e sal: uma análise jurídica do contrato de direito de hóspede: Direito de Hóspede, como funciona, costumes, o que acontece quando foi violadohttps://lawsoficeandfire.wordpress.com/2019/09/16/bread-and-salt-offer-and-acceptance-a-legal-analysis-of-the-guest-right-contract/
Por que não deveríamos nos governar novamente? - Westeros e o contrato socialhttps://lawsoficeandfire.wordpress.com/2020/01/29/why-shouldnt-we-rule-ourselves-again-westeros-and-the-social-contract/
O gênio financeiro de Mindinho, de / u / Militant_Penguin, sobre como Mindinho está negando suas perdas financeiras no Vale em AFFC.spoilers_affc_the_financial_genius_of_littlefinge
Análise Geográfica / Regional / Casas / Diversos
Uma ordem dos sussurros, uma cidade dos segredos: Uma Análise de Braavos, o Banco de Ferro e os Homens Sem Rostohttps://upfromunderwinterfell.wordpress.com/2018/03/16/an-order-of-whispers-a-city-of-secrets/
O lado escuro dos Portões da Lua: / u / Zombie-Bait examina o Vale na História e em TWOWhttps://liesandarbor.wordpress.com/2018/12/04/the-dark-side-of-the-moon-doo
Fosso Cailin, Fosso de Problemas: análise de / u / bookshelfstud de Fosso Cailin como um cenário em ASOIAF e o que está reservado para TWOWspoilers_extended_moat_cailin_moat_problems_a/
A ascensão e queda da casa Velaryon: / u / bookshelfstud's análise de como uma das casas históricas mais poderosas de Westeros perdeu seu poder na época do AGOThttps://offmichaelsbookshelf.wordpress.com/2015/06/23/high-tide-the-rise-and-fall-of-house-velaryon/
Como o Cão foi armado: uma reflexão sobre a arte e a armadura da Idade Média: análise de / u / fat_walda sobre a armadura de Sandor Clegane e como ela se compara à armadura medieval realspoilers_main_how_the_hound_was_helmed_an/
Escamagris em ASOIAFhttps://justadram.tumblr.com/post/57454498995/meta-monday-greyscale
Água, água, em todos os lugares: análise de / u / mightyisobel da água e como GRRM escreve belas cenas de água em toda ASOIAF (mas especialmente em AFFC) e o que isso significaspoilers_affc_water_water_everywhere/
Os mapas de ASOIAF: / u / werthead's um olhar para a geografia de Planetos com extensa análise de como a geografia do mundo foi criadahttps://atlasoficeandfireblog.wordpress.com/page/16/
Filhos Targaryen + não Targaryen sempre favorecem o pai não Targ: Uma teoria que pode ter influenciado GRRM a mudar a cor do cabelo da Princesa Rhaenys.targaryen-non-targaryen-children-always-favor-the-non-targ-parent/
Análise de Personagem
Meu co-apresentador de podcast e amigo / u / poorquentyn fez algumas das melhores análises de personagens POV em ADWD. Vou criar um link para todos eles aqui:
Tyrion em ADWDhttps://poorquentyn.tumblr.com/tagged/tyrion-in-adwd/chrono
Davos em ADWDhttps://poorquentyn.tumblr.com/tagged/davos-in-adwd/chrono
Quentyn em ADWDquentyn-in-adwd/chrono
De Peão a Jogador: Repensando Sansa: Leitura incrivelmente detalhada do enredo de Sansa com toneladas e toneladas de análises - tanto literárias quanto in-story.from-pawn-to-player-rethinking-sansa-xxi/
Tantos votos: juramentos em conflito: / u / somethinglikealawyer excelente análise e ensaio sobre a Torre da Mão e sobre como GRRM usa juramentos como um veículo para conflito pessoal e nacional em ASOIAFso-many-vows-oaths-in-conflict/index.html
Filha da Morte: As Crônicas de Gelo e Fogo, o Herói Trágico Shakespeariano Análise de / u / glass_table_girl sobre os temas de Shakespeare da história de Daenerys Targaryen e por que isso significará sua morte nos livrosdaughter-of-death-a-song-of-ice-and-fires-shakespearean-tragic-hero/
Vocês não são as pedras, mas os homens: Ned Stark e Brutus: O olhar de ShakesOfThrones sobre as comparações entre Gaius Brutus e Ned Starkyou-are-not-stones-but-men-ned-and-brutus/
Stannis Baratheon: MacBeth Revisited: Análise de ShakesOfThrones de Stannis Baratheon, comparando-o à figura shakespeariana de MacBethstannis-baratheon-macbeth-revisited/
Herói com Mil Faces: Os Mentores de Jon Snow, Parte 1: O Lobo Quieto: / u / housemollohan dá início a uma série sobre os mentores de Jon com uma análise do relacionamento de Jon com seu pai Ned Stark.spoilers_extended_the_hero_with_a_thousand/?utm_source=share&utm_medium=ios_app&utm_name=iossmf
Ben Mulato Plumm: mau jogador de Cyvasse, pior poker face: / u / SerDonalPeaseburyspoilers_extended_brown_ben_plumm_bad_cyvasse/
Uma estrela cadente em Westeros por / u / Zombie-Bait: Analisa Ashara na história: quem era ela, o que ela queria, ela está viva?a-falling-star-in-westeros-pti-analyzing-ashara-dayne/
Sansa e a boa rainha Alysanne: / u / Zombie-Bait compara a Eleanor de Aquitânia "Histórica" ​​e "Moderna" em ASOIAF.sansa-and-good-queen-alysanne/
Misericórdia, misericórdia, misericórdia: explorando os enredos de Arya, Sansa e Sandor: / u / Zombie-Bait explora os temas de personagens paralelos e dispositivos de narração de histórias que GRRM usa para Arya, Sansa e Sandor.mercy-mercy-mercy-sansa-sandor-and-arya/
Senhora Catelyn: o vazio da Coração de Pedra: / u / Zombie-Bait dá uma olhada detalhada em quem Catelyn Stark é antes e depois de se tornar Senhora Coração de Pedralady-catelyn-the-stone-hearted-emptiness/
O valor da prata: rainhas e moedas - ou "Como a história de Daenerys se parece com a origem de seu nome": análise de / u / glass_table_girl do nome de Dany e uma moeda romana para a qual GRRM pode ter chamado a atençãospoilers_all_the_value_of_silver_queens_and_coins/
A conexão de Papel Alumínio: Por que não devemos confiar em Marwyn: análise crítica de / u / bookshelfstud sobre Marwyn, o Mago, e como ele pode ser um loucothe-tinfoil-link-dont-trust-marwyn/
Perseguindo o Dragão, Parte 1: Analisando um Alquimista: / u / 4187021 a análise abrangente do que o alquimista está fazendo em Vilavelha.chasing-the-dragon-part-1-analyzing-an-alchemist/
Análise Militar
Estratégias de guerra em Westeros por Ken Mondschein: Uma análise aprofundada das Táticas de Guerra Westerosi e como ela se compara à história militar medieval na Europa Ocidental.strategies-of-war-in-westeros/
Muitos anos atrás, escrevi vários ensaios sobre os vários comandantes da ASOIAF. Você pode encontrá-los abaixo:
Robb Starka-complete-analysis-of-robb-stark-as-a-military-commande
Stannis Baratheona-complete-analysis-of-stannis-baratheon-as-a-military-commande
Jaime Lannisterthe-evolution-of-jaime-lannister-as-a-military-commande
Daenerys Targaryena-complete-analysis-of-the-slavers-bay-campaign/
Tywin Lannister:
Parte 1: a lealdade não é opcional até que sejawins-and-losses-a-command-analysis-of-tywin-lannister-part-1-loyalty-isnt-optional-until-it-is/
Parte 2: O Senhor Orgulhosowins-and-losses-a-command-analysis-of-tywin-lannister-part-2-the-proud-lord/
Parte 3: Os frutos da derrotawins-and-losses-a-command-analysis-of-tywin-lannister-part-3-the-fruits-of-defeat/
Parte 4: Penas e Corvoswins-and-losses-a-command-analysis-of-tywin-lannister-part-4-quills-and-ravens/
Parte 5: Alimentando Corvoswins-and-losses-a-command-analysis-of-tywin-lannister-conclusion-feeding-crows/
A Guerra dos Cinco Reis: Análise militar de Stefan Sasse da Guerra dos Cinco Reisfivekings/index.html
TEORIAS
Teorias Gerais
Teoria Blackfyre - Teoria que Aegon VI Targaryen não é filho de Rhaegar Targaryen, mas é na verdade um pretendente Blackfyre.teoria_blackfyre/
O Rei Afogado e o Corvo Sem Rosto: Uma análise bastante convincente sobre a culpabilidade de Euron Greyjoy na morte de Balon Greyjoy.the-drowned-king-and-the-faceless-crow-complete-analysis/
A Grande Conspiração Nortenha - Teoria de que os nortenhos estão jogando Roose e Stannis um contra o outro para colocar Rickon Stark ou Jon Snow como o novo Rei do Norte.a_grande_conspira%C3%A7%C3%A3o_nortenha_parte_7/
Sandor Clegane é o Coveiro - Teoria de que Sandor Clegane não morreu e é o coveiro que Brienne encontrou na Ilha Quieta em AFFC.GravediggeTheories
Lyanna Stark é o Cavaleiro da Árvore que Ri - Teoria de que o CDAQR é Lyanna Stark que defendeu a honra de Howland Reed contra os Freys e combateu no torneiro contra os Freys.Knight_of_the_Laughing_Tree/Theories
R + L = J - O melhor artigo sobre a teoria de que Rhaegar Targaryen foi para a cama com Lyanna Stark e o fruto de sua união foi Jon Snow.https://www.reddit.com/Valiria/comments/ea8tcv/rlj/
Uma morte fria na neve: a teoria de / u / JoeMagician de que Waymar Royce foi identificado como um Stark por Craster. Os Outros aceitaram essa informação e colocaram Waymar em algum tipo de teste ritualizado de suas habilidades de esgrima e que tipo de espada ele possuía.spoilers_extended_the_killing_of_a_range
O Apocalipse Eldritch: / u / poorquentyneldritch-apocalypse/
Mil olhos e uma névoa cinzenta: teoria de que sempre que uma névoa cinza aparece nos livros, isso significa que Bloodraven e/ou Bran estão observandoa-thousand-eyes-and-one-grey-mist/
Irmã Sombria: A conexão de Meera e Arya está por vir, e como ambas irão empunhar a Irmã Sombria.https://liesandarbor.wordpress.com/2018/12/04/the-dark-sister-on-meera-and-arya/
A Pedra de Georgetta: Decifrando uma Mensagem Final A teoria do almirantekird sobre como as últimas palavras de Robert para Ned podem ser comparadas às últimas palavras de Lyanna para Ned.spoilers_all_the_georgetta_stone_deciphering_a/?utm_source=share&utm_medium=ios_app&utm_name=iossmf
Quem era o patrono de Mandon Moore: uma análise de / u / galanix em que teoriza que Mandon Moore foi apoiado por Mindinho, que disse a ele para matar Tyrion na Água Negraquem_mandou_mandon_moore_matar_tyrion/
Stannis enviou uma carta: / u / a4187021 teoria de que Stannis usa o corvo do Meistre Tybald para enviar informações falsas a Winterfell, dizendo-lhes que ele está mortospoilers_all_stannis_sent_a_lette
Teorias históricas
Ambições Sulistas - Teoria de Stefan Sasse de que os Starks, Arryns e Tullys estavam se unindo através do casamento para se opor e possivelmente depor Aerys II Targaryen. (Esta é a minha teoria ASOIAF favorita de todos os tempos)ambi%C3%A7%C3%B5es_sulistas/
A Conspiração de Harrenhall / u / KingLittlefinger: A teoria de que Rhaegar estava planejando convocar um Grande Conselho contra seu pai Aerys II no Torneio de Harrenhall em 281 AC, mas tudo deu errado
Parte 1: As Três Facçõesspoilers_everything_the_harrenhal_conspiracy_part/
Parte 2: um banquete, uma justa e uma coroathe_harrenhal_conspiracy_part_ii_a_feast_a_joust/
Parte 3: Um Rato na Masmorraspoilers_everything_the_harrenhal_conspiracy_part/
Parte 4: O Dragão e a Bruxaspoilers_everything_the_harrenhal_conspiracy_part/
S + B = M: Mel – A Estrelha Vermelha Sangrando / Melony Seastar (revisado): teoria de que Melisandre é filha de Bloodraven e Shiera Seastarspoilers_all_sbm_mel_the_red_star_bleeding_melony/
Resgate na Encruzilhada: / u / lady_gwynhyvfar a teoria de que Rhaegar Targaryen resgatou Lyanna Stark na Estalagem da Encruzilhada para evitar sua captura e assassinato por Aerys II Targaryenrescue-at-the-crossroads/
Sexto Campeão de Rhaegar: / u / jen_snow especula sobre quem foi a sexta pessoa envolvida no "sequestro" de Lyanna Stark por Rhaegar Targaryenspoilers_everything_rhaegars_six_companions/
Teorias TWOW
A Lamparina da Noite: uma teoria alternativa sobre como Stannis vai destruir os Freys em TWOW - / u / cantuse postula que Stannis usará um farol falso para atrair os Frey para a morte na Vila dos Arrendatários.lamparina_da_noite/
A Tragédia dos Três Cavaleiros: a teoria de / u / M_J_Crakehall de que Jaime exigirá um julgamento por combate e, quando o fizer, Senhora Coração de Pedra nomeará Brienne de Tarth, mas Hyle Hunt assume seu lugar como campeã por despeito pelo relacionamento de Jaime e Brienne.spoilers_extended_a_tragedy_of_three_knights/
A Dragon Dawn: Em 2014, escrevi uma série de várias partes prevendo como a Batalha de Fogo seria em TWOW. Algumas das informações estão um pouco desatualizadas (Afinal, Euron não está seguindo Victarion para Meereen), mas vou criar um link para a série abaixo
Parte 1: A tempestade se aproximaa-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-part-1-the-gathering-storm/
Parte 2: Cidade na Bordaa-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-part-2-city-on-the-brink/
Parte 3: Os Portões do Destinoa-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-part-3-the-gates-of-fate/
Parte 4: A Canção do Doce Açoa-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-part-4-a-sweet-steel-song/
Parte 5: A Pirâmide Ardentea-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-part-5-the-burning-pyramid/
Parte 6: Fogo e Sanguea-dragon-dawn-a-complete-analysis-of-the-upcoming-battle-of-fire-conclusion-fire-and-blood/
O mercenário mais ousado de todos: / u / lady_gwynhyfvar a análise detalhada de Bem Mulato Plumm e a teoria de que Ben Mulato tentará roubar um dragão e se juntar ao Jovem Griffbrown-ben-plumm-the-boldest-sellsword-of-them-all/
Conectando os pontos na Senhora Dustin: teorias de / u / ser_dunk_the_lunk sobre o que a Senhora Dustin está tramando em Winterfell e como ela está trabalhando com Mance Rayderspoilers_all_connecting_the_dots_on_lady_dustin/
Ondulações na paisagem dos sonhos: GRRM mostra sua mão: teoria de / u / bookshelfstud de que Euron está planejando cometer um sacrifício de sangue na batalha contra a Frota Redwyne para levantar krakens spoilers_twow_ripples_in_the_dreamscape_grrm/
O Rei Ferido em Winterfell: / u / Teoria de Bookshelfstud de que Stannis Baratheon será ferido em uma de suas próximas batalhas e se tornará o rei pescador em Winterfellspoilers_extended_the_wounded_king_of_winterfell/
O Retorno do Lobo Branco: A análise intensiva de / u / bookshelfstud de como o personagem de Jon Snow retornará como em TWOW pós-morte.return-of-the-white-wolf-jon-is-coming-back/
Vou Encontrar Outro e o Casamento Vermelho 2.0: / u / indianthane95 nos mostra como Coração de Pedra está planejando um segundo Casamento Vermelho contra os Freys e Lannistersspoilers_all_ill_find_another_and_the_rw_20/
Teoria do Prólogo de TWOW: O Homem Silencioso: teoria de / u / feldman10 de que Ser Ilyn Payne será o ponto de vista do Prólogo para TWOWspoilers_extended_twow_prologue_theory_the_silent/
Teorias mágicas
Sob a estrela sangrenta: A fantástica análise de Stefan Sasse sobre o papel da profecia e da magia na ASOIAF.20-under-bleeding-sta
O inferno é real: / u / JoeMagician's teoria de que os valirianos usam a magia do fogo para criar criaturas do fogo como escravos eternos sem memória, o que fez com que os homens sem rosto se levantassem para acabar com elesspoilers_extended_hell_is_for_real_the_fourteen/
Origens do dragão: / u / CrowfoodsDaughter, a teoria de que os dragões se originaram no Grande Império do Amanhecer.153592-dragon-origins-part-i/&tab=comments#comment-8323214
No lado mais leve
Como seria se todas as teorias da ASOIAF se tornassem verdadeiras?spoilers_published_what_would_asoiaf_be_like_if/cjd15oh/
Desenhe sua cena favorita no ASOIAF com o MS Paintspoilers_main_draw_your_favorite_scene_in_ms_paint/
O membro de Tormund e a questão da percepção de escala em Westeros .: / u / fat_walda avaliação de quão grande o pau de Tormund Giantsbane realmente éspoilers_all_tormunds_member_and_the_issue_of/
Conclusão
Espero que vocês considerem tal tópico útil.
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2020.08.12 02:31 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 02:03 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 01:56 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.


Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.10 10:33 d_sandstrom RAÇAS [MASTERPOST]

RAÇAS [MASTERPOST]
EU NÃO ACHEI QUE EU CONSEGUIRIA AINDA ESSE MÊS, MAS EU CONSEGUI, ENTÃO, POR FAVOR, DÊEM FEEDBACKS.
E AQUI ESTÁ O MANUAL COMPLETO DE RAÇAS DE PLURALYIAH.
Tem alguns desenhos, e todos feitos por mim.
SUMÁRIO
  1. ALLIGATOR
  2. ANÃO
  3. ATLANTE
  4. BOTO-COR-DE-ROSA
  5. BISEÉ (MEIO BISÃO VOADOR)
  6. CURUPIRA
  7. ELFO (tem arte)
  8. ELFO DO CÉU
  9. ELFO GÉLIDO
  10. ELFO NEGRO (tem arte)
  11. FE-ÉRY
  12. FEITHNARI (tem arte)
  13. FINTROLL
  14. PARVUS
  15. HUMANO
  16. MAGMARÉU
  17. MEDUSA
  18. MEFITE (tem arte)
  19. MINOTAURO
  20. REPTILIANES
  21. GEENY
  22. SEREIA/TRITÃO
  23. REPROBI

Anão
Uma das raças fundadoras de Pluralyiah, disputava em números junto com Elfos até que humanos começaram a se espalhar como uma praga, sendo filhos de várias misturas e raças.
Habilidades de Raça
+3 Carisma, +3 Perspicácia; tamanho menor
MÃOS GENTIS
Você adiciona seu modificador de carisma ou perspicácia em testes de Ladinagem e Furtividade, essa escolha deve ser feita assim que a ficha estiver pronta.
AFÁVEL
Como criador e fundador da maior parte dos continentes, você consegue entender qualquer língua humanoide do mundo material de Pluralyiah.
FORTE COMO UMA FORMIGA
Você consegue carregar até 6x o seu próprio peso.
ENGENHOSO
Você consegue entender o funcionamento de qualquer engenhoca não-mágica gastando duas horas observando-a, mesmo sem tocá-la.

Atlante
Habilidades de Raça
+2 Força, +2 Perspicácia, +2 Agilidade -2 Constituição
Uma raça vinda de pessoas que moravam em ilhas que acabaram se afundando pouco a pouco, forçando-os a passar cada vez menos tempo na água e se relacionando mais com sereias do que com sues próprias espécies. SIM, SUES, ESSA RAÇA É UMA MISTURA DE QUALQUER RAÇA TERRENA COM SEREIAS E TRITÕES.
MESTRE DOS MARES
Você pode utilizar a magia Compreender Idiomas em qualquer criatura aquática com modificador de inteligência superior a 2, além disso, enxerga completamente em escuridão, incluindo camuflagem total por até 32M
CORPO FLUIDO
O veneno se espalha pelo seu organismo como se espalha pelo oceano, tem penalidade 3 em envenenamento, e como no oceano se dissipa em você, tendo sua duração reduzida pela metade em efeitos negativos de envenenamento.
OSCILAR
Seus ancestrais passavam a vida lutando nas águas, então, fora delas, seus ataques têm mais poder e pressão. Pode nadar com deslocamento de 14m e envenenar suas garras para usá-las como ataque natural numa quantidade de vezes por dia igual a 1+ o seu modificador de constituição.
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.

BOTO-COR-DE-ROSA
Habilidades de Raça
+4 de bônus em carisma, +2 em agilidade, -2 em força
Uma nova criação do acasalamento de Atlantes e Sereias/Tritões. Estes são a culpa do mito de mulheres que, após um dia de descanso na praia, aparecem grávidas de um homem que pulou nos mares/rios e muitas vezes sumiu, jamais sendo visto novamente.
HUMANO QUASE COMPLETO
Você ganha um uso da magia seduzir em qualquer raça, gênero ou etnia, para resistir, e alve deve passar em um teste de CD15 (+ o modificador de carisma de conjuradore). Caso e alve falhe no teste, atenderá a qualquer pedido cortês, lascivo ou carnal de conjuradore por duas horas. Uso limitado à atividade de seduzir. Caso e alve seja bem-sucedido, saberá que e conjuradore tentou lançar uma magia, mas isso não limita sua reação, talvez ele já quisesse algo com e conjuradore.
DROGA, UMA BARBATANA
Essa criatura deve fazer um teste de vontade toda vez que entrar na água para não virar um boto, e toda vez que sair da água para não virar um humano – a não ser que essa seja sua vontade. É um teste de Constituição de CD13.
CARISMÁTICO
Como um bom boto sedutor, você recebe +5 em testes de diplomacia, cortejo, flerte e enganação, além de sua velocidade de deslocamento aumentar em 3m, na água sua velocidade de deslocamento aumenta em 15m.
BOTO VELOZ
Sua velocidade de deslocamento aumenta em 3m, na água sua velocidade de deslocamento aumenta em 15m.

BISEÉ (MEIO BISÃO VOADOR)
Habilidades de Raça
+4 força, +2 constituição, -2 perspicácia
Biseés costumam ser tímidos, mas isso não é uma regra, só se sentem inferiores em aparência em relação às demais raças, por mais que muitos o achem fofos. É comum pessoas quererem adotarem Biseés, e isso os incomoda.
HERANÇA DO BISÃO VOADOR
Você é tem sangue de Bisão voador, por isso recebendo o nome de Biseé (se pronuncia bizí). Sua pele é coberta por pelagem e você tem pequenos chifres acima das sobrancelhas, além de uma cauda achatada.
+2 em jogadas de ataque para atropelar e empurrar.
+4 em jogadas de ataque (em vez de +2) quando faz investidas.
ARMA NATURAL
Você tem chifres e pode executar um ataque adicional por rodada com os chifres ou um giro batendo com a cauda causando 1d6 de dano, mas sofre penalidade de –2 em todos os ataques (incluindo este). Atacar com a causa exige uma ação de movimento livre e empurra inimigos para 3m de você.
VÔO MÁGICO
Sua cauda é uma herança mágica, há uma crença de que apenas com ela é possível que um Biseé levante voo, sendo um instinto batê-la no chão para levantar voo mágico, mas isso não é verdade. Todavia, um Biseé consegue levantar vôo tendo 1m livre atrás de si, podendo voar até 15m acima do chão.
AMASSAR
Sua cauda consegue quebrar ou amassar qualquer objeto que não seja composto por materiais preciosos de até tamanho médio.

CURUPIRA
Habilidades de Raça
+3 perspicácia, +3 agilidade, -2 constituição
Curupiras são protetores da mata, muito ágeis e sábios, sempre pregando peças em quem tenta machucar a natureza e muito amigo de tudo o que é vivo.
BOM FRUTO
Você consegue achar qualquer coisa boa para se alimentar na natureza, e reconhecer instintivamente se algo está envenenado.
IRRASTREÁVEL?
A anatomia dos seus pés funciona para o lado contrário da anatomia humana, sendo assim, para te rastrear, e rastreadore tem que fazer um teste de CD 15 (+ o modificador de agilidade de curupira)
EMPATIA ANIMAL
Não precisa realizar testes para adestrar ou montar em animais.
CORRA, CURUPIRA, CORRA!
Sua velocidade de deslocamento aumenta em +6m.

Elfo

https://preview.redd.it/h4oxs5w5y4g51.png?width=1500&format=png&auto=webp&s=5e0752635a7d054387b45f01f03637fc4b325181
Habilidades de Raça
+2 em carisma, +4 em perspicácia, -2 força
FLUIDEZ CORPÓREA
Você sabe dançar qualquer coisa – muito bem, usar espadas curtas, espadas longas, floretes e arcos (curtos, longos e compostos), recebendo Treino em Arma em duas dessas armas sem consumir seus pontos de talento. A escolha das duas armas deve acontecer antes de a ficha ser finalizada e não pode ser modificada.
O QUE VEM DE MAGO NÃO ME ATINGE
A herança mágica corre em suas veias, recebe +4 em testes para resistir à magia e sofre 2 a menos de dano por magia arcana.
MAGIA METALÓGICA
A magia pra você é uma ciência, e uma vez dominada, é uma faca de dois gumes. Suas magias aumentam todos os efeitos numéricos em 6 – incluindo se você for afetado pela própria magia, além disso, consegue lançar as magias Esferas Luzentes, Sono e Pasmar ainda que não pertença a uma classe arcana.
AURA MÁGICA
O dobro do seu modificador de perspicácia é igual à sua EM se não for treinado numa classe arcana. Caso pertença a uma classe arcana, apenas seu modificador de perspicácia se soma à sua PM, e não o dobro.

Elfo do Céu
Habilidades de Raça
-2 Carisma, +2 Agilidade, +4 Força
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.
ELFO... DO CÉU!
Você tem asas de 1,5m e pode voar com o dobro do seu deslocamento terreno. Para lançar vôo, você precisa estar entre o espaço livre de 3m em quaisquer direções paralelas (norte-sul/leste-oeste... etc). Você pode dormir enquanto voa e voar não te causa cansaço ou impede de utilizar armas. Recebe penalidade 2 para andar em terreno difícil além da penalidade coum.
ANJO QUASE-SEM ASAS
Você pode lançar a magia ilusão em uma quantidade de vezes por dia igual ao seu modificador de Carisma +1 para esconder suas asas.
VIGILANTE
Você não precisa dormir, e consegue se recuperar completamente em vida e PM meditando por 3h, no entanto, isso te faz pouco sociável devido ao estresse por privação de sono.

ELFO GÉLIDO
Habilidades de Raça
+4 em constituição, +2 em força, -2 carisma
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.
CORAÇÃO DE GELO
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil quando esse terreno é gelo, neve, ou terreno frio; NA VERDADE, você ganha 3m de velocidade de deslocamento nesses terrenos e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Você não precisa esquentar frutos do mar para comer e nem se agasalhar no frio.
CICATRIZAR
O gelo também é muito eficaz para cicatrizar feridas, e pela adaptação élfica, você é capaz de escolher uma parte do seu corpo por ação de movimento para ser cicatrizada e curar 1d4 de vida – você não pode utilizar essa habilidade se não estiver sob efeito de sangramento a não ser que tenha acabado de ser ferido por até 5 de suas ações de movimento anteriores ao uso dessa habilidade.
Partes do corpo para se concentrar: Mãos, Antebraços, Bíceps, Peitoral, Abdome, Costas, Cintura, Coxa, Canela, Panturrilha, Pés, Pescoço, Cabeça, Região entre-ombros.
VISÃO PERFEITA
Acostumade a ter épocas de penumbra distantes das épocas de Sol, sua visão se adapta facilmente a qualquer claridade – ou à falta dela. Você enxerga qualquer coisa que não esteja sendo bloqueada da sua visão em linha reta num raio de 32m

ELFO NEGRO
https://preview.redd.it/lhmxh6m3y4g51.png?width=4096&format=png&auto=webp&s=7071d537144fd5fdd4e8dfbbbe48bac4661e37b2
+2 em constituição, +2 em agilidade, +2 carisma, -2 em uma habilidade à sua escolha
A CURA PELA DOR
Você pode cauterizar qualquer ferimento utilizando uma ação de movimento – tanto seus quanto de outras criaturas vivas. Role 1d2 (metade de 1d4) de dano, a criatura deve estar disposta a sofrer o resultado em troca do estancamento daquela região. Se a criatura não morrer, ela cura 1d4 de vida.
CORAÇÃO SOLAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil quando esse terreno é neve, brasa, ou terrenos vulcânicos; NA VERDADE, você ganha 3m de velocidade de deslocamento nesses terrenos e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Você não precisa se proteger do calor e consegue esquentar qualquer condimento utilizando de sua concentração nas mãos.
VIGILANTE ETERNO
O sol te vitaliza, ficar por três horas no Sol, sem entrar em sombras, recupera sua vida e sua Essência Mágica como se tivesse entrado em sono profundo. Você pode ficar acordado pra sempre se for inteligente.
SÍSMICO
Você consegue rastrear qualquer criatura que esteja sob o mesmo solo que você a 12m.

Fe-éry
Habilidades de Raça
+2 carisma, +2 agilidade, +2 perspicácia, -2 força
AGORA VOCÊ ME VÊ...-
Seu tamanho torna fácil se esgueirar, espiar e se esconder. Você recebe +5 em testes de furtividade e ladinagem.
PÓ DE FE-ÉRY
Pode lançar a magia Leque Cromático OU Levitação por uma quantidade de vezes igual a 1+ metade arredondada para inferior do seu modificador de Carisma. Uma vez no dia feita essa escolha, só poderá ser modificada após dormir.
ZUUUMMM...
Você tem asas de 60cm, seu tamanho não pode ultrapassar 1m, e pode voar com o dobro do seu deslocamento terreno. Para lançar vôo, você precisa estar entre o espaço livre de 60cm em quaisquer direções paralelas (norte-sul/leste-oeste... etc). Você pode dormir enquanto voa e voar não te causa cansaço ou impede de utilizar armas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.

Feithnari
https://preview.redd.it/1cu3oap7y4g51.png?width=2088&format=png&auto=webp&s=7933351930efab812ab4e8c72e63d56c3d489cb2
Habilidades de Raça
+4 perspicácia, +2 força, -2 perspicácia
ESVOEJAR
Recebe Classe de Armadura +7, seu corpo é envolvido por plumagem de penas de protegem e envolvem todo o seu corpo, suas asas são resistentes e rápidas o suficiente para impedir muitos ataques.
POUSO LEVE
Deslocamento base 6m, pode voar com o triplo de seu deslocamento terreno e se sustentar em armas, cordas, fios, rochas e telhados sem penalidades por terreno difícil. Está constantemente sob efeito do talento Queda Suave, mesmo com as asas presas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.
ARMAS NATURAIS
Possui garras afiadas no lugar das unhas e bico afiado sensível à polaridade do Globo Pluralyiano no lugar da boca, tem bônus +3 para teste de acerto com bico e garras, se acertar, causa 2d4+4 de dano perfurante, sempre sabe pra que direção é o norte, sul, leste e oeste, mesmo se estiver prese em locais fechados.

Fintroll
Habilidades de Raça
+6 perspicácia
CASA É TODO LUGAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil – o que não significa que você não sinta penalidade por ser exposte a frio ou calor contínuos, e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Não pode entrar em combustão ou chamas, sua pele é como couro ou folha verde.
COMER COGUMELOS
Você consegue identificar se qualquer comida ou bebida é tóxica ou não fazendo uma observação de 15min. Você não precisa tocar, mas precisa interpretar algo que faça metalógica durante o processo.
LÍNGUA UNIVERSAL
Consegue conversar com qualquer criatura com modificador de inteligência superior a 1 em qualquer língua, possuindo +5 em testes de Diplomacia.
ENRAIZAR
Se estiver a pelo menos 32m de alguma planta, pode conjurar a magia ENRAIZAR em uma quantidade de vezes por dia igual ao seu modificador de perspicácia sem gastar EM. O alvo tem direito a teste de Reflexos para resistir.

Parvus
Habilidades de Raça
+6 de bonus em atributos, 2 de penalidade em um atributo
FLUIDEZ CORPÓREA
Você sabe dançar e tocar qualquer coisa – muito bem, usar floretes-agulha, espadas longas, floretes e arcos (curtos, longos e compostos), recebendo Treino em Arma em duas dessas armas sem consumir seus pontos de talento. A escolha das duas armas deve acontecer antes de a ficha ser finalizada e não pode ser modificada.
SORTUDO
Você recebe, por uma quantidade por dia igual ao seu modificador de carisma, a chance de usar sua sorte em qualquer teste. O uso deve ser anunciado antes da rolagem dos dados. Sua sorte é de 4+1 por nível (incluindo o nível 1, no qual sua sorte é 5)
ATLETA
Para Parvus, a perícia Atletismo não é baseada em Força, mas em Agilidade.
ENGENHOSO
Você consegue entender o funcionamento de qualquer engenhoca não-mágica gastando duas horas observando-a, mesmo sem tocá-la.

Humano
Habilidades de Raça
+2 em 3 atributos à sua escolha
3 talentos adicionais à escolha do jogador.
2 perícias treinadas extras, que não precisam ser escolhidas entre suas perícias de classe. Caso escolha o talento Herança, você pode pegar uma habilidade racial de qualquer raça de Pluralyiah.
ADAPTAÇÃO
Você tem +7 em testes para aprender qualquer coisa.

Você recebe o talento Poder Concedido, mas uma divindade deve ser adotada como sua padroeira.

MAGMARÉU
Habilidades de Raça
+3 constituição, +3 força, -2 agilidade
Magmaréu são criaturas filhes de elementais do fogo, seu toque é capaz de queimar, seu andar capaz de derreter a neve. Magmaréis são resistentes e fortes, mas pouco ágeis.
CORPO REVESTIDO
Você ganha +7 de classe de armadura, sua pele é revestida por magma. Você é imune a dano de calor, fogo, e lava.
TOQUE AQUECEDOR
Você pode, por uma quantidade igual ao seu modificador de Constituição por dia, expelir partículas de magma em inimigues que causam 1d6 de dano, você também pode utilizar disso para acender fogueiras
EXPLOSÃO MAGMIFICENTE
Ao desmaiar por dano provindo de um ataque inimigo, emana uma explosão gélida de 9m que causa 1d20 de dano em quem estiver em volta, aliados tem direito a uma ação bônus para tentar escapar
FOGO AMIGO
Pode transformar seu corpo em magma resfriado para poder conviver com humanos numa quantidade de vezes igual ao seu modificador de constituição por dia

Medusa
Habilidades de Raça
+4 perspicácia, +2 agilidade, -2 carisma
Medusas são criaturas com cobras no lugar de suas cabeças, muitos as temem pelas Medusas anciãs, capazes de transformar inimigues em pedra
OLHOS POR TODA PARTE
Você e suas serpentes conseguem enxergar por 15m em 360º, mesmo no escuro, mas não ignoram camuflagem total.
OLHAR PARALISANTE
Por uma quantidade de modificador de Carisma +1 por dia, você pode, como uma ação completa, se estiver olhando nos olhos do alvo, deixar o alvo sob efeito de Encanto. A partir do nível 9, a criaturas de 1d10 níveis são petrificadas se estiverem olhando para você. Recebe +5 em testes de intimidação.
MEIO-ANIMAL
Você consegue falar qualquer língua elemental ou silvestre. Seu deslocamento aumenta em 3m.
ATAQUE NATURAL
As serpentes de sua cabeça podem, utilizando uma ação de movimento, atacar, causando 1d6 de envenenamento + 1d6 de dano perfurante com suas presas. Utilizar esse ataque penaliza suas jogadas de ataque no mesmo turno em -2.

MEFITE
https://preview.redd.it/jvon7oz8y4g51.png?width=567&format=png&auto=webp&s=4f3982e99a0d4d11578086ff56182d2c8da946e9
Habilidades de Raça
+3 força, +3 agilidade, -2 carisma
Mefites são criaturas do tipo MONSTRO, magias que só afetam humanes não tem efeito sobre Mefites.
ALMA GÉLIDA
Você é imune a afogamento e dano de gelo/frio, tem penalidade 3 em dano de calovapocombustão, mas não entra em chamas ou combustão por ter uma pele membranosa.
ASAS FRESCAS
NÃO PODE VOAR ACIMA DE 3M, MAS PODE PLANAR EM QUALQUER ALTURA.
LUFO GLACIAL
Pode, por uma quantidade igual ao seu modificador de Carisma/dia, lançar LUFO GLACIAL, uma magia em área de cone de 6m que causa 5+2d4 de dano frio. Um teste de reflexos pode ser realizado para levar apenas 5 de dano. Ao desmaiar por dano provindo de um ataque inimigo, emana uma explosão gélida de 9m que causa 1d20 de dano em quem estiver em volta, aliados tem direito a uma ação bônus para tentar escapar
ATAQUE NATURAL
Possui mãos com membranas entre dedos e garras no lugar das unhas, tem bônus +3 para teste de acerto, se acertar, causa 1d4+1 de dano físico e 1d4+2 de dano de frio/gelo.

Minotauro
Habilidades de Raça
+5 força, +3 agilidade, -4 perspicácia
Definitivamente a raça mais brigona de Pluralyiah, E ELES SÃO BONS NISSO.
MEU DIÁLOGO É NA BASE DA PORRADA
+7 em qualquer jogada de ataque físico, +2 em classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido.
É QUE EU SOU MEIO TOURO
Medo de altura. Caso tenha que subir qualquer altura superior a 3m (ou se estiver a até 3m de uma queda desta altura), um minotauro sofre penalidade de -4 em suas jogadas e testes. Ele também não pode realizar nenhuma ação que dependa de concentração, como conjurar magias ou ler.
TO SENTINDO UMA TRETA...
+6 em testes para rastrear com faro, +8 em testes para não se perder.
ARMA NATURAL
Você pode utilizar atropelar ou chifrar como ação completa, dobrando seu deslocamento durante a ação e causando 1d12 de ano, mas perdendo uma ação de movimento no próximo turno.

REPTILIANES
Habilidades de Raça
+2 em 3 atributos à sua escolha
Reptilianes são filhes de raças meio-humanas que, ao longo dos milênios, evoluíram para uma raça forte e independente.
PENALIDADE: SEM PERNAS
Você não pode cavalgar ou usar armadura completa, apenas a parte de cima, mas sua cauda admite que sua velocidade de deslocamento base seja de 13m.
ARMADURA ERRANTE
Reptilianes recebem +4 de classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido, mas seu deslocamento diminui em 3m em terrenos gélidos. Você ganha +5 em testes para resistir a venenos.
ARMA NATURAL
Reptilianes têm uma arma natural de cauda (dano 1d6, esmagamento). Ume reptiliane pode atacar com a cauda e armas na mesma rodada, mas sofre uma penalidade de –2 em todas as jogadas de ataque. Além disso, você pode gastar uma ação padrão para usar sua cauda como uma espécie de mola e pular até 2m de altura sem receber dano por queda, tendo também +6 em testes de escalagem.
QUATRO BRAÇOS
Autodescritivo. Você tem quatro braços. Isso não te da mais ações, apenas te permite carregar mais coisas.

Geeny
Habilidades de Raça
+4 carisma, +2 agilidade, -2 força
Você é um filho da magia, e tem clara aptidão para isso. Além disso, é muito sociável e se esgueira por qualquer conversa, sendo assim, brigar não é o seu forte. AH! Geenies não gostam de muita roupa, pouca roupa facilita o vôo.
MARCA ARCANA
Você tem uma espécie de símbolo arcano em alguma parte de seu corpo, indicando sua origem mágica.
FILHO DA MAGIA
Pode lançar a magia Leque Cromático OU Transmutação Arcana por uma quantidade de vezes igual a 1+ metade arredondada para inferior do seu modificador de Carisma. Uma vez no dia feita essa escolha, só poderá ser modificada após dormir.
MEU HOBBIE? EU VÔO ÀS VEZES
Geenies podem lançar vôo por uma quantidade de vezes igual a 1+ seu modificador de agilidade por dia. Pousar ao chão te tira uma quantidade de vôo. Você está sempre sob o efeito do talento Queda Suave.
FAÇA-ME UM PEDIDO
Mesmo não pertencendo a uma classe conjuradora, Geenies podem lançar qualquer magia como se pertencesse a uma classe arcana, incluindo níveis: mas alguém precisa pedir. Caso já pertença à uma classe conjuradora, você não gasta EM para lançar essas magias, mas só pode lançar magias do nível de conjurador. Isso só pode ser feito duas vezes por dia, e o pedido pode ser negado.
ISSO É... MÁGICA?
Geenies sempre sabem quando um objeto ou lugar tem magia sem precisar de um teste para identificar magia, mas precisam lançar um teste de identifica magia para saber qual é a magia, tem +5 de bônus para realizar esse tipo de teste.

Sereia/tritão
Habilidades de Raça
+3 carisma, +3 agilidade
MESTRE DOS MARES
Você pode utilizar a magia Compreender Idiomas em qualquer criatura aquática com modificador de inteligência superior a 2, além disso, enxerga completamente em escuridão, incluindo camuflagem total por até 32M
ENCANTO
Você ganha um uso da magia seduzir em qualquer raça, gênero ou etnia, para resistir, e alve deve passar em um teste de CD15 (+ o modificador de carisma de conjuradore). Caso e alve falhe no teste, atenderá a qualquer pedido cortês, lascivo ou carnal de conjuradore por duas horas. Uso ilimitado por dia, mas uma vez utilizado em alguém e alve estará imune ao encanto por até acordar novamente.
OSCILAR
Seus ancestrais passavam a vida lutando nas águas, então, fora delas, seus ataques têm mais poder e pressão. Pode nadar com deslocamento de 14m e envenenar suas garras para usá-las como ataque natural numa quantidade de vezes por dia igual a 1+ o seu modificador de constituição.
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.

REPROBI
Habilidades de Raça
Superegóicos: +3 perspicácia, +3 agilidade
Idéicos: +3 carisma, +3 agilidade
Antes do nível 3: +2 agilidade, +2 agilidade, +2 carisma
Reprobi são filhos de divindades com humanos, o que não significa que sigam o que a sua divindade prega. Muitos, inclusive, são filhos revoltados por serem negados aos céus e ao inferno.
CANALIZAR DIVINDADE
Caso seja um Reprobi Superegóico, canaliza energia moral, caso seja um Reprobi Idéico, canaliza energia imoral. Tal energia cura criaturas de mesma energia em 1d10 e fere criaturas de energia diferente em 1d10. Isso gasta uma ação de toque completa e você pode se curar.
HERANÇA DIVINA
Chegando ao nível 3, você escolhe que lado seguir, egóico ou superegóico. Sua tendência não pode estar a mais que 3 alinhamentos de distância do lado escolhido, idéicos recebem asas etéreas brilhantes, superegóicos recebem asas etéreas negras. Você voa com o triplo de deslocamento de movimento em terra. Você pode negar seu lado divino e manter seus atributos normais, mas sem receber asas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.

Você recebe o talento Poder Concedido duas vezes, mas uma divindade deve ser adotada como sua padroeira.

ALLIGATOR
Habilidades de Raça
+4 agilidade, +2 força, -2 carisma
FEROZ
Recebe +5 em testes de intimidação e enganação, ninguém sabe o que esperar de ume Alligator. Além disso, pode fabricar lanças achando os componentes em 1d4 horas pra cada 10 lanças.
CASA É TODO LUGAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil – o que não significa que você não sinta penalidade por ser exposte a frio ou calor contínuos, e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Não pode entrar em combustão ou chamas, sua pele é como couro ou folha verde.
ATAQUE NATURAL
Reptilianes têm uma arma natural de cauda/garras (dano 1d6, esmagamento/perfurante). Ume reptiliane pode atacar com a cauda e armas na mesma rodada, mas sofre uma penalidade de –2 em todas as jogadas de ataque. Além disso, você pode gastar uma ação padrão para usar sua cauda como uma espécie de mola e pular até 2m de altura sem receber dano por queda, tendo também +6 em testes de escalagem.
DURO NA QUEDA
Reptilianes recebem +4 de classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido, mas seu deslocamento diminui em 3m em terrenos gélidos. Você ganha +5 em testes para resistir a venenos.

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2020.08.07 00:51 Mr_Libertarian Não é por causa da pandemia, é por causa da quarentena, seu estúpido

Por: Javier Milei
  1. O debate e os dados Desde a chegada do Covid-19, foi instalado um debate que, diante da queda no nível de atividade econômica, emprego, salários reais e um aumento repentino no número de pobres e necessitados, procura remover a responsabilidade do governo do desastre econômico e, mais cedo ou mais tarde, social, culpando a pandemia e não a política preferida do governo para lidar com o vírus, ou seja, a quarentena. O argumento é simples, a pandemia é um choque externo, enquanto a quarentena é de responsabilidade exclusiva do governo. A primeira coisa que devemos destacar é que a economia argentina já estava seguindo um caminho ruim desde meados de 2018, quando a economia entrou em recessão novamente, e que o atual governo falhou em reverter essa tendência. Especificamente, os dados do PIB do primeiro trimestre deste ano mostram uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. De qualquer forma, isso não representa evidência suficiente para apontar má administração, pois, contra o freio de uma tendência de queda, os dados interanuais geralmente mostram um sinal negativo, que é a base do que é definido como arrasto estatístico. No entanto, quando o indicador é mostrado em termos dessazonalizados, encontramos uma queda de 4,8% em relação ao trimestre anterior, que é de responsabilidade do novo governo. Além disso, as ações do governo são percebidas a partir dos números, pois enquanto o consumo privado cai 6,8%, o investimento 9,7%, exportação 13,4% e importação 7,6%, o único item com sinal positivo foi o consumo público em 1,6%. Ao mesmo tempo, o indicador mensal de atividade de frequência (EMAE) também mostra uma queda colossal. Assim, em março, mesmo com apenas dez dias após a imposição da quarentena, a atividade caiu 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto em abril a produção do país caiu 26,4% (acumulando uma retração de 11% ano/ano até agora este ano), que constitui a maior queda na história da Argentina. Portanto, à luz dos números assustadores envolvendo a economia e, dadas as críticas de terem se apoiado fortemente na opinião de infectologistas, o governo começou a impor a história de que o problema não foi quarentena, e sim a pandemia. Para isso, ele mostrou os números de queda do PIB para diferentes países do mundo, com base nas estimativas do FMI. Nesse sentido, é importante ressaltar que a Organização Multilateral estima que o PIB mundial cairá 4,9%, enquanto a queda Argentina será de 9,9%, o que coloca o país entre os países com os piores índices de desempenho mundial, onde, por coincidência, nos países com as quarentenas mais duras, a taxa de queda é maior.
  2. Pandemia ou fraudemia Há uma piada que diz que haviam dois microeconomistas (que olham para tudo em termos relativos) e um diz para o outro “Olá, como está sua esposa?” e ele responde “Comparado a quê?” Aqui vale o mesmo. Se alguém quiser entender os efeitos letais do Covid-19, a primeira coisa a considerar é: como é a dinâmica da população em termos de mortes? Nesse sentido, a primeira coisa a ser compreendida é que, ao longo deste ano, de acordo com estudos demográficos das Nações Unidas, 60 milhões de pessoas morrerão no planeta, ou seja, cerca de 165.000 pessoas por dia ao longo do ano em todo o mundo. Por outro lado, ao analisar as mortes do Covid-19 em todo o mundo, foram necessários pouco mais de 100 dias para atingir esse número, ou seja, estaríamos em torno de 1% das mortes no mundo (mesmo em uma linearização favorável ao Covid-19). Além disso, se compararmos com o caso da gripe espanhola, que é o caso com o qual a Organização Mundial da Saúde ameaçou o mundo, o nível de desproporção é absurdamente enorme. Especificamente, a gripe espanhola ocorreu do final de 1918 até o início de 1920, infectou um terço do planeta Terra e matou 6% dos infectados (= taxa de mortalidade). Ou seja, a gripe espanhola matou 39 milhões de pessoas, o que representou 2% da população total do planeta Terra. Se alguém replicasse os números, para os níveis populacionais de 2020, estaríamos falando de 2,6 bilhões de infectados e um total de 156 milhões de mortes pelo Covid-19, enquanto extrapolar linearmente os dados hoje daria um total de 20 milhões de infectados e 1 milhão de mortos. Ou seja, a OMS errou no número de infectados em 130 vezes e no número de mortes em 156 vezes. Além disso, dado que, durante o primeiro semestre, a mídia televisiva mostrou continuamente gráficos com o número de mortes de Covid-19 em todo o mundo, se o vírus em questão tivesse a mesma letalidade da gripe espanhola, os gráficos deveriam ter mostrado que 427.397 pessoas morrendo por dia, número que o Covid-19 teve dificuldade de atingir em cinco meses. Portanto, à luz dos dados apresentados, somos confrontados com duas interpretações. Por um lado, é que a Organização Mundial da Saúde tem um sério problema com o uso de matemática e estatística, o que a levou a cometer um grande erro. Por outro lado, eles fizeram isso de uma maneira totalmente intencional. No entanto, seja qual for o motivo, a questão é que o Covid-19 não é apenas incomparável a gripe espanhola, mas é questionável defini-lo como uma pandemia.
  3. Quarentena e economia De acordo com os números apresentados e os erros mais do que grosseiros cometidos pela OMS nas estimativas que sustentaram suas recomendações, também é importante quanto da queda do PIB mundial é atribuível ao Covid-19 (ou seja, à fraudemia) e quanto atribuível a quarentena, um exercício que faz sentido, pois, além das diferenças entre os diferentes modelos de quarentena implementados no mundo, todos eles foram colocados em algum tipo de quarentena. À luz dos pressupostos da Organização Mundial da Saúde e, especialmente, dos infectologistas que apontaram que a pandemia de Covid-19 seria equivalente à “peste espanhola”, um trabalho econométrico realizado por Robert Barro, José Ursua e Joanna Weng procurou determinar o impacto que teria no crescimento da produção e do consumo, tanto em termos per capita, quanto na taxa de retorno dos títulos do Tesouro e na taxa de inflação no mundo, se a hipótese dos especialistas em Saúde fosse correta. Por sua vez, para estudar o impacto da gripe espanhola (para assimilar posteriormente com o caso Covid-19), o período de análise decorre de 1901 a 1929, onde ocorre o corte na série temporal daquele ano, explicado pela presença da Grande Depressão. A partir disso, para os 42 países que fazem parte do estudo transversal, os valores das mortes fora do período da praga espanhola 1918-1920 e das mortes da Primeira Guerra Mundial 1914-1918 são zerados. Além disso, vale a pena notar que, embora a data de 1901 possa ser um tanto arbitrária, as estimativas a partir de 1870 dão resultados semelhantes. Assim, com base nos resultados econométricos obtidos, os autores do estudo determinam que, se o número de mortes por Covid-19 fosse semelhante ao da peste espanhola, a taxa de declínio no crescimento do produto per capita seria 6%, enquanto no caso do consumo per capita seria de 8%. Por outro lado, se considerarmos que a taxa de crescimento do PIB, para valores menores, pode ser equiparada à soma da taxa de crescimento do PIB/c mais a da população (líquida entre o crescimento natural e o efeito da doença), o PIB mundial mostraria uma retração na taxa de crescimento de 7 pontos percentuais. Portanto, dado que as estimativas da queda na taxa de crescimento de acordo com a estimativa do FMI (usando outra metodologia e analisando país por país) estão na mesma linha do trabalho de Barro-Ursua-Weng, assimilando o Covid- 19 ao caso da gripe espanhola, dado que o vírus mostrou uma letalidade pelo menos 156 vezes menor, a origem da retração é a quarentena e não a fraudemia. Em outras palavras, dado que as mortes por Covid-19 seriam de 0,013% para o mundo inteiro, a taxa de crescimento do PIB per capita deveria ter caído 0,038%. Assim, a quarentena global é responsável por 99,27% da queda do PIB. Se, por sua vez, consideramos a Argentina a principal aluna da OMS, a atrocidade causada pelo governo Alberto Fernández a pedido do grupo de consultores em doenças infecciosas é óbvia. Essa situação se torna muito mais grave quando se considera que, devido à dinâmica global do vírus, o país não apenas teve mais tempo, mas também muito mais informações.
  4. Um remédio pior que a doença Embora esteja claro que o modelo de quarentena teve um efeito devastador na taxa de crescimento mundial, esse erro se torna ainda mais chocante ao considerar os impactos no mercado de trabalho. Nesse sentido, estudos da Organização Mundial do Trabalho estimaram que, durante o primeiro trimestre do ano, 4,5% das horas trabalhadas no mundo foram perdidas, o que implica que 130 milhões de empregos foram perdidos, enquanto, em comparação com uma perda de 10,5 horas durante o segundo trimestre do ano, o número de empregos perdidos atingiu 305 milhões. Ao mesmo tempo, a destruição de milhões de empregos fez com que o salário médio do mundo caísse 60%. Ao mesmo tempo, considerando que 62% dos trabalhadores do mundo trabalham no setor informal e que 47 pontos desses 62 foram impactados significativamente pela quarentena promovida pela Organização Mundial da Saúde, o número de trabalhadores informais abaixo da linha de pobreza no mundo passou de 26% para 59%. Por outro lado, de acordo com as estimativas do Programa Mundial de Alimentos (PMA), juntamente com os resultados derivados do “Relatório Global sobre Crises Alimentares 2020” (preparado em conjunto com a Rede de Informações sobre Segurança Alimentar da FAO e o Instituto Internacional de Pesquisa em Políticas Alimentares), indicou que, antes da chegada do Covid-19, cerca de 135 milhões de pessoas estavam em situação de insegurança alimentar. No entanto, o que se observa é que o desenho da resposta (quarentenas estritas) para resolver os efeitos do vírus chinês confronta os países com um trade-off desafiador entre salvar vidas ou os meios de subsistência. Dessa maneira, salvar vidas do coronavírus, dado o modelo de quarentena, está levando à fome. Em termos concretos, a pesquisa do PAM indica que mais 130 milhões de pessoas serão levadas ao limite da fome, porque o número total de pessoas em insegurança alimentar subirá para 265 milhões de seres humanos. Portanto, com base nisso e de acordo com os estudos do PAM, 300.000 pessoas por dia passarão fome no mundo, por pelo menos um período de três meses, ou seja, cerca de 27 milhões de pessoas passarão fome graças ao modelo de quarentena promovido pela OMS. Em resumo, tudo isso mostra que o remédio está sendo muito pior que a doença.
  5. Quarentena: um crime contra a humanidade Como apontam Ricardo Manuel Rojas e Andrea Rondón García no livro “A supressão sistemática dos direitos de propriedade como um crime contra a humanidade”, o estudo dos tipos de crimes contra a humanidade ou genocídios, de acordo com a definição em convenções específicas ou no Estatuto de Roma, adverte que esses crimes estão fundamentalmente ligados ao exercício de ações sistemáticas e violentas destinadas a eliminar ou suprimir certos grupos. Ao mesmo tempo, vale ressaltar que não apenas a agressão física direta pode constituir um crime contra a humanidade, mas esse objetivo também pode ser buscado e alcançado por meio de ações que não sejam diretamente violentas, como a supressão sistemática dos direitos de propriedade à um nível que impossibilite a subsistência da população. Nesse sentido, podemos ver claramente que a supressão sistemática dos direitos de propriedade pelo Estado implica remover a base de apoio econômico do indivíduo, que enfrenta um dilema existencial. Por um lado, defender sua propriedade enfrentando o avanço expropriador do Estado e que, no final, acabará com sua vida pela fome. Assim, o Estado acabará assassinando-o por um caminho indireto (e cuja transição poderia ser enquadrada como tortura). Por outro lado, a opção de ceder humildemente aos caprichos da hierarquia do Estado e, assim, tornar-se escravo. Portanto, no primeiro caso, o direito à vida é aniquilado, enquanto no segundo, o direito à liberdade. Dentro da lógica dessa análise, os casos mais rigorosos de quarentena, como o da Argentina, levam a um crime contra a humanidade. Assim, quando o Estado impõe quarentena, isso implica a supressão geral do exercício dos direitos de propriedade por grande parte da sociedade civil. Especificamente, o que a medida faz é suprimir completamente a renda das empresas, exigindo que elas continuem pagando impostos, sustentando o mesmo número de trabalhadores e não permitindo a redução de salários – o resultado de tudo isso simultaneamente é que, durante o processo, as empresas primeiro consomem capital de giro e depois usam as economias dos proprietários das empresas, que no final acabará quebrando as empresas e empobrecendo seus proprietários. Nesse sentido, não apenas há enormes danos a todas as camadas da sociedade resultantes da destruição de capital, mas também deixa o setor privado desamparado diante de um governo que está avançando com pretensões totalitárias. Portanto, o impulso de um modelo de quarentena extremamente rígida e por um período exageradamente longo não apenas permite o avanço dos governos sobre a vida da população com pretensões totalitárias, mas também que os governos se tornem verdadeiras máquinas de violação maciça dos direitos individuais e como, nessa tarefa, a violação dos direitos de propriedade é essencial para alcançar os objetivos, essas ações são alcançadas por várias das cláusulas do Estatuto de Roma e pelas leis internas que adotaram.
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2020.07.17 02:21 Marack_ TUDO FOI FEITO PELO SOL (Conto)

O escritor despertou com lágrimas nos olhos. Qual teria sido o pesadelo a lhe perturbar? Tentou recordar por alguns segundos enquanto se revirava na cama, mas não tardou a desistir. Jamais lembraria. A sensação de acordar com esse nó na garganta era tão recorrente, porém a reminiscência dos sonhos ruins sempre lhe escapava a consciência. Tinha a intuição que revisitava o mesmo pesadelo todas as noites, mas não conseguia evocar na memória seus flagelos oníricos. Apesar da curiosidade, no fundo achava melhor assim. Que bem lhe faria recordar o amargor na alma? De apavorante, já basta a realidade – pensou, sentindo-se ridículo pelo clichê. Enxugou o rosto no lençol, inspirando profundamente na expectativa dos pulmões se impregnarem de coragem enquanto levantava da cama com a visão ainda embaciada pelo torpor do despertar. Assim que dera o primeiro passo a caminho do banheiro, enroscou o pé em um par de chinelos ali estrategicamente colocados pelo azar, ocasionando um torcilhão no tornozelo que lhe obrigou a acostar uma das mãos no peitoril da janela afim de evitar o nariz quebrado. A outra, aspirando equilíbrio, se agarrou ao blecaute das cortinas – outrora alvas, agora amareladas – permitindo o adentrar de uma faixa de luz externa pelo vidro exposto, o que inundou de vida a imundice de semanas sem limpeza do seu pequeno apartamento. De imediato – tal qual um reflexo reptiliano – sentiu aquele calafrio convulso subindo-lhe a espinha dorsal com a invasão indesejada. Bloqueou como pôde o facho de sol, desabando sobre o assoalho de madeira com a sensação de que o brilho celeste havia sugado dele qualquer resquício de energia. Sempre o tremor incontrolável contiguamente seguido de um aplastamento mental que a inconveniente recordação causava em seu âmago. Há quanto tempo atrás o medo – esse ditador interno inflexível, tomara conta de seu corpo pachorrento? Oito meses? Nove? Dez anos? Apesar da vividez das minudências em sua memória, tinha vaga lembrança da cronologia do passado após o incidente. Tudo parecia-lhe muito nebuloso nesse aspecto, embaralhado como se os dias fossem cartas desordenadas em uma trapaça do jogo da vida. Se falassem para ele que ocorreu há mais de década, faria mesmo sentido quanto contarem que tudo se passara ontem. Além do que, nessa altura pouco importava, a única convicção do escritor era que o trauma aparentava tão enraizado em seu cerne que duraria o resto de sua fugaz existência, tendo o culpado por seu destino já condenado sem direito à apelação: era Hélio, o deus do sol. O problema da sentença é quem cumpria a pena – encarcerado em um apartamento – era ele.
Ainda prostrado no chão, apertando o tornozelo na tentativa de serenar a algia, tendo o dorso apoiado na parede e o crânio pressionado com raiva contra a cortina – como se fosse plausível aplicá-la uma penitência por não ter violado a lei da ação e reação, permitindo a passagem da luz solar – reviveu em recordação o exato recorte em que sua vida seria marcada pelo pavor.

Era solstício de verão segundo a capa do periódico que folheava aquela manhã enquanto bebericava sua xícara de café, hábito que adquiriu desde que mudara para a cidade. Pra ele, o dia só desenrolava depois que virasse a página derradeira do jornal, geralmente coincidindo com o último gole – nessa altura já frio – da bebida matinal. Na reportagem sobre o solstício constava que a Terra, com seu hemisfério sul inclinado em direção ao sol, seria palco do dia mais longo do ano. Esse fato fez o escritor abrir um largo sorriso, feliz pela possibilidade de gastar mais tempo no parque escrevendo antes da lua encerrar o expediente e assumir o papel de protagonista do firmamento.
Abriu a janela para fumar um cigarro – costume recém incorporado ao seu ritual matutino – constatando que realmente era uma manhã demasiada cálida e abafada. O calor não era inquilino comum na região, surpreendendo-o com aquela sauna a céu aberto. Pitou o cigarro até a metade, apagando a brasa no fundo da xícara de café que estava na pia, jogou na mochila o que precisava para escrever e desceu as escadas a passos largos rumo a seu local de inspiração.
Chegando no parque esbaforido pela caminhada, tomou a iniciativa de comprar uma garrafa de água do único ambulante que encontrara sob aquele sol, percebendo que nem a caixa térmica do vendedor conseguia manter a temperatura agradável. – Que calor infernal! – Vociferou o sujeito, assustando o escritor – Parece castigo de Deus!
Pagou o homem e foi em busca de um lugar tranquilo para sentar. Ao se acomodar, apercebeu que não avistara uma única nuvem sequer no céu. O resultado do mormaço implacável era que haviam somente alguns poucos aventureiros no gramado do parque, malgrado esses que lá ainda permaneciam já darem sinais que não tardariam a serem vencidos pelo astro rei. Ele – apesar do suor descendo pelas têmporas, pingando na camisa de linho bege – começava a achar aquele calor propício o suficiente para tirá-lo da inércia criativa e forçá-lo a se concentrar no capítulo final da história que estava escrevendo. Talvez fosse isso que precisava pra sua imaginação aflorar, um delírio causado pelo sol – pensou e sorriu com a imagem que formara na mente enquanto enxugava a transpiração na testa. Essa saga se arrastava por semanas, já havia escrito inúmeros desfechos pro livro, nenhum lhe agradava a ponto de ser coroado. Lembrava que na semana que começou a redigir a trama, rabiscou o arremate perfeito em um dos cadernos de bolso que usava sempre para registrar suas divagações, porém no desenrolar dos capítulos deduziu que sua conclusão careceria pequenos ajustes. Quando enfim chegou o momento de botar o epílogo no papel, releu o rabisco anotado e pareceu-lhe exageradamente piegas. A trama havia tomado outro rumo, não poderia terminar a história com tal desenredo, mas de que maneira concluiria? Tentou diversas proposições, os dias foram passando, nada parecia estar à altura dos capítulos pregressos, até que... Será? Uma centelha de inspiração brilhou durante um dos sonhos naquela noite. Acordara extasiado e lá estava ele no parque cercado de seus cadernos, jurando para si que só regressaria para o apartamento com o ponto final que encerraria o hiato criativo.
Lá pelas tantas, debruçado na grama e em pensamentos, já vislumbrando o êxito enquanto batia intrepidamente nas teclas que davam formas terminativas a sua obra, lhe ocorreu a sensação que o sol parecia estático no céu. Estava ali há quanto tempo? Pelo julgar de sua lembrança, no mínimo quatro horas desde que começou a escrever, o suficiente para o calor dar uma trégua, porém a impressão era que ao invés de esmaecer, a temperatura parecia intensificar. Quando constatou isso, sentiu sede. Abriu a garrafa de água, tomou o primeiro gole, cuspindo o resto que ficara na boca. O líquido estava a ponto de virar gasoso de tão férvido. Despejou o que sobrou na garrafa em sua mão e levou à nuca. Sentia seu pescoço ardendo em brasa, quem sabe a água, ainda que quente, ajudasse a aplacar o calor. Fitou o antebraço com olhar de espanto. Seriam bolhas de queimadura na sua pele? Piscou, mantendo as pálpebras cerradas por alguns instantes. Ao abrir, haviam sumido. Estava delirando? Muito sol na fronte? Obviamente não se sentia bem. Uma ânsia subiu pela sua garganta. Olhou para cima, como se negociasse um armistício com a estrela, porém a única coisa que ganhou com essa súplica fora um raio de sol lhe cegando integralmente a vista. Ao virar a cabeça na tentativa de escapar da claridade ofuscante, foi cúmplice da cena que ficaria cravada nas entranhas e ranhuras do seu cérebro.
A tragédia durou uma fração de segundos, mas para o escritor, o tempo – como já havia lido que ocorria em momentos assim – desacelerou, passando em câmera lenta, quadro por quadro, eternidade comprimida em um instante. Sua visão ainda debilitada pelo clarão estreitou sobre um homem que, cambaleante, dava sinais de estar prestes à desmaiar. Percebeu o contorno da faca na mão do sujeito. O aço da lâmina refletindo o brilho solar enquanto o indivíduo – esvaído de consciência, desfalecia. Caiu com a faca atravessada em seu peito. O sangue tingindo de vermelho a toalha xadrez sob a cesta de piquenine enquanto uma criança que estivera sentada ali todo o tempo soltava um grito choroso que ecoaria perpetuamente pelo silêncio do seu apartamento.
No periódico do dia seguinte deixado sobre o capacho da porta do escritor constava na matéria de capa que, segundo o plantonista presente no local, o falecido sentiu uma síncope devido à insolação, ocasionando o trágico acidente. Na notícia detalhava também a informação que pai e filha estavam comemorando o aniversário atrasado de oito anos da menina. Na última linha citava ainda um cidadão que presenciando o infortúnio, precisou ser internado para observação, pois – atônito – repetia copiosamente que a culpa era do sol.

O escritor enfim levantou-se do chão, percebendo o molde que os pés deixaram na poeira do assoalho. Ficara tempo demais chafurdando as memórias do trauma, o suficiente para embotar a sua constante frágil disposição de seguir com o dia. Sentiu que a manhã passava de maneira arrastada. Observou também que sua existência – assim como a manhã, estava se arrastando. Não via mais razão para continuar seguindo nesse plano. A impressão que tinha é que aquele incidente abriu a fechadura de uma caixa de pandora, liberando inúmeros demônios que estavam espreitando em seu subconsciente. Buscou ajuda médica, tentou diversos medicamentos – legais e ilegais; frequentara várias terapias – baseadas em evidências e alternativas, mas nada parecia surtir efeito duradouro. Algumas tentativas até causavam uma leve melhora no início, mas não tardava a voltar para o fundo do limbo de onde parecia tropegamente estar saindo.
Ligou a televisão procurando uma distração para acelerar a passagem do dia, trocando os canais sem conseguir focar sua atenção em nenhum. Havia perdido essa capacidade também. Foco era um conceito distante, meramente teórico. Mediar a briga entre seu id e superego lhe esgotava o vigor, não restando forças para se concentrar em qualquer outra atividade. A vida agora se resumia em projetos inacabados. Prova cabal disso era seu livro inconcluso empoeirando em alguma gaveta, pendendo ainda um final. Nunca mais fora capaz de escrever de maneira consistente. Nos momentos de rara inspiração, tentava algumas linhas tortas aqui, outros parágrafos desconexos ali, nada que conseguisse dar continuidade. O destino final dessas folhas sempre era o lixo. Dessa maneira o desfecho para sua obra nunca pareceu tão distante.
Deixou a tevê ligada em um documentário monótono aonde o narrador com a voz arrastada divagava sobre a formação dos planetas e foi pra cozinha requentar o resto do almoço que sobrara de ontem, uma gororoba de tudo que havia encontrado na geladeira. Satisfeito, largou o prato sujo na mesa, serviu-se de uma taça de vinho e deitou no sofá para ler. Dormiu na segunda página.

Durante o sono, notou a presença de outro alguém em seu apartamento. A sombra no canto da sala se assemelhava a silhueta de um homem franzino, lembrando seu pai há muitos anos falecido, mas estava absconso demais para ter certeza. – Quem está aí? – sussurrou apavorado com aquela intromissão a sua rotineira solidão – Me deixe em paz, figura inoportuna. Apesar da tragédia em que me encontro, não sou Hamlet para desejar visitas paternas do além.
O contorno – desacatando sua ordem – foi aos poucos tomando forma enquanto se aproximava, até que ficara nítido o suficiente para ser reconhecido. Como se tivesse frente à um espelho, o escritor se viu prostrado diante de si. Estava em mais um de seus pesadelos. Lúcido da situação que se desenrolava, procurou despertar, mas o esforço foi em vão.
– Eu sou você. – Proferiu sua persona onírica – Nossa única distinção é que venho despido dos medos e traumas que te consomem. Esses demônios já domaram suficiente seu espírito, lhe privando o viver! Após incontáveis sonhos hostis, hoje você encontrará a redenção. Quando despertar desse sono, terá superado para sempre suas inúmeras psicoses arraigadas!
Imediatamente após escutar a sentença, como se nela constasse as palavras que vocalizadas fossem capazes de evocar uma metamorfose, o escritor experienciou-se trocando de matéria com seu clone morfeico, se sentindo totalmente liberto das agruras que lhe aprisionavam. Após cumprida a profecia, seu antigo eu expirou vanescendo no ar, deixando ele absorto com a experiência quimérica.
Querendo pôr à prova sua cura, abriu a porta do apartamento e partiu em disparada para o parque em que tudo ocorrera. A esfera celeste brilhava pujante no horizonte, cintilando sobre as pessoas dispersas no gramado. Estava são novamente. Ao invés de tremores, sentiu-se revigorado com a luz iluminando o mundo. Tudo parecia imbuído de energia. Viu a vida seguindo seu fluxo e o sol tendo papel crucial na ordem cósmica. Lembrou de imediato do documentário na televisão aquela manhã que falava sobre como os elementos químicos naturais eram forjados no núcleo das estrelas, e assim aparentou ter um instante epifânico aonde compreendia a origem do universo em que estava inserido, clareando na consciência a inspiração para o final do seu livro. – Eureca! É isso! O desfecho transcendente que tanto perscrutei nessa peregrinação pelos confins da minha alma! – Chorou, e ao sentir o sal da primeira gota escorrendo pelos lábios, acordou.
O escritor despertou com lágrimas nos olhos. Qual teria sido o pesadelo a lhe perturbar?
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2020.07.13 09:23 AlvagorH O que vai ser da minha vida sem a filosofia?

Talvez por pressão, talvez por desespero (e em parte porque ao mesmo tempo me pareceu uma boa ideia), acabei me inscrevendo no Sisu para Ciências da Computação. Até aí tudo bem, é uma área que lida com inovação, tecnologia. Uma área onde tem coisa nova todo dia.
Por um lado, é uma coisa que eu sempre busquei. Rotina é algo que me destrói, eu preciso sempre vivenciar coisas novas, criar coisas, pensar.
Como isso funciona? Por que isso é assim? Como eu posso melhorar isso ou aquilo? Sempre tive essa vontade de entender os porquês do mundo, mas só pensar é chato. Quero fazer algo também, desde que não caia na rotina.
Peço desculpas se estiver ficando confuso. Preciso escrever logo antes que esse texto suma da minha memória.
Voltando ao curso, depois de passar dias sem dormir pensando em como resolver a logística da coisa, passagem, aluguel, carona pra ir pro campus... Eu parei pra pensar na profissão.
Fui ver alguns vídeos sobre o curso e os caras pareciam uns robozinhos falando. Não sei explicar ao certo como, mas foi o que me veio na mente assistindo.
Descobri, vendo esse vídeo, que apesar se ser introvertido e tímido, eu gosto de pessoas com energia, que se expressam, que, sei lá, cativam as pessoas e conseguem tirar um sorriso delas. Acho que eu não suportaria entrar em uma sala de aula com um monte de "eus" lá dentro. Eu surtaria. Talvez mais do que eu esteja surtando agora.
Pois bem, a grade do curso... cálculo, cálculo, cálculo, lógica. Parece que é um curso que te ensina a reproduzir e não a pensar.
Eu tenho dentro de mim algo muito forte que diz que o conhecimento não pode ficar restrito a universidade, precisa chegar ao povo (seja ele leigo ou não). Eu nem entrei no curso e já quero fazer algum tipo de trabalho que envolva ensinar a crianças como navegar com segurança na internet. E até mesmo os pais. O tanto de gente que cai em golpes na internet é enorme. Eu acho esse tipo de projeto muito válido e necessário, mas porque eu vejo o lado social da coisa, algo que esse curso não parece proporcionar.
Dá pra mudar o mundo usando a tecnologia. Mas não precisa ser lá fora, no terreiro das grandes empresas, penando só no lucro. Dá pra fazer a diferença no bairro, até minha rua.
Onde é que eu quero chegar? Nem sei mais.
Nisso de tentar entender o mundo a minha volta, eu sempre questionei muita coisa. Desde relacionamentos até política. Questionar faz parte de mim... mas o que tem pra ser questionado em um curso de exatas? 1+1 é 2 e pronto.
Agora eu estou começando a achar ridícula a separação de cursos por tipo. "Exatas, humanas, biológicas". Mano, não importa o que você estuda, no fundo tudo está ligado a mesma coisa: o mundo e as pessoas que vivem nele. Todos os cursos farão algo que melhorará a vida de alguém, talvez até a qualidade de vida da sociedade a longo prazo. Mas alguns sabem tão pouco sobre a sociedade na qual estão existindo, na qual o que eles estão produzindo vai existir.
A bomba atômica, por exemplo. É uma arma destruidora, mas o mesmo conceito que a criou pode ser usado para produzir energia. Por mais "de exatas" que seja a pessoa que criou a fórmula, teoria ou sei la o que, isso refletiu e muito na sociedade, de um jeito horrível e de um jeito possivelmente bom.
Existem muitas pontes que dão acesso a cidades importantes. New York por exemplo. Como será que seria essa cidade hoje se o fluxo de pessoas fosse limitado pelo número de barcos e vôos disponíveis? As pessoas provavelmente voltariam a atenção para lugares de mais fácil acesso.
Onde eu quero chegar? Não faço ideia. O que aparece na minha cabeça, eu escrevo.
Enfim, acho que o que eu quero é um curso que me permita inovar, fugir da rotina e ao mesmo tempo melhorar o mundo a minha volta. Mas como eu faço isso se eu não conheço o mundo?
Parece que toda vez que eu me aproximo de algum conhecimento, algo dentro de mim grita por estar deixando alguma outra coisa pra trás. Quando eu estudei anatomia, quis também estudar a mente. Mas a mente humana ou a de animais? Parece interessante cuidar de animais em cativeiro. Mas, macacos ou felinos? Campo ou laboratório? Escrever histórias de fantasia ou entender de onde viemos. Mas, entender a origem através da Fisica ou da Biologia? Olhar para as estrelas ou para as celular? Olhar para fora ou para dentro? Produzir conhecimento ou aprender para ensinar? Criar uma coisa nova ou melhorar algo já existente? Mas, criar o que? Uma história? Um jogo? Um remédio? Uma teoria? Uma máquina? Uma inteligência artificial?
Eu tive (e aparentemente ainda tenho), varias fases onde eu me interesso cada vez por um pouquinho de cada coisa. A bola da vez é inteligência artificial. Eu não sei nada sobre isso, mas fiquei um tempão pensando sobre e fiquei surpreso ao ver que a linha de pensamento que eu tracei sobre como eu faria uma inteligência artificial é um caminho que de fato é usado. Eu pensei algo como "Pra que seja de fato uma inteligência, ela deve ser capaz de reescrever o próprio código, o que seria análogo a como nós sempre estamos nos aprimorando e mudando. Ela vai começar como uma folha em branco que precisa ser preenchida tanto pelos pesquisadores como por ela mesma". Aí eu fui pesquisar e tem um grupo de cientistas que fez uma IA que reescreve o proprio código ou sugere melhorias.
É confuso porque parece que sempre que eu penso em seguir uma carreira, eu realmente penso que tenho aptidão pra ela, mas ao mesmo tempo estou deixando tanta coisa pra trás... Eu tenho vivido dias de certezas seguidos por dias de infinitas dúvidas.
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2020.07.11 07:06 altovaliriano [Spoilers de Ventos do Inverno] As tapeçarias de Lorde Baelish

Texto original: https://goodqueenaly.tumblr.com/post/169963524283/hi-nina-im-enjoying-your-aoiaf-writings-what
Autora: GoodQueenAly (Nina)
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Está bem claro em A Guerra dos Tronos que o rei Robert gostava de suas tapeçarias e queria lhes dar um lugar de destaque em sua nova residência real:
Quando chegara pela primeira vez a Porto Real para o casamento da irmã com Robert Baratheon, fizera questão de procurar os crânios de dragão que haviam decorado as paredes da sala do trono dos Targaryen. O Rei Robert os substituíra por estandartes e tapeçarias, mas Tyrion insistira, até que encontrou os crânios na úmida e fria câmara subterrânea onde tinham sido armazenados.
(AGOT, Tyrion II)
.
Entrando pelas altas e estreitas janelas da cavernosa sala do trono da Fortaleza Vermelha, a luz do pôr do sol derramava-se pelo chão, depositando listras vermelhas escuras nas paredes onde as cabeças dos dragões ficavam penduradas antes. Agora, a pedra encontrava-se coberta por tapeçarias que mostravam vívidas cenas de caça, cheias de azuis, verdes e marrons, mas, mesmo assim, parecia a Ned Stark que a única cor existente no salão era o vermelho do sangue.
(AGOT, Eddard XI)
.
Mas Mindinho cumprira a promessa; ao longo das paredes, à frente das tapeçarias de Robert com suas cenas de caça e batalha, as fileiras de mantos dourados da Patrulha da Cidade estavam rigidamente em sentido, cada homem com a mão agarrada à haste de uma lança de dois metros e meio de comprimento terminada em ferro negro.
(AGOT, Eddard XIV)
Observe que, em nenhum momento, os leitores ficam sabendo o que realmente está representado em qualquer uma dessas tapeçarias, além de “cenas de caça” em um sentido geral. É provável que essas tapeçarias fossem propriedade pessoal de Robert (ou seja, pertencendo a ele como Robert Baratheon e não como Senhor dos Sete Reinos), tanto porque são descritas como "de Robert" quanto porque faria sentido para Robert, um entusiasta da caça, ter uma coleção de tapeçarias de caça. (Essas também não são as únicas tapeçarias na Fortaleza Vermelha: quando Ned se reúne com o pequeno conselho, ele observa que “as As paredes estavam cobertas por tapeçarias de Norvos, Qohor e Lys”). No entanto, nunca é especificado se essas tapeçarias de caça eram ou não especificamente tapeçarias de caça Baratheon ou pertenciam aos Durrandon antes deles, ou eram de algum lugar ou de outra pessoa.
Qualquer que seja a sua origem, quando Robert morre e os Lannisters assumem o poder total na capital essas tapeçarias não demoram a sofrer:
As paredes da sala do trono tinham sido desnudadas, removeram-se as tapeçarias com cenas de caça que o Rei Robert adorava, amontoadas a um canto, numa pilha desordenada.
(AGOT, Sansa V)
A partir daí as tapeçarias desaparecem da história por um tempo. Eles só reaparecem em O Festim dos Corvos:
– Lorde Baelish procura nossa ajuda? – Harys Swyft quis saber.
Por enquanto não. Na verdade, parece bastante despreocupado. Sua última carta menciona os rebeldes apenas de passagem antes de me implorar que lhe envie umas velhas tapeçarias de Robert.
(AFFC, Cersei IV)
Mindinho mais tarde confirma que ele fez tal pedido:
Petyr riu.
Talvez o faça. Ou, melhor ainda, à nossa querida Cersei. Embora não devesse falar mal dela, visto que vai me enviar algumas magníficas tapeçarias. Não é bondade da parte dela?
(AFFC, Alayne I)
Supondo que essas tapeçarias sejam as mesmas que antes estavam penduradas na sala do trono – e essa é a explicação mais provável, uma vez que a descrição delas como “velhas tapeçarias de Robert” se encaixa em sua última menção como sendo removidas “amontoadas a um canto”, presumivelmente daí em diante esquecida em um depósito –, podemos nos perguntar por que Mindinho fez tal pedido.
Mindinho não é um homem que normalmente faz algo sem motivo ou sem expectativa de ganho posterior. Não é irracional que ele tenha alguma coisa outra motivação, pois obviamente ele não precisaria delas para decoração pessoal – não apenas porque Mindinho quase certamente não ligaria, mas porque, no mesmo capítulo, Sansa passou com os Senhores Declarantes por “uma dúzia de magníficas tapeçarias” no Ninho da Águia.
O que seria essa motivação é onde a teorização realmente entra – embora seja melhor dar algumas explicações mais simples primeiro.
Ao mencionar "apenas brevemente" os Senhores Declarantes antes de fazer o que parece ser um pedido tão inócuo, Mindinho pode estar tentando desviar a atenção de Cersei da situação política do Vale.
Se ele está tão confiante a ponto de se concentrar mais em tapeçarias do que em rebeldes, o governo de Cersei não teria motivos para interferir em seu manejo do Vale (ou, consequentemente, o destituir ou descobrir sobre "Alayne Stone"). De fato, o movimento pode ser comparado a Mindinho testando Sansa ao recitar a linha de sucessão Arryn e adicionar o comentário “irônico” sobre Elys e Alys.
O pedido também poderia servir para dar um sutil aviso a qualquer inimigo político de Mindinho no Vale no futuro. Vendo tapeçarias esplêndidas que uma vez decoraram a sala do trono no reinado do rei Robert, qualquer espectador saberia que Mindinho tem o apoio do regime de Baratheon-Lannister em Porto Real – um aviso sutil sobre a origem de seu poder.
O capítulo "Alayne I", de Os Ventos do Inverno, no entanto, nos fornece mais uma explicação:
Alayne desceu correndo a escadaria da torre, entrando na galeria com colunas nos fundos do Alto Salão. Abaixo dela, criados montavam mesas de armar para o banquete da noite, enquanto suas esposas e filhas varriam os velhos juncos e espalhavam novos. Lorde Nestor mostrava a Lady Waxley suas tapeçarias premiadas, com cenas de caça e perseguição. Os mesmos painéis haviam outrora haviam estado pendurados na Fortaleza Vermelha de Porto Real, quando Robert sentava no Trono de Ferro. Joffrey mandara retirá-los, e eles haviam definhado em algum porão até que Petyr Baelish providenciou para que fossem trazidos ao Vale como um presente para Nestor Royce. As tapeçarias não apenas eram lindas, como o Alto Intendente se deleitava ao dizer para quem quisesse ouvir que haviam pertencido a um rei.
(Tradução: Gelo & Fogo)
Esta é uma explicação perfeitamente razoável sobre o que Mindinho pretendia que acontecesse com as tapeçarias. Afinal, ele deixou bem claro para Sansa (ou melhor, Sansa deduziu e Mindinho confirmou) como ele havia conquistado Nestor Royce ao lhe conceder os Portões da Lua (AFFC, Sansa I).
Mindinho percebeu com facilidade que Nestor Royce era ao mesmo tempo: 1) um homem melindroso com sua ancestral e aristocrática honra do Vale; 2) alguém que ambicionava ser tão importante e bem quisto quanto seu primo Bronze Yohn.
Ciente das tapeçarias e de seu estado lamentável após a morte de Robert, Mindinho teria sido inteligente o suficiente para ver que Cersei não daria à mínima para o que aconteceria com elas e pediu as tapeçarias a fim de subornar, ainda mais, um potencial inimigo no Vale (Nestor Royce) com algo que lhe agradaria.
O pedido não custaria nada a Petyr, mas conquistaria um lugar no coração de Nestor que nenhuma soma de dinheiro poderia comprar. Nestor Royce sempre se lembraria de que Petyr Baelish lhe deu tapeçarias adequadas para um rei, o que é muito mais do que o primo Yohn ou o outro Senhor Declarante já fizera. Este é um movimento inteiramente adequado à estratégia de Mindinho no Vale, explorando fraquezas inerentes para desfazer inimigos e conquistar aliados (seja através de seu hábil manuseio dos Senhores Declarantes no Ninho da Águia – via @poorquentyn –, comprando a dívida da muito orgulhosa e muito pobre Lady Waynwood ou arranjando o casamento de Lyonel Corbray).
Mindinho tira essas tapeçarias de suas mãos, reafirma a boa relação entre ele e Nestor Royce (o que não é uma má ideia, já que Mindinho estará pondo em ação a fase principal de sua trama com Sansa na recém-outorgada sede dos Royce e que a duvidosa legalidade da assinatura de Mindinho na concessão dos Portões “não [...] passou despercebida” a Lord Nestor), e Cersei não percebe seus planos.
Porém... seria possível que as tapeçarias tenham um significado maior do que este? Ahm, talvez.
Se elas acabarem tendo mais significado do que este, acho que será porque as tapeçarias poderiam (ênfase no "poderiam") retratar Baratheons caçando. Ou seja, senhores e filhos Baratheon, de olhos azuis e cabelos pretos.
Quando Mindinho romper definitivamente com o Trono de Ferro, declarando que tem Sansa Stark e chamando os cavaleiros do Vale para reconquistar o que é dela por nascimento, ela pode (novamente, ênfase no “pode”) apontar para os Baratheons nas tapeçarias e mostrar que o rei no Trono de Ferro não é um verdadeiro Baratheon, mas uma abominação nascida do incesto, indigna da lealdade dos senhores da Vale.
Repito, eu não diria que isso necessariamente acontecerá. O fato de nunca termos sido informados sobre quem está nas tapeçarias, fora caçadores genéricos, dificilmente cria a expectativa de que algum enorme mistério genético será (literalmente) desfraldado por eles. Mas existe um chance, ainda que remota.
Eu não apostaria meu dinheiro nisso (nem mesmo dinheiro falso de especulação), mas se acontecer, bem, não pensarei que veio totalmente do nada.
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2020.07.10 00:04 aquele_inconveniente Não... 62% dos portugueses não são racistas...

Não... 62% dos portugueses não são racistas...
Foram várias as publicações neste fórum sobre os supostos estudos sobre o racismo e que Portugal afinal era um antro de pessoas patologicamente racistas, a maioria até sem saber que o era...
No centro dessas publicações esteve uma notícia muito disseminada pela comunicação social portuguesa. Um estudo em que se dizia que 62% da população portuguesa teria pelo menos uma atitude racista.
https://www.publico.pt/2020/06/27/sociedade/noticia/european-social-survey-62-portugueses-manifesta-racismo-1921713
O pública, e as suas notícias sobre o suposto racismo dos portugueses não é de agora, já há vários anos que vem fazendo do mesmo:
https://www.publico.pt/2017/09/02/sociedade/entrevista/portugal-e-dos-paises-da-europa-que-mais-manifesta-racismo-1783934
Achei estranho. A minha percepção de dia-a-dia ia contra todas estas notícias e decidi entender melhor o que se passava em Portugal. Porque razão estes estes estudos diziam que o país onde casamentos mistos sempre foram aceites e onde quase todas as famílias têm alguém que está ou esteve a viver num país africano era o mais racista da Europa?
Parte 1 - A falsa pergunta sobre racismo
As notícias incidem apenas num subgrupo de três questões:
  1. Há grupos étnicos ou raciais por natureza mais inteligentes?
  2. Há grupos étnicos ou raciais por natureza mais trabalhadores?”
  3. Há culturas, por natureza, mais civilizadas que outras?”
O número tão falado é obtido ao verificar quantas pessoas responderam "sim" a pelo menos uma das três perguntas.
A terceira pergunta é ridícula e nada tem que ver com racismo, no máximo teria a ver com xenofobia. Ainda assim, só alguém que tenha sucumbido ao politicamente correcto responderia "não" a essa pergunta. É óbvio que há culturas mais civilizadas que outras.
Aliás, isso é tão óbvio que é implicitamente assumido pelos grupos que lutam contra opressão a minorias pois essencialmente querem tornar mais civilizada a cultura portuguesa. Podendo uma cultura tornar-se mais civilizada com o tempo, a única forma de nenhuma cultura ser mais civilizada que outra era se todas evoluíssem ao mesmo tempo nas mesmas coisas.
Mais ainda, ninguém pode de boa fé argumentar que culturas que fazem mutilação genital feminina ou que aceitam a existência de escravatura (ainda as existem em áfrica) que sejam culturas igualmente civilizadas à cultura europeia ou portuguesa.
Apenas 1/3 dos portugueses respondeu que sim à primeira questão. Estes sim podemos dizer assumem uma forma de pensar racista. Relembro a definição de racismo:
  1. Teoria que defende a superioridade de um grupo sobre outros, baseada num conceito de raça, preconizando, particularmente, a separação destes dentro de um país ou região (segregação racial) ou mesmo visando o extermínio de uma minoria.
  2. Atitude ou comportamento sistematicamente hostil, discriminatório ou opressivo em relação a uma pessoa ou a um grupo de pessoas com base na sua origem étnica ou racial, em particular quando pertencem a uma minoria ou a uma comunidade marginalizada.
"racismo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/racismo [consultado em 09-07-2020].
Parte 2 - O combate ao racismo
É importante sublinhar que respodner que sim à primeira e à segunda questão é efectivamente assumir uma ideologia racista. Esse no entanto não é o problema para a sociedade, o problema é se essa forma de pensar se materializa.
Ou seja, 1/3 dos portugueses acha que há raças ou etnias mais inteligentes que outras. Mas pergunto, que raças? Estão a dizer que acham os chineses super inteligentes como é o seu esterótipo? Ou acham que os negros são mais burros que os brancos? Ou ambas? Porque pensam isso?
Mais importante ainda, materializam esse pensamento? Maltratam alguém por acharem que é menos inteligente ou mais preguiçoso?
Acho que é importante salientar dois pontos relevantes que devem conduzir a forma de reduzir o racismo
  • Porque motivo acham as pessoas que há raças superiores?
  • Qual é a alteração do comportamento dos que acreditam na superioridade de raças?
Em relação ao primeiro ponto o problema penso estar no cérebro humano. O nosso cérebro é uma maquina de "machine learning" natural, um supercomputador que identifica padrões de forma subconsciente. Se as experiências que as pessoas têm com pessoas de outras etnias sistematicamente demonstram capacidades cognitivas inferiores, a pessoa, ainda que subconsciente, vai começar a criar essa percepção. Num país como o nosso isso é bem fácil de acontecer. A maioria dos negros tem chegado a Portugal com uma escolaridade precária, mal sabendo falar ou escrever, sem nunca ter treinado conceitos de matemática. Se alguém tiver uma conversa com o grosso dessa população migrante e que nunca teve acesso a ensino que os levasse ao seu potencial cognitivo é natural que depois no dia-a-dia se notem diferenças na forma de estar e de pensar. O português médio provavelmente não irá indagar sobre tudo isto e apenas vê a diferença e fica por aí achando que é assim por ser assim. Se isto for verdade (o facto da percepção de superioridade vier destas experiências pessoais) a maioria das medidas que se costumam apresentar, como quotas na universidade, só pioraria a situação pois aumentava a exposição a pessoas que não tinham conseguido cumprir os requisitos intelectuais (notas do exame) para estarem presentes naquela universidade. A solução passará por garantir que as más condições familiares de imigrantes não afecta o abandono ou sucesso escolar, que os professores tenham autoridade para ensinar os filhos dessas pessoas e que o rigor académico lhes é incutido como já é no resto da população nativa.
Em relação ao segundo ponto, e mais preocupante, é preciso ver se em Portugal alguém tem menos hipoteses ao concorrer a um emprego e outras coisas que tais para ver se de facto há uma materialização disso, ausência de dados não me posso pronunciar nessa parte.

Cartão mostrado aos inquiridos
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2020.07.08 19:47 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #23 - Rin Tohsaka


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Em Grand Order a Rin Tohsaka tem 4 versões servos: Archer, Lancer, Rider e Avenger. _____________________________________________________
Rin Tohsaka: Ishtar (Archer) O Nome Verdadeiro do Arqueiro é Ishtar, Um Pseudo-Servo convocado no corpo de Rin Tohsaka. Ishtar é a deusa da beleza, boas colheitas, guerra, luxúria, discórdia e fertilidade na mitologia mesopotâmica / mitologia suméria / mitologia babilônica e uma entre as muitas deusas-mães cujo poder é derivado da Mãe Terra. Disse ser a deusa mais mimada, ou melhor, a deusa mais amada pelas outras divindades. Dizia-se que seu nome divino sumério era Inanna , E esse nome é realmente o nome mais antigo. Ishtar é seu nome divino acadiano. Significa "A Senhora do Céu". Uma deusa de Vênus, uma deusa que governa as boas colheitas que traz prosperidade ao povo, e mesmo uma deusa que governa a guerra e a destruição, ela é uma grande deusa que, entre as deusas, recebeu muitos direitos e autoridades de os deuses. Na mitologia suméria, ela desempenha um papel ativo como uma deusa dinâmica e como uma deusa que é como a heroína de uma história, possuindo várias anedotas. Particularmente entre eles, uma famosa é ela alimentando a cidade de Uruk com uma terrível Besta Divina chamada “Touro do Céu”, aparentemente uma anedota que fez com que a cidade estivesse à beira da destruição; em qualquer caso, ela é uma deusa que é um incômodo para os outros. De qualquer forma, Ishtar é uma divindade caprichosa, livre e descontrolada, e também é famosa por ter inúmeros amores; diz-se que ela faria avanços com todas as suas energias naqueles a quem gostava, independentemente de serem seres humanos ou outras divindades, e ela tem muitos amantes, independentemente deles serem do domínio dos homens ou do domínio dos homens. os deuses. Por outro lado, ela também demonstrou uma crueldade demoníaca contra aqueles que não se curvaram à sua vontade. Ela é uma divindade que foi aperfeiçoada como uma divindade, que geralmente assumia o controle e o domínio das coisas. Não há compromisso. Dizia-se que o motivo para trazer a Besta Divina para a Terra era o resultado do rei dos heróis, Gilgamesh de Uruk, não tendo respondido às tentações dela.
No capítulo 7, Ishtar apareceu como a única divindade suméria viva. Ao se tornar uma pseudo-serva, ela se manifestou nas terras da Mesopotâmia, observando atentamente a sétima singularidade e o futuro da humanidade. Embora ela diga que seu papel é observar atentamente os humanos de uma maneira apropriada para uma deusa, isso significa que ela está cuidando deles enquanto deixa escapar um sorriso de escárnio. "Bem então. Será que os humanos sobreviverão a isso ou serão destruídos? ”Por acaso, ela vê o protagonista perseverar como um mero ser humano enquanto perde seus servos, sendo um favorito entre os que ela provoca, e vincula temporariamente um contrato a eles. No final, ela prova ser uma "Deusa da Vitória" literal.
Além disso, é uma digressão, mas em relação à batalha contra Ishtar em uma seção do Décimo Capítulo da Sétima Singularidade, ela possuía uma Habilidade Passiva chamada "Colar de Lapis Lazuli Quebrado". Por estar quebrado, seu efeito original se torna exatamente o oposto (dano de Noble Phantasm reduzido em 30%). A própria Ishtar percebe esse efeito negativo, mas ousadamente o usa. Mesmo que seja por esse motivo: “Ainda é bonito, e eu queria exibi-lo; além disso, se eu pensar sobre isso de maneira inversa, mesmo que comece a agir violentamente e a explodir, não vou sofrer danos porque já estou sofrendo com o debuff, certo? ”Ou assim ela pensa. Mas ela ignora apontar que havia usado seu Noble Phantasm, o que fez com que ele agisse violentamente em primeiro lugar.
Rin Tohsaka: Ishtar (Rider) Ishtar, deusa de Vênus, com roupas de verão. Um festival de verão é um estado de frenesi popular ... Realmente uma deusa parecida com uma deusa, ela organizou um grande evento depois de ser movida pela piedade do povo. Ela também é uma deusa no estilo kung fu que move seu corpo com agilidade e emoção, e queima borracha em seu modernizado Boat of Heaven Maanna.
Verdadeiramente uma deusa entre as deusas que graciosa e generosamente abençoa todos aqueles reunidos no local.
Deusa Ishtar é um espírito livre. Elegante, audacioso e bastante cruel. No entanto, o traje atual mitiga um pouco sua nobreza e aterrorização divinas. Mais alegre e magnânima do que o normal, ela é amigável.
Espera-se que alguém que se chama de deusa tenha dominado uma ou duas artes marciais ... o que obviamente não é uma coisa. A razão pela qual Ishtar pode se mover tão habilmente é porque o corpo que ela ocupava era bastante adepto das artes marciais e mágicas. Seu atual estilo de luta é o seu próprio giro no kung fu aprendido pelo corpo. "Uma arte de Uruk! Existe uma coisa dessas?" Assim comenta o rei tomando banho de sol no topo do Zigurate.
O arco usado por Ishtar em sua forma de Arqueiro é a proa destacada do Barco do Céu Maanna, mas desta vez ela transformou os "remos" do Barco do Céu em uma scooter que ela monta. A scooter tem a aparência exata de uma scooter moderna, mas suas habilidades são naturalmente de nível divino. Voa alto e pode entortar. Há uma criatura misteriosa remexendo nos tornozelos de Ishtar, mas ela sempre se recusa a comentar sobre isso.
Embora Ishtar se interesse por seu Mestre por ser um herói com um futuro promissor, ela diz que às vezes fica intrigada, imaginando "como é que um Joe tão comum se tornou um herói?" Ela pensa em seu mestre como um humano curioso. É porque ela aprecia a popularidade de seu mestre (por ter a confiança de outros servos) que ela o contrata como membro da equipe da atual Copa Ishtar, mas ...?
A Ishtar Cup, um festival de verão. Foi um ritual enorme para reviver o Gugalanna do Touro do Céu, um familiar de Isthar. Ishtar perdeu Gugalanna quando um desastre atingiu o mundo mesopotâmico, significando uma completa perda de rosto para ela. Desde então, ela deve estar esperando vigilante por uma chance de vingança.
A deusa Ishtar emprestou secretamente um utensílio ritual do tesouro da Babilônia e o converteu em um Santo Graal, com o qual espalhou sua textura venusiana no solo de Connacht. Seu plano era criar Gugalanna mais uma vez, oferecendo poderosos Espíritos Heroicos, graças à terra (correndo através dela). Renovar o templo de Ishtar como um gigantesco circuito de acumulação de recursos de energia mágica fazia parte disso. O Ishtar QPS (Quantum Piece System) é um dispositivo pesadelo de coleta de dinheiro que absorve a energia mágica não apenas das pessoas, mas também dos Espíritos Heroicos. Quanto mais QP é acumulado, mais elevada é a Divindade de Ishtar. Essa ação realmente a convém como uma deusa perversa entre as deusas perversas.
Rin Tohsaka: Ereshkigal (Lancer) O nome verdadeiro de Lancer é Ereshkigal, A deusa do submundo no mito sumério. Ela empunha livremente uma gaiola em forma de lança; às vezes apunhalando o inimigo com ele, às vezes aprisionando almas, às vezes convocando raios, ela é a temível governante do submundo. Tendo cumprido seus deveres de administrar o submundo desde o nascimento, ela é uma deusa que desapareceu junto com a Era dos Deuses sem nunca conhecer o mundo acima ou a liberdade.
Nos textos originais da Mesopotâmia, ela presidia o crescimento e a deterioração das colheitas, inclinava os dragões e as cobras à sua vontade e controlava livremente os familiares Garula do submundo. A 'Senhora Celestial' Ishtar e a Rainha do Grande Abaixo Ereshkigal mantinham um relacionamento rival. Mitologicamente falando, a deusa da colheita Ishtar (Inanna) era a Grande Mãe Terra que representava a vida humana, enquanto Ereshkigal, que representava a morte humana, era a Mãe Terrível na Terra.
Na história da descida de Ishtar, Ishtar fez uma visita ao submundo apenas para ser morto pela mão de Ereshkigal. Enquanto ela foi revivida depois, a razão pela qual Ishtar desceu ao submundo, e a razão pela qual Ereshkigal ficou tão enfurecido, nunca se fala, e em Grand Order, eles são tratados como decorrentes de serem o mesmo. Ereshkigal e Ishtar. Dois deuses de existência equivalente, ou talvez uma divindade dividida do que antes era uma única entidade.
Ereshkigal detesta como foi odiada e sofrida como pária social da Era dos Deuses. "Quero tentar viver tão livremente quanto Ishtar. Quero conhecer alguém que aceite que eu sou a amante do submundo, mas não permita que esse status afete como eles me veem." Ela ainda tinha uma noção tão romântica. "Não negarei o fato de que sou um vilão, mas o mal, como é, tem seus usos para a humanidade. Por que todos têm que ter tanto medo de mim !?" Como ela ficou de mau humor em seu coração, ela encontrou o fim do mundo mesopotâmico diante de seus olhos, participando da aliança das três deusas e fazendo um inimigo de Uruk para salvar os humanos à sua maneira.
Embora ela seja inicialmente membro da Aliança das Três Deusas em oposição a Uruk, Ereshkigal participa da batalha final contra Tiamat, utilizando sua Jurisdição para enfraquecer Tiamat e reforçar as capacidades dos combatentes da linha de frente.
Rin Tohsaka: Space Ishtar (Avenger)
O nome verdadeiro de Avenger é Space Ishtar, Também conhecido como Ishtar Ashtoret, a versão do Universo Servo de Ishtar. O Servo convocado é composto por três indivíduos diferentes com a mesma origem.
Dentro do Universo Servo, houve um período antes de todos os humanos transcenderem para Servos, o Universo de Origem. Ashtoret foi uma das deusas desse período, mais tarde se tornando a última delas e ganhando o título de Deusa da Origem. Dois mil anos antes dos eventos de Saber Wars II, Ashtoret acordou mais uma vez, mas foi derrotada por um grupo de oito Servos e Mestres que incluíam Calamity Jane. Após sua derrota, ela se dividiu em dois filhos, metade boa e metade má.
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2020.07.06 00:45 dukaymon Ou os dois são loucos ou nenhum é.

Dia 1: Mário pega no carro e foge, saindo do concelho.
Dia 2 a dia 10: após abandonar o carro num parque de estacionamento a 230 km de casa, Mário esconde-se num pinhal e aí fica até acabaram as poucas latas de comida que trazia na mochila.
Dia 11 a dia 33: alimentado-se de frutas e vegetais que vai roubando de campos agrícolas e sem nunca ficar no mesmo sítio mais do que um dia, Mário encontra-se já a 300 km de casa, perto da fronteira.
Dia 33 a dia 77: sem se atrever a aproximar-se da civilização, por medo que o reconheçam (e não só), no meio do mato Mário encontra refúgio num casebre abandonado, envolto em silvas e arbustos, que funcionam como camuflagem, impedindo que mesmo o transeunte mais atento pudesse vislumbrar o edifício aí escondido. Na praia deserta que fica a 500 metros do local, Mário obtém o alimento que precisa e bebe a água da chuva que se acumula num pequeno tanque decrépito atrás do casebre.
Dia 78: Mário tenta pôr fim a tudo.

"Desculpem-me o mal que vos causei", lia-se na carta, "mas quero que saibam que, tal como rio rebenta o dique e inunda os campos em seu redor, se vocês sofrem por minha culpa, é porque não consegui conter em mim tanto sofrimento."
Dobrou a folha ao meio e deixou-a sobre um banco. Uma lágrima tinha esborratado o texto, deixando uma das palavras totalmente ilegível e, de forma parcial, a palavra que lhe antecedia e a palavra seguinte, mas ele nem reparou. Também não interessava, provavelmente ninguém iria descobrir aquela carta.
Levantou-se, saiu do casebre e caminhou nervosamente até à arriba de onde decidira que haveria de ser conduzido pela gravidade até ao abismo álgido e salgado que o tinha vindo a seduzir sempre um pouco mais de cada vez que o contemplara.
Era um dia ventoso e borralhento, mais ventoso ainda à beira mar, no cimo da falésia. Lá em baixo o mar castigava as rochas impassíveis que outrora haviam estado cobertas por um amplo lençol de areia.
Mário olha para baixo e murmura sofridamente:
-Como é possível que isto já tenha sido uma praia, e eu tenha sido tão feliz nela!
E não contém as lágrimas quando à mente lhe vêm as imagens dos longos e soalheiros dias de verão passados naquele lugar com os amigos, na adolescência.
Vinte anos separavam essas memórias do presente, vinte anos que, a bem dizer, pareciam cem ou mesmo vinte anos vividos por uma pessoa diferente, de tão antipodal era o seu estado de alma na altura em que decide suicidar-se, face à alegria, a energia e o fulgor do seu espírito na juventude.
Mário tentava sempre, quando ainda fazia um esforço para não desistir de viver, impedir-se de recordar esses bons momentos do passado, por saber que lhe agravavam a dor do presente. "O mau não parece tão mau a quem nunca conheceu o bom. Tomara que nunca tivesse experimentado a felicidade!", pensava ele.
Mas agora que está prestes a acabar tudo, que mal advinha de deleitar-se uma última vez com o sol e o calor desses Verões longínquos? A dor terminaria em breve.
- Seja esta a minha última refeição de condenado, um festim para as sensações! - disse ele.
A sua mente é então invadida por todas essas boas recordações que tanto procurara reprimir: as gargalhadas de fazer doer a barriga, os planos e objectivos idílicos para o futuro, a descoberta do prazer da sexualidade, as fogueiras acendidas pouco antes do Sol mergulhar no mar, com o intuito de obrigarem a praia a dar palco à sua puberdade até durante a noite.
Mário trauteia uma música da adolescência, de um desses Verões insuportavelmente felizes, e conforta-se com acreditar que dentro dos vãos e grutas daquela defunta praia ainda é possível ouvir o eco da sua melodia.
No alto do precipício o vento fustiga-o, e ele, de olhos fechados, imagina-o como sendo os seus amigos a saltarem para cima dele em jeito de brincadeira.
Esteve assim largos minutos, a colher quanta felicidade podia colher de um campo de alegrias já ceifado há muito. Até que a noção do presente retorna, para converter essa alegria em suplício: a realidade desesperante que põe fim à miragem de um oásis.
A chuva começava a cair tímida e lentamente, mas era perceptível que se estava a tornar ligeiramente mais forte a cada minuto que passava. Mas o vento, pelo contrário, seguia o sentido oposto ao crescendo da chuva.
-Ah, sim, o último banho do meu último dia de praia - diz Mário sarcasticamente, no seu habitual exercício de auto-comiseração, levantando a cabeça para encarar a chuva.
- Basta! - resmungou ele, cheio de repulsa de si mesmo, por não conseguir deixar de tratar com sarcasmo nem mesmo aquele que era o momento mais sério da sua vida.
Dito isto, baixa a cabeça, fita o abismo, vendo o mar que parecia aumentar de fúria, ofendido com a indiferença dos rochedos, e, sem ponderar um segundo, por medo que a coragem lhe viesse a faltar, dá aquele que pretende que seja o último mergulho da sua vida.
Mantém os olhos fechados e sente nos ouvidos o assobio do ar, que sobrepõe-se ao som da ira do oceano. E assim vai descendo, até que, de súbito, vê as memórias da sua vida, que naquele derradeiro momento parecem-lhe mais vívidas do que alguma vez pareceram, darem lugar a memórias estranhas e alheias a tudo o que vivera, e mas mais bizarro ainda: vê-as, não da sua perspectiva, mas da perspectiva de outra pessoa, que ele não fazia ideia de quem era.
Assustado, abre os olhos de repente e vê o mar a uns quantos metros de distância. Depois disso não se lembra de mais nada.

Quando acordou, Mário deparou-se com uma enfermeira que, empunhando uma seringa, tentava encontrar uma veia no seu braço. Ao vê-lo acordar, a enfermeira apressa-se a chamar um médico.
- O que é que aconteceu? - pergunta Mário, desorientado, ao médico que lhe auscultava o peito.
-Não se lembra do que aconteceu? - pergunta o médico. - O senhor atirou-se de uma falésia. Por sorte, ou mesmo por milagre, caiu numa zona em que a água tinha profundidade suficiente para que não tivesse morte imediata nas rochas. O hospital irá contactar a sua mulher e o o seu filho para informá-los que o senhor já se encontra consciente.
-Desculpe!? Mulher e filho? Eu sou solteiro e vivo com os meus pais! Enganou-se no paciente.
O médico, surpreendido, observa a sua ficha clínica e pergunta-lhe:
- Você não se chama Mário Costa Figueiredo?
-Sim - respondeu Mário.
-Então não há nenhum engano!
-Não, desculpe, há de certeza um equívoco... - retorna Mário, irritado e, ao tentar levantar os braços em protesto, repara que um deles estava algemado à cama.
- Ah, sim já me lembro, apanharam-me finalmente! Mas eu não tenho família nenhuma! Nem sou responsável pelo crime que me atribuem!
O médico calou-se, na dúvida entre estar perante um legítimo caso de amnésia ou um criminoso a mentir para tentar passar a ideia de que estava inocente.
Disse: "eu volto já" e afastou-se.
Os dois polícias que estavam de vigia à porta da sala onde Mário estava internado entraram assim que o médico avisou-os que ele tinha acordado e, a alguma distância, fitaram-no com cara de poucos amigos e trocaram entre si palavras que Mário não conseguia ouvir.
Provavelmente insultos, pensou Mário.
E pela razão certa, mas não contra a pessoa certa. Mário era suspeito de matar uma mulher grávida. O crime fora gravado e a cara dele tinha aparecido na televisão, mas não era ele.
Porém, o facto de se ter posto em fuga não fizera nenhum favor à sua reputação de auto-proclamado inocente, embora se ele próprio se tinha visto em vídeo a cometer aquele crime hediondo, seria impossível parecer mais culpado mesmo que tivesse ficado placidamente sentado no sofá à espera que a polícia arrombasse a porta de sua casa para o prender.
Setenta e oito dias em fuga andou Mário, até ser encontrado inconsciente na praia, após a tentativa falhada de suicido.
Mas porque fugiu Mário? E porque se tentou matar? As respostas, que parecem óbvias - não ser injustamente condenado por homicídio e estar cansado de viver como um pária fugitivo - não satisfazem totalmente as perguntas. Se esses foram factores a ter em conta, havia contudo algo de mais profundo, mais inquietante e mais assustador - ele fê-lo porque, no seu íntimo, sentia-se de alguma maneira culpado pelo crime que não cometeu.
Um Mário completamente seguro da sua inocência talvez não fugisse se o acusassem de um crime cometido por outrem. E decerto que jamais aceitaria carregar a culpa alheia por um crime, mesmo que todas as testemunhas jurassem pelos parentes defuntos que o tinham visto a disparar a arma. Nem mesmo que ele se tivesse visto a matar a vítima, como de facto viu. Nem mesmo que a sua vida dependesse disso. Mário estava inocente e sabia-o com toda a certeza, mas sabia também, com equivalente grau de certeza, que era (um pouco) culpado.

Mas os problemas de Mário não começaram com o homicídio.
Um estranho acontecimento ocorrido vinte anos antes, fora o que dera início à inexorável descida de Mário ao abismo.
Mário sempre jurou que pouco tempo antes do acidente que o tinha deixado desfigurado, tivera uma premonição. Um sentimento repugnante, um misto de desespero e medo avassalador, acompanhado por um arrepio na espinha, que sentira ao ver um relâmpago cair no sítio onde meses mais tarde seria atropelado por um carro.
Estropiado e desfigurado, não foi mais capaz de arranjar emprego e muito menos manter uma vida amorosa com uma mulher. Tinha passado os últimos vinte anos da sua vida a viver em casa dos pais, dependente destes, sem quase nunca sair à rua. Um adulto que nunca experimentara ser adulto, alguém que ia envelhecendo mas cuja vida parara para sempre na adolescência.
Sem coragem para matar-se, a única coisa que desejava, dia a pós dia, era a morte.


As provas não deixavam margem para dúvida: as impressões digitais recolhidas no local do crime eram dele, bem como ADN. Se ele não era culpado deste crime, as prisões estavam cheias de inocentes.
E no entanto não era culpado, asseverava ele com toda a convicção e honestidade possíveis de se encontrar num inocente injustamente acusado.
Mário foi condenado à pena máxima. A "sua" mulher esteve presente no julgamento, chorosa, desolada, horrorizada. E na cara de Mário era patente a incredulidade de um viajante do tempo que encontra no futuro um mundo tecnologicamente impossível de conceber na sua era. Estarei louco?, pensou ele. E foi nisso que preferiu acreditar, confrontado com a sua "nova" realidade. Mas não cometi aquele crime, posso estar louco mas não sou assassino!
A mulher visitou-o relutantemente apenas uma vez na prisão. Quando, durante essa visita, ele lhe disse que nunca a tinha visto na vida e que não tinha filho algum, nem com ela nem com ninguém, ela sentiu alívio por ter sido ele a pôr fim a tudo. Se fosse eu a rejeitá-lo, ele ainda me mandava matar!, pensou ela à saída da prisão.Mário depressa se aclimatou à vida de recluso, que ele não considerava pior que a vida miserável que tinha levado durante os últimos vinte anos, enclausurado em casa dos pais. Ao fim do primeiro ano, Mário decide escrever um livro, uma espécie de biografia "barra" apologia da sua inocência.
Falou da premonição, do acidente meses mais tarde, da visão que teve quando se tentou matar; tentou demonstrar o seu álibi para a momento do crime e falou das suas famílias: a verdadeira, os pais, dos quais nunca mais teve notícia e nunca mais não foi capaz de encontrar, como se nunca tivessem existido (a casa onde viviam também não existia), e da nova família e nova vida que o universo lhe atribui depois de se ter atirado da falésia.

O manuscrito chamou a atenção do psiquiatra que acompanhava Mário. O psiquiatra tinha diagnosticado Mário com amnésia retrógrada e classificara as memórias anteriores ao acidente de confabulações.
O psiquiatra tinha um amigo, Alexandre, um sujeito lunático mas interessante, que tinha interesse no ocultismo, em particular na parapsicologia. O psiquiatra, Carlos de seu nome, que gostava de ficar a ouvir o seu amigo e antigo colega de faculdade a debitar disparates fantasiosos mas originais quando se encontravam aos domingos à tarde, na casa deste último, sempre com um leve sorriso de troça na cara, sem, contudo, ser desrespeitoso e sem que Alexandre levasse a mal, decidiu mostrar-lhe uma cópia do manuscrito, com a autorização de Mário.
Numa terça-feira de manhã, no caminho para o trabalho, Carlos parou na casa do seu amigo e entregou-lhe o manuscrito, na expectativa de ouvir Alexandre discorrer sobre o assunto no domingo seguinte.
- Olha o que um recluso lá da prisão escreveu. Diverte-te.
E saiu um pouco apressado, pois já ia atrasado.
Domingo chegou, e, para quebrar o hábito, era Alexandre que batia à porta de Carlos logo após o almoço e não o inverso, como sempre sucedera. Estava nervoso e efusivo, como um adolescente prestes a perder a virgindade.
- Tenho de falar com esse tipo. A que horas podem os prisioneiros receber visitas? - perguntou Alexandre.
Carlos tentou demovê-lo, pois não lhe agradava a ideia que um doente mental como Mário, e ainda por cima um paciente seu, fosse influenciado por um excêntrico como Alexandre, por mais bem-intencionado que fosse. Discutiram e foram-se zangando gradualmente mais com o decorrer da discussão. No fim, para não arruinar aquela amizade que ambos prezavam, Carlos concedeu que Alexandre visitasse Mário, até porque não havia maneira legal de o impedir.

O dia em que Mário e Alexandre se conheceram chegou, e, assim que Mário o viu, pensou tratar-se de algum daqueles "novos" parentes ou amigos da sua realidade pós tentativa de suicídio.
- Ah, sim, você é o tal amigo do psiquiatra - disse Mário, aliviado por não ser nada daquilo que esperara.
Alexandre disse que lera o livro e Mário interrompeu-o:
-Deve pensar que eu sou maluco ou mentiroso, não é? - acrescentou ele.
Houve uma pausa e Alexandre, num tom sério, respondeu:
- Não, não acho...
Os olhos de Mário acenderam-se e, após alguns uns segundos, perguntou:
Quer dizer que você... acredita?
Uma pausa, mais longa que a anterior, separou a pergunta de Mário da resposta de Alexandre. Alexandre aproximou a cara do vidro e, como que reconfortando um amigo em sofrimento, diz com voz baixa mas firme:
- Acredito.
Mário pergunta imediatamente, incrédulo e extático:
-Acredita que eu sou inocente ou no resto? Ou em tudo?
Alexandre diz:
-Acredito que teve de facto aquilo a que chama de "premonição". Acredito que viu o que viu quando se atirou para o mar e, embora não descarte a hipótese de amnésia, creio que é possível que esteja a ser sincero quando diz que a sua família não é de facto a sua família. Quanto ao crime, devo ser a única pessoa no mundo que não está convicto da sua culpabilidade.
Mário não sabia o que achar. A realidade para ele não fazia sentido. Se ele próprio vira-se a cometer o crime e sentia-se um pouco culpado por isso, embora soubesse que não o cometera, e se havia provas irrefutáveis que apontavam para si, como é que era possível que alguém duvidasse disso, ainda para mais um total desconhecido como Alexandre? Uma realidade em que Mário era casado e tinha um filho, era uma realidade em que também podia existir alguém como Alexandre. Mas provavelmente estava louco, como preferia acreditar.
Quase a chorar, Mário pergunta:
-O que o leva acreditar em mim?
Alexandre diz:
-Conhece o conceito de doppelganger?
- Sósias? Sim - respondeu Mário.
-Certo - retorquiu Alexandre-, mas não me refiro somente a pessoas apenas com similaridades físicas com outras pessoas sem parentesco. Falo de uma relação entre dois ou mais indivíduos que vai além do que é meramente o aspecto físico, a uma relação de transcendência psicológica, uma ligação talvez metafísica entre mentes.
-Desculpe, mas não acredito nessas coisas - retrucou Mário. - E não vejo o que tem isso a ver com o meu caso. Está a querer dizer que foi um sósia meu que cometeu o crime?
-Não acredita, mas no entanto jura que a sua família foi trocada, que não cometeu o crime apesar das evidências e que viu a vida de outra pessoa à frente quando tentou matar-se. Se não acredita, então só podemos concluir que é louco, certo? E para além disso, é você que afirma ter tido uma "premonição". Ora, não acredita em si próprio? Loucura por certo...

Mário, sentiu-se tocado. Nunca revelara a ninguém que achava que talvez estivesse louco. Mas que outra explicação haveria?
-Não me diga que o meu sósia também tem o meu ADN e as minhas impressões digitais? - disse Mário, um pouco desdenhoso. - E quando eu falei de premonição, se você leu mesmo livro, decerto se lembrará que não invoquei explicações paranormais. Eu senti que algo de mau ia acontecer, e aconteceu. Foi apenas isso, um sentimento. Se eu "adivinhei" o futuro ou se foi um sinal "dos Céus" abstenho-me de especular.
Pense nisto - disse Alexandre-, tal como duas pessoas diferentes, sem qualquer contacto entre si, podem acertar nos números da lotaria, também é possível, mas extremamente improvável, que duas pessoas tenham o mesmo ADN. A probabilidade é tão baixa que no mundo você não encontrará ninguém geneticamente igual a si, mas se a população mundial fosse suficientemente numerosa, seria possível encontrar; e quanto mais numerosa fosse, mais probabilidade haveria. Seriam seus "gémeos" idênticos, apesar de não serem filhos dos mesmos pais... - Mário ia dizer algo, mas Alexandre aumentou e apressou a voz de modo a impedido de exprimir-se. - Quanto à premonição, se você pressentiu algo de mau que iria acontecer meses depois, então é óbvio que temos de recorrer a explicações não usuais para isso, pois prever o futuro não é considerado possível pela ortodoxia científica. Dou-lhe o seguinte exemplo como forma de fazê-lo perceber melhor onde quero chegar:
"Há várias décadas, na Austrália, um homem, incapaz de adormecer, decide ir à varanda para apanhar ar. No momento em que vê a lua cheia sente uma repulsa macabra inexplicável, como nunca tinha sentido, um mal-estar físico como se tivesse ingerido algum veneno. Era perto da meia-noite. No dia seguinte, a polícia bate à sua porta e informa-o que a sua filha fora assassinada. O médico legista determinou que ela tinha sido morta por volta da meia-noite.
"Não havia maneira do pai saber que a filha estava a ser assassinada a dezenas de km de distância, no entanto esse acontecimento foi sentido por ele de algum modo, a não ser que acreditemos que se tratou de uma coincidência.
"Isto costuma acontecer também com gémeos idênticos, em que um deles é sensível ao que se passa com o outro."
-Continuo sem perceber o que tem isso a ver comigo - disse Mário.
-Da mesma forma que a mente consegue sentir a dor ou alegria de alguém que nos é biologicamente próximo, ou mesmo idêntico, você, como confessou no seu livro, talvez sente-se um pouco culpado pelo crime porque aquele poderia ser o seu irmão gémeo ou algum "clone" sem relação a si, como referi há pouco. Esta - um irmão gémeo - seria a explicação mais simples, e portanto mais plausível, para o sucedido. Mas como acreditar nisto se você próprio confessou o crime na sua carta de despedida? E se eu acreditasse nisto não estaria aqui.
Mário ficou atónito:
-Desculpe?
Alexandre, que não estava surpreendido com a surpresa de Mário, não que achasse que ele estava amnésico ou a fingir, diz:
-Sim, após acordar no hospital você revelou o seu esconderijo à polícia e lá encontraram a sua carta, na qual desculpava-se pelo sofrimento causado à sua mulher e filho e confessava o homicídio da sua amante grávida. .
-Não, lamento, isso não aconteceu. Eu escrevi uma carta, sim. Mas como tem você conhecimento disso? - pergunta Mário. Que um estranho tivesse conhecimento de uma carta que nem a polícia que investigou o crime e perseguiu Mário durante quase três meses conhecia, seria motivo de estupefacção e medo para qualquer pessoa, mas em Mário, que já passara e continuava a passar por coisas mais bizarras, isso não causou tanto espanto como deveria. Mário acrescenta:
-Mas não escrevi isso que diz. E para além disso, a polícia, que eu saiba, nunca encontrou a carta porque eu, com vergonha, nunca mencionei o esconderijo. Não queria que a minha carta de despedida fosse descoberta tendo eu sobrevivido, seria vergonhoso demais. Mas em nenhum parágrafo da carta admiti o crime, pois não o cometi. Apenas pedia desculpa aos meus pais pelo sofrimento que lhes causei, motivado pelo sofrimento que eu sentia.
-Lembre-se, eu acredito que esteja a ser sincero quando diz o que diz. E que essa sinceridade não advém das confabulações em que um amnésico acredita, mas correspondem aos factos.
"Eis o que eu acho: você não matou aquela mulher. Mas você também matou-a. E as suas duas famílias são ambas suas mas não ao mesmo tempo. E as memórias que viu na mente são suas e e não são suas, pois foram e não foram vividas por si.
"Aquela sua premonição, tida no momento de uma descarga de energia - o relâmpago - foi a recolecção, por parte da sua mente, da informação de um evento que tinha acontecido no futuro, mas um futuro doutro universo, futuro esse que, em relação à linha temporal do nosso universo, seria um acontecimento do passado. Doutro modo, você não poderia ter tido a premonição, pois a causa (o acidente) teve de anteceder o efeito (a premonição do acidente) para que aquele pudesse ser previsto. Como, de acordo com as leis da física, as causas nunca antecedem os efeitos, o acidente teve de ocorrer primeiro noutro universo para que o conhecimento dele neste universo pudesse anteceder o seu acontecimento neste universo. É esta, a meu ver, a explicação para o fenómeno vulgarmente denominado «premonição»: a falsa «previsão» do futuro que não é mais que a lembrança, neste universo, de um evento já ocorrido noutro universo e que irá também ocorrer neste. E falo da verdadeira premonição, não da ilusão de premonição que advém das naturais falhas e vieses cognitivos da mente humana."
-Agora você já está a abusar- disse Mário. - Ou você é mais louco do que eu ou está a fazer pouco de mim.
Alexandre esboçou um sorriso, mas logo ficou sério:
- Não, repare, o que eu lhe estou a tentar dizer é que acredito que cada um de nós tem pelo menos um outro "eu", e talvez uma infinidade de "eus", que existem simultaneamente connosco, mas não aqui. O que acontece, na minha opinião, é que, por razões que ainda não vislumbro, às vezes esse(s) diferente(s) universo(s), ou partes dele(s), como você, ou eu, ou uma cadeira, ou uma árvore, ou um simples átomo, cruza(m)-se com o nosso, da mesma maneira que duas linhas de pesca se emaranham ao cruzarem-se, ou como dois fios de electricidade, que correm paralelos de um poste ao outro, tocam-se quando há vento. E ao fazerem-no podem trocar matéria, energia e informação. As memórias que você viu, e que se calhar irá ver com mais frequência, ou nunca mais, são as memórias do seu outro "eu" de um universo paralelo, com o qual você trocou informação. A "nova" vida que todos dizem ser sua após a queda no mar, talvez não seja mais que a "sua" vida de um universo paralelo. Talvez você não seja deste universo, ou talvez sejamos nós, e quando digo nós refiro-me à totalidade do que existe neste universo, que estejamos a mais; se calhar este universo, ao emaranhar-se com outro, foi esvaziado do seu conteúdo original, excepto você, e preenchido com o conteúdo desse outro universo. E agora você, neste seu universo, paga pelo crime que o seu outro eu cometeu naquele nosso universo. E o seu outro eu deve andar por lá livre como um passarinho. Que bela forma de escapar à justiça, não acha?
"E às vezes, creio que acontece o seguinte: quando dois universos se «cruzam» apenas um deles recebe matéria ou energia do outro. É esta, a meu ver, a origem de alguns doppelgangers. Que podem ser de pessoas, animais, plantas ou coisas inanimadas.
"É natural que se sinta culpado do crime, foi você que o cometeu. Se um pai é capaz de sentir uma filha a ser assassinada e um gémeo a dor de outro gémeo, como não havia você de sentir o que você próprio fez?"
Mário abanou a cabeça como quem está farto de ouvir baboseiras e levantou-se da cadeira.
-A visita acabou - disse ele ao guarda. E foi reconduzido à sua cela.
Devo estar louco, de facto. E se calhar até cometi o crime e não me lembro. Se calhar estão todos certos. Mas aquele tipo também não devia andar à solta, pensou Mário. E talvez estivesse certo também.
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2020.06.17 07:43 gabriel034 POR QUE O POR TEM COMO PRINCÍPIO PROGRAMÁTICO A REVOLUÇÃO E DITADURA PROLETÁRIAS

Publico na íntegra a nota de esclarecimento do POR disponível em seu site
Aproveitamos a discussão sobre a consigna de revolução e ditadura proletárias, inscrita na bandeira do Partido Operário Revolucionário (POR), erguida na manifestação de 14 de junho, na Av. Paulista, para reeditar um documento sobre a sua fundação.
Muita confusão, deformação e falsificação se refletiram nos comentários veiculados nas redes sociais. A própria rede Globo, que fez a cobertura do ato contra Bolsonaro e pela democracia, cometeu um erro de informação sobre a existência do POR. As barbaridades que se proliferaram nas redes sociais sobre a ditadura do proletariado não assombram os marxistas-leninistas-trotskistas.
As falsificações sobre esse fundamento programático se repetem no tempo, desde que foi elaborado por Marx e Engels. É claro que os sórdidos impropérios dos bolsonaristas vão muito além de deformações. Decidimos, então, publicar o documento “O que é o POR”, que consta do livro “20 anos contruindo o POR”, de julho de 2009.
Divulgamos, imediatamente, uma breve nota esclarecedora. Logo mais, apresentaremos uma resposta detalhada às distorções e ataques da ultradireita, bem como às desinformações da imprensa burguesa. Esperamos com essa publicação contribuir para a luta contra o governo militarista e golpista de Bolsonaro, e para nos distinguir do cretinismo parlamentar da oposição reformista e centrista.

O QUE É O POR
  1. A CONSTRUÇÃO DO PARTIDO OPERÁRIO REVOLUCIONÁRIO NO BRASIL
A crise histórica de direção do proletariado se constitui no problema mais agudo. Trata-se de um fenômeno não particular do Brasil, mas mundial. A marcha da restauração capitalista na ex-União Soviética, a derrocada do Leste Europeu, o isolamento de Cuba e a traição sandinista na Nicarágua expõem o significado da destruição pelo estalinismo do Partido Bolchevique na Rússia e da III Internacional Comunista.
O retrocesso das conquistas mundiais do proletariado resulta em duro golpe à necessidade da revolução socialista mundial. A evolução final do estalinismo para as posições pró-imperialistas e restauracionistas, concebidas pela perestroika-glasnost, comprovou definitivamente seu papel contrarrevolucionário, responsável por abrir uma das maiores crises de direção mundial do proletariado.
Hoje, o avanço da recolonização do imperialismo por toda parte não é a demonstração de vitalidade do sistema econômico capitalista, mas ao contrário, a manifestação de sua desagregação. A prova disso está na estagnação crescente da última década e a recessão presente da economia mundial. A contradição básica entre as forças produtivas prontas para se desenvolverem em grande escala e as relações capitalistas de produção (propriedade privada) sob o domínio de alguns países e de um punhado de multinacionais expressa o esgotamento do regime vigente.
É nesse quadro que se insere o Brasil, despedaçado pela profunda crise econômica e social. A construção do Partido Operário Revolucionário internacionalista se coloca como tarefa de primeira grandeza em nossas fronteiras.

  1. CONSTRUIR O POR É CONSTRUIR O PROGRAMA
Partimos da caracterização de que as condições econômicas de esgotamento e putrefação do regime capitalista, necessárias para a transformação socialista, estão amadurecidas. A burguesia vem destruindo maciçamente forças produtivas e já não consegue manter minimamente uma ampla camada das massas trabalhadoras. Materialmente estão dadas as premissas da revolução proletária.
Para que esta amadureça e se coloque para a maioria nacional oprimida é imprescindível que construamos o programa anti-imperialista e anticapitalista. O fracasso do PT em se tornar um partido da revolução se deve à adoção de um programa social-democrata, contraposto à elevação do proletariado como força social capaz de se insurgir, tomar o Estado e destruir o poder da burguesia. E o fracasso das correntes de esquerda petista reside no fato de não terem sido capazes de construir, em todo o processo de formação do PT, o programa da revolução e ditadura proletárias. Limitaram-se a desenvolver divergências táticas circunstanciais. A maior prova disso se deu no 1º Congresso do PT, quando este aprovou a moção contrarrevolucionária de combate à estratégia da ditadura proletária e seu conteúdo que é o da revolução violenta.
O POR nasceu desta experiência, combatendo a estratégia do reformismo petista e a impotência das correntes de esquerda centristas. Aproveitou-se dela para compreender a tarefa central da construção do partido marxista-leninista-trotskista e empreendê-la através da construção do programa, que, distintamente do rol de reivindicações conjunturais, materializa as leis históricas e sociais da revolução proletária, cuja essência transformadora está em dotar o proletariado de capacidade para tomar o poder.
O exitismo eleitoralista, obscurecido como o linguajar esquerdista, em muitos casos com o reviosionismo do trotskismo, está em contradição com a necessidade de estruturação do partido-programa. A ideia que acaba de ser lançada de formação de um novo partido através de uma frente das esquerdas petistas, tendo por base um programa mínimo consensual, é o desfecho natural da política democratizante, avessa à concepção leninista do partido, que para ser construído como estado-maior dos explorados depende de se constituir em torno da estratégia da ditadura proletária.
O POR se distingue por ter elaborado uma crítica programática à estratégia do reformismo petista e a inconsequência do centrismo democratizante das esquerdas. Com esta arma lutou em defesa da constituição de uma fração no interior do PT por um partido marxista. É com este capital que rompeu com o PT no momento mais preciso de sua integração ao Estado burguês e de ofensiva da direita petista para estrangular as correntes opositoras. Podemos assinalar que qualquer novo intento de se construir um partido sem que se parta desta experiência e das formulações em defesa da estratégia revolucionária (governo operário camponês e ditadura proletária) não poderá dar lugar a um programa da revolução socialista.

  1. O CARÁTER DA REVOLUÇÃO NO BRASIL
Nas resoluções político-programáticas, do I e II Congressos, o POR caracteriza o Brasil como um país capitalista semicolonial e de economia atrasada. Desde a sua origem história como colônia esteve submetido às metrópoles, que o saquearam e condicionaram seu atraso. Dessa forma, seu desenvolvimento econômico ocorreu sob o controle externo e sob a forma da opressão colonial e imperialista. As massas sempre estiveram esmagadas pela brutal exploração do trabalho. A burguesia nacional e o Estado que se formaram jamais jogaram um papel de independência frente aos opressores imperialistas. Por mais que se tenha despontado no passado tendências nacionalistas, o setor estatizante da burguesia não pôde desenvolver as forças produtivas nacionais em contraposição ao saque e ao manejo das metrópoles. A preservação das oligarquias regionais e da sua influência no poder do Estado reflete o atraso econômico e a caducidade histórica da burguesia nacional.
O capitalismo imposto de fora não pôde solucionar os grandes problemas nacionais, para alcançar os patamares econômicos dos países colonizadores. A estrutura latifundiária de origem colonial, por mais adaptação que tenha sofrido, se manteve como fator de atraso e trava das forças produtivas. Implantou-se em nosso extenso país aglomerados de alta industrialização, onde as relações pré-capitalistas agrárias continuam vigentes, como é o caso do Nordeste e Norte. O atraso pré-capitalista e o avançado capitalismo formam uma unidade contraditória desigual e combinada, à qual faz parte a imensa maioria empobrecida e faminta.
O POR considera que a solução do atraso econômico e a erradicação da miséria, bem como de toda forma de opressão social, não é possível no interior do capitalismo. A burguesia industrial e oligárquica não pôde se emancipar da burguesia imperialista, pôr fim ao saque internacional, e por esta razão histórica se tornou caduca, não podendo ser a classe que encarne o amplo desenvolvimento das forças produtivas. Ao contrário, está obrigada a seguir as decisões reacionárias do imperialismo.
A condição para libertar a economia das travas do capital financeiro e dos monopólios internacionais se concentra na independência nacional, na transformação da estrutura agrária arcaica (destruição dos latifúndios) e na erradicação da miséria da maioria. Tais tarefas próprias do país semicolonial serão cumpridas por meio da revolução. Cabe ao proletariado, unido à maioria nacional oprimida realizá-la. Eis por que não poderá se limitar ao conteúdo democrático, tendo de necessariamente combiná-lo com medidas socialistas de expropriação do grande capital.

  1. O FRACASSO DO NACIONALISMO E ESTALINISMO NO BRASIL
As tendências nacionalistas, se é verdade que puderam utilizar determinadas situações para preservar alguns interesses nacionais burgueses, não puderam resolver o atraso e livrar o país da opressão imperialista. Por essa razão, acabaram por ceder às metrópoles. Hoje, se mostram pró-imperialistas. A política de desestatização e completa abertura do mercado ao capital externo comandada por Collor é uma decorrência do fracasso do nacionalismo burguês.
O Partido Comunista Brasileiro (PCB), que propôs ser o partido do proletariado, devido a sua estalinização, acabou como apêndice do nacionalismo. A sua tese programática, logo na origem, se resumia na ideia de que haveria uma revolução democrático-burguesa, que colocaria fim à oligarquia latifundiária, emanciparia o Brasil do imperialismo e desenvolveria um capitalismo nacional. Caberia, portanto, ao proletariado apoiar a burguesia nacional progressista. Uma vez cumprida a revolução burguesa, o proletariado se formaria como classe independente capaz de fazer a revolução socialista. Toda a história do estalinismo (PCB) está marcada pelo apoio à burguesia. Não pode haver dúvida de que o PCB se degenerou sob a estratégia do governo burguês de união nacional.
O PT reformista, em seu nascimento, assumiu a indefinida estratégia de “governo dos trabalhadores”, influenciado por correntes de esquerda não-estalinistas. Mas logo a substitui pela fórmula de “governo democrático e popular”, que corresponde à velha estratégia estalinista de unidade nacional. A tática compatível é da aliança com os partidos da oposição burguesa, impropriamente considerados progressistas. Enquanto que suas teses programáticas apregoam um desenvolvimento econômico independente, prematuramente o reformismo se mostra pró-imperialista, sendo incapaz de reagir diante da ofensiva de recolonização do imperialista via desestatização. Não por outro motivo que no 1º Congresso condenou a via da revolução proletária.
O POR identificou nas teses do PT a ressureição da falida estratégia democrático-burguesa de desenvolvimento do capital nacional independente. Desde o nosso 1º Congresso (1989), partindo das leis do desenvolvimento capitalista mundial e das experiências da luta de classes, elaborou a tese de que no Brasil somente cabe a revolução social. Terá o conteúdo nacional porque resolverá tarefas pendentes do capitalismo atrasado e social porque expropriará o poder econômico dos capitalistas. Somente um partido que transforme a classe operária em dirigente da maioria explorada e que tenha por conteúdo o internacionalismo proletário poderá executar tal objetivo. A derrubada da burguesia do poder do Estado e o consequente rompimento com a opressão imperialista pela maioria nacional oprimida, sob a direção do proletariado, é a condição para realizar as tarefas pendentes do capitalismo atrasado e a transformação socialista do país. O conteúdo econômico e social desta tarefa é dado pelo caráter da revolução proletária, pela destruição do Estado capitalista e edificação do Estado operário.

  1. O GOVERNO OPERÁRIO E CAMPONÊS
O objetivo programático do partido revolucionário é levar a maioria oprimida a conquistar o poder do Estado e instalar o governo operário e camponês. Tal governo expressa uma aliança de classe, a dos operários e camponeses.
A unidade operária e camponesa se coloca devido ao caráter nacional e social da revolução. A derrocada da oligarquia latifundiária entrelaçada com o capital financeiro depende do campesinato empobrecido e sem-terra lutarem ao lado do proletariado para tomar o poder. Não poderá haver a expropriação do grande capital industrial, comercial e financeiro sem que a revolução exproprie os latifúndios.
A luta de classes no campo, que se desenvolve entre latifundiários e sem-terra, bem como dos latifundiários com posseiros e pequenos produtores, tem sua extensão na luta do proletariado e da classe média urbana proletarizada contra o grande capital.
As transformações que o país requer estão na razão direta da construção de um governo operário e camponês. Uma vez de posse do Estado, do armamento popular e da destruição do poder repressivo da burguesia, o proletariado, apoiado na imensa massa de trabalhadores agrícolas, poderá colocar um governo a serviço da expropriação da grande propriedade burguesa, do acesso aos camponeses pobres à terra, do planejamento econômico centralizado, da superação da miséria e emancipação do imperialismo.
A defesa do governo operário e camponês é uma necessidade imposta pela constituição das classes no país semicolonial, marcado pelo latifúndio e luta camponesa pela terra. As tarefas históricas burguesas de emancipação nacional e reforma agrária não serão resolvidas sem que o proletariado tome o poder, transforme a propriedade privada dos meios de produção em propriedade coletiva e inicie o processo de transformação socialista da base produtiva.

  1. ESTRATÉGICA HISTÓRICA DA DITADURA DO PROLETARIADO
O governo operário e camponês é a forma governamental da ditadura do proletariado, ou seja, do governo da maioria explorada contra a minoria exploradora. As chamadas esquerdas fogem da definição precisa do caráter revolucionário do governo, das tarefas colocadas e da tática da luta insurrecional. Em seu lugar, levantam as mais diferentes variantes de governo democratizantes, isto é, compatível com a democracia burguesa e, portanto, com o capitalismo.
A ala direitista do PT se define pelo governo democrático e popular. A sua ala esquerdista pelo “governo dos trabalhadores”. Ambos os casos se identificam por serem governos adaptados ao eleitoralismo. Os defensores do “governo dos trabalhadores” dão a entender que se trata de uma bandeira apropriada para uma situação não-revolucionária e que corresponde à possibilidade de um governo eleito, que cumpriria um papel progressivo. Desta forma, atribuem a ele um papel de transição para um outro tipo de governo, que aliás não dizem qual é.
Ao condicionarem a estratégia do poder a uma situação não revolucionária ou pré-revolucionária, de forma a enquadrar a ação das massas à eleição de um “governo dos trabalhadores”, deixam de trabalhar pela estruturação de uma fração do proletariado em torno da tarefa da revolução proletária e dissolvem a luta de classes no eleitoralismo. Ao anular a capacidade da ação direta, bloqueia-se a tendência dos trabalhadores de criarem seus organismos de poder. Com o argumento de que não está colocada a tomada do poder, falseiam o problema da revolução, que é justamente o de desenvolver a independência de classe do proletariado em torno da estratégia da destruição do Estado capitalista. Se a vanguarda se submeter à diretriz democratizante, o proletariado jamais poderá sair da condição de classe oprimida para classe revolucionária. A revolução social destruirá a ditadura de classe da burguesia, que exerce o poder da minoria capitalista contra a maioria trabalhadora. Constituirá transitoriamente a ditadura proletária, que é a da maioria sobre a minoria, por meio dela a classe operária exercerá o poder da maioria explorada para expropriar o poder econômico e desenvolver novas relações de produção.

  1. O MÉTODO DA AÇÃO DIRETA
O proletariado se constituirá como classe capaz de pôr fim ao sistema de exploração do trabalho desenvolvendo o método da ação direta, da luta de massa. O objetivo do partido revolucionário é de unificar as forças do proletariado e da maioria nacional oprimida, transformando as lutas parciais instintivas em luta política contra o Estado capitalista.
O trabalho constante de unificação dos trabalhadores contra a burguesia corresponde à estratégia da revolução proletária. A tendência dos assalariados é se elevarem das lutas mais elementares (salário e emprego) para a luta anticapitalista. O partido revolucionário atua sempre no sentido de estabelecer a ligação entre as reivindicações vitais e as de caráter nacional e socialista. As mais diversas formas que assume a ação direta (greve, piquete, ocupação, resistência armada etc.) são trabalhadas em cada situação do desenvolvimento da luta de classes.
O POR não nega a possibilidade de utilização de métodos não próprios do proletariado, como é o caso da luta eleitoral e parlamentar. Entretanto, seguindo a tradição marxista-leninista, os aplica subordinados à ação direta. Não passam de meios auxiliares e secundários para se combater no próprio terreno que a burguesia impõe à luta de classes. Em todas as circunstâncias, a luta eleitoral e parlamentar objetiva desmascarar a democracia burguesa e revelar para as massas os limites desses meios auxiliares. Coloca-se para o partido o dever de explicar que a democracia formal burguesa é uma das formas do exercício da ditadura da burguesia.
Ao contrário dos reformistas e da esquerda centrista democratizante, o partido revolucionário não ilude os trabalhadores com a possibilidade de chegar ao poder do Estado por meio das eleições. Não engana com a possibilidade de resolver qualquer reivindicação nas quatro paredes do parlamento burguês.
Em certas condições, é necessário que a intervenção no processo eleitoral tenha por finalidade chamar as massas a se manifestarem com o voto nulo ou com o boicote. O ilusionismo e o exitismo eleitoreiro se constituem na negação da tarefa de organização independente do proletariado frente à política burguesa.
O partido marxista combate as ilusões democráticas criadas pela burguesia, que embrutecem a consciência dos oprimidos. Contrariamente, a luta coletiva e frontal contra os exploradores permite a evolução da consciência e da organização revolucionária de massa.

  1. DEMOCRACIA OPERÁRIA
Por intermédio da ação direta e da organização independente, as massas desenvolvem a democracia proletária. A sua essência consiste na soberania das decisões coletivas e revogabilidade do mandato das direções.
O partido operário prima por fortalecer as assembléias, as comissões de fábrica, os comitês de greve, os sindicatos, a Central sindical e toda forma de organização massiva. Através deles, os assalariados exercem o poder de decisão da maioria e potencializa a luta de classes.
O motor da história são as massas exploradas. Cabe ao partido auxiliá-las na tarefa de sua organização e implantação de sua democracia direta, distinta da democracia formal burguesa, instrumento dos exploradores.
A prática da ação direta e a construção dos organismos coletivos possibilitam aos trabalhadores exercerem a força social, enraizada nas relações produção, contra a burguesia. A democracia operária assegura o controle das massas sobre seus próprios organismos e sobre suas direções. A burocracia sindical e os reformistas são avessos ao poder coletivo, portanto, adversários da democracia proletária.

  1. O POR – PARTIDO MARXISTA-LENINISTA-TROTSKISTA
Corresponde à estratégia da revolução e ditadura proletárias a natureza leninista do partido. O POR trabalha por se transformar em um partido de quadros, que dominam a ciência marxista. Isto é, que elaboram no interior da luta o programa de destruição da sociedade de classe.
A sua estrutura se baseia na organização celular e nos fundamentos do centralismo democrático. As células são organismos construídos no seio das massas. A formação de redes celulares fabris e por locais de trabalho ocuparam um lugar de destaque, uma vez que se trata do partido proletário.
É nas células que começa a elaboração coletiva do partido. Toda militância elabora as ideias e as pratica. A unidade entre a teoria revolucionária e a prática é realizada pela intervenção das células na luta de classes.
Faz parte da organização celular, o regime de funcionamento do centralismo democrático. Há total liberdade de divergência e discussão no interior dos organismos do partido. A solução das discrepâncias se dá pelo voto. Uma vez decidida a linha majoritária, todo o partido a pratica e assegura a unidade de ação. Através da crítica e autocrítica, o partido corrige seus erros e aperfeiçoa os seus acertos.
A direção é eleita no congresso. Assegura-se a participação da minoria divergente e o direito da tendência ou fração estar representada na direção.
É com esta forma organizada que o partido marxista pode se transformar na direção das massas exploradas, constituindo-se no estado-maior da revolução proletária. O partido reformista e eleitoreiro, ao contrário, não necessita das células como organismos em que se forjam a teoria revolucionária e as direções práticas, voltadas a acabar com o regime de exploração do trabalho.
A estrutura do partido revolucionário corresponde ao programa. Não se pode constituir uma organização revolucionária que não seja de militantes que dedicam a vida a elaborar as posições do proletariado, a atuar na luta de classes e a organizar o combate.
A burguesia só atura os partidos da democracia burguesa. O partido que trabalha no seio das massas para que estas transformem sua ação instintiva em programa conspira contra o poder da burguesia, por isso é reprimido. Para se defender e se implantar no proletariado, a militância deve combinar o trabalho legal e ilegal. Todo militante deve ingressar numa célula, dominar o programa e garantir o autofinanciamento do partido.

  1. O INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO
O POR se baseia no postulado marxista-leninista-trotskista da revolução socialista mundial. O capitalismo só poderá dar lugar ao modo de produção superior comunista se for destruído internacionalmente. A tese estalinista de “socialismo em um só país” demonstrou ser contrarrevolucionária, favorecendo a restauração capitalista nas economias já estatizadas.
O marxismo concebe que a revolução começa nas fronteiras nacionais de um determinado pais e se projeta em nível internacional. Por isso, afirma que a revolução por sua forma é nacional, e por seu conteúdo é internacional.
A sobrevivência do poder operário depende do desenvolvimento da revolução em outros países, de forma que se golpeie o poder da burguesia imperialista de sufocar econômica, política e militarmente a conquista.
Essa conclusão, com a sua demonstração histórica na Rússia, no Leste Europeu e na China, expõe a necessidade de construção dos partidos revolucionários em toda a parte e edificação de uma Internacional. O estalinismo destruiu a III Internacional, logo depois da social-democracia ter destruído a II Internacional. Em ambos os casos, houve capitulação perante a burguesia imperialista. O imperialismo faz a campanha de que com a derrota da União Soviética triunfou a democracia do mundo capitalista contra a ditadura comunista.
O internacionalismo imperialista, na ausência do partido revolucionário e em presença da bancarrota do estalinismo, aproveita para confundir a falência da ditadura estalinista com o comunismo, ainda não alcançado. O comunismo é o modo de produção coletivo e só pode ser mundial, como mundial é o modo de produção capitalista. O internacionalismo proletário tem como base material a necessidade de destruição geral do sistema econômico capitalista, para se alcançar definitivamente a sociedade sem classes. Os reformistas e centristas democratizantes capitulam perante a ideologia imperialista ao se contraporem à estratégia da revolução proletária e ao se adaptarem à democracia burguesa.
A Internacional que será criada, mais cedo ou mais tarde, reatará o elo histórico da revolução mundial, rompido pelo processo de restauração capitalista. A Internacional tem suas bases programáticas asseguradas pelo Programa de Transição, deixado por León Trotsky.
O fato de Trotsky ter combatido a fundo o estalinismo contrarrevolucionário e lutado pela construção da IV Internacional – comprovadamente necessária para se evitar a derrocada da revolução russa – deixou como legado para o movimento internacional a continuidade do marxismo-leninismo.
O POR tem o Programa de Transição como uma ferramenta para a construção do partido operário revolucionário no Brasil. O programa da IV Internacional sintetiza os documentos dos Quatro Primeiros Congressos da III Internacional.

  1. CONSTRUIR O COMITÊ DE ENLACE NA PERSPECTIVA DA IV INTERNACIONAL
O POR se identificou, logo na sua origem, com os fundamentos programáticos e a longa experiência do partido Operário Revolucionário da Bolívia, um partido que soube atravessar o período mais adverso para o trotskismo. O POR se constitui numa reserva programática fundamental para a reconstrução da IV Internacional, diferentemente das mais diversas variantes do revisionismo do trotskismo.
Juntamente com o POR boliviano e o Comitê construtor pelo Partido Operário Revolucionário da Argentina, constituímos o Comitê de Enlace Internacional, cujo objetivo é fortalecer o avanço da revolução na Bolívia e acelerar o processo de formação dos partidos revolucionários no Brasil e Argentina, como ponto de apoio para se desenvolver a revolução internacional.
Em sua resolução de fundação, o Comitê de Enlace expõe o objetivo da estratégia da revolução e ditadura proletárias. Coloca que o capitalismo se esgotou e está maduro para a sua transformação em socialista. Porém, o fundamental está na crise histórica de direção. A tarefa central é de constituição do partido-programa.
Em seus documentos, rejeita a caricatura revisionista da chamada Internacional dos Trabalhadores, resultante dos grupos mais diversos, que nada têm a ver com o Programa de Transição.
O Comitê de Enlace tem se constituído, embora ainda embrionário, numa trincheira programática de defesa das bases da Revolução Russa, da revolução política que reconduza o proletariado ao poder do Estado e contra a restauração capitalista da Perestroika.
Nesse mesmo sentido, tem se posicionado frente aos grandes acontecimentos da luta de classes internacional, como a guerra no Golfo Pérsico e a ofensiva recolonizadora do imperialismo em todo o mundo.
O POR considera que o fortalecimento do Comitê de Enlace é o caminho para avançar o internacionalismo proletário. O que quer dizer potencializar o POR boliviano como dirigente da revolução em seu pais e impulsionar a nossa construção. O cumprimento desta tarefa permitirá que se forme em outros países a vanguarda internacionalista e se criem as condições da reconstrução da IV Internacional.

  1. MILITE NO POR
Essas posições que acabamos de apresentar são conquistas programáticas básicas para a construção do Partido Operário Revolucionário no Brasil. Na verdade, é apenas a ferramenta inicial para intervir na luta de classes, formar nossos quadros e avançar na elaboração do programa proletário.
A condição para se ingressar no POR é a de concordar com as bases programáticas já conquistadas, se organizar numa célula e intervir numa frente de trabalho, objetivando desenvolver a luta dos trabalhadores e construir o partido revolucionário.
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2020.06.17 07:36 gabriel034 POR QUE O POR TEM COMO PRINCÍPIO PROGRAMÁTICO A REVOLUÇÃO E DITADURA PROLETÁRIAS

Publico na íntegra a nota de esclarecimento do POR disponível em seu site
Aproveitamos a discussão sobre a consigna de revolução e ditadura proletárias, inscrita na bandeira do Partido Operário Revolucionário (POR), erguida na manifestação de 14 de junho, na Av. Paulista, para reeditar um documento sobre a sua fundação.
Muita confusão, deformação e falsificação se refletiram nos comentários veiculados nas redes sociais. A própria rede Globo, que fez a cobertura do ato contra Bolsonaro e pela democracia, cometeu um erro de informação sobre a existência do POR. As barbaridades que se proliferaram nas redes sociais sobre a ditadura do proletariado não assombram os marxistas-leninistas-trotskistas.
As falsificações sobre esse fundamento programático se repetem no tempo, desde que foi elaborado por Marx e Engels. É claro que os sórdidos impropérios dos bolsonaristas vão muito além de deformações. Decidimos, então, publicar o documento “O que é o POR”, que consta do livro “20 anos contruindo o POR”, de julho de 2009.
Divulgamos, imediatamente, uma breve nota esclarecedora. Logo mais, apresentaremos uma resposta detalhada às distorções e ataques da ultradireita, bem como às desinformações da imprensa burguesa. Esperamos com essa publicação contribuir para a luta contra o governo militarista e golpista de Bolsonaro, e para nos distinguir do cretinismo parlamentar da oposição reformista e centrista.

O QUE É O POR
  1. A CONSTRUÇÃO DO PARTIDO OPERÁRIO REVOLUCIONÁRIO NO BRASIL
A crise histórica de direção do proletariado se constitui no problema mais agudo. Trata-se de um fenômeno não particular do Brasil, mas mundial. A marcha da restauração capitalista na ex-União Soviética, a derrocada do Leste Europeu, o isolamento de Cuba e a traição sandinista na Nicarágua expõem o significado da destruição pelo estalinismo do Partido Bolchevique na Rússia e da III Internacional Comunista.
O retrocesso das conquistas mundiais do proletariado resulta em duro golpe à necessidade da revolução socialista mundial. A evolução final do estalinismo para as posições pró-imperialistas e restauracionistas, concebidas pela perestroika-glasnost, comprovou definitivamente seu papel contrarrevolucionário, responsável por abrir uma das maiores crises de direção mundial do proletariado.
Hoje, o avanço da recolonização do imperialismo por toda parte não é a demonstração de vitalidade do sistema econômico capitalista, mas ao contrário, a manifestação de sua desagregação. A prova disso está na estagnação crescente da última década e a recessão presente da economia mundial. A contradição básica entre as forças produtivas prontas para se desenvolverem em grande escala e as relações capitalistas de produção (propriedade privada) sob o domínio de alguns países e de um punhado de multinacionais expressa o esgotamento do regime vigente.
É nesse quadro que se insere o Brasil, despedaçado pela profunda crise econômica e social. A construção do Partido Operário Revolucionário internacionalista se coloca como tarefa de primeira grandeza em nossas fronteiras.

  1. CONSTRUIR O POR É CONSTRUIR O PROGRAMA
Partimos da caracterização de que as condições econômicas de esgotamento e putrefação do regime capitalista, necessárias para a transformação socialista, estão amadurecidas. A burguesia vem destruindo maciçamente forças produtivas e já não consegue manter minimamente uma ampla camada das massas trabalhadoras. Materialmente estão dadas as premissas da revolução proletária.
Para que esta amadureça e se coloque para a maioria nacional oprimida é imprescindível que construamos o programa anti-imperialista e anticapitalista. O fracasso do PT em se tornar um partido da revolução se deve à adoção de um programa social-democrata, contraposto à elevação do proletariado como força social capaz de se insurgir, tomar o Estado e destruir o poder da burguesia. E o fracasso das correntes de esquerda petista reside no fato de não terem sido capazes de construir, em todo o processo de formação do PT, o programa da revolução e ditadura proletárias. Limitaram-se a desenvolver divergências táticas circunstanciais. A maior prova disso se deu no 1º Congresso do PT, quando este aprovou a moção contrarrevolucionária de combate à estratégia da ditadura proletária e seu conteúdo que é o da revolução violenta.
O POR nasceu desta experiência, combatendo a estratégia do reformismo petista e a impotência das correntes de esquerda centristas. Aproveitou-se dela para compreender a tarefa central da construção do partido marxista-leninista-trotskista e empreendê-la através da construção do programa, que, distintamente do rol de reivindicações conjunturais, materializa as leis históricas e sociais da revolução proletária, cuja essência transformadora está em dotar o proletariado de capacidade para tomar o poder.
O exitismo eleitoralista, obscurecido como o linguajar esquerdista, em muitos casos com o reviosionismo do trotskismo, está em contradição com a necessidade de estruturação do partido-programa. A ideia que acaba de ser lançada de formação de um novo partido através de uma frente das esquerdas petistas, tendo por base um programa mínimo consensual, é o desfecho natural da política democratizante, avessa à concepção leninista do partido, que para ser construído como estado-maior dos explorados depende de se constituir em torno da estratégia da ditadura proletária.
O POR se distingue por ter elaborado uma crítica programática à estratégia do reformismo petista e a inconsequência do centrismo democratizante das esquerdas. Com esta arma lutou em defesa da constituição de uma fração no interior do PT por um partido marxista. É com este capital que rompeu com o PT no momento mais preciso de sua integração ao Estado burguês e de ofensiva da direita petista para estrangular as correntes opositoras. Podemos assinalar que qualquer novo intento de se construir um partido sem que se parta desta experiência e das formulações em defesa da estratégia revolucionária (governo operário camponês e ditadura proletária) não poderá dar lugar a um programa da revolução socialista.

  1. O CARÁTER DA REVOLUÇÃO NO BRASIL
Nas resoluções político-programáticas, do I e II Congressos, o POR caracteriza o Brasil como um país capitalista semicolonial e de economia atrasada. Desde a sua origem história como colônia esteve submetido às metrópoles, que o saquearam e condicionaram seu atraso. Dessa forma, seu desenvolvimento econômico ocorreu sob o controle externo e sob a forma da opressão colonial e imperialista. As massas sempre estiveram esmagadas pela brutal exploração do trabalho. A burguesia nacional e o Estado que se formaram jamais jogaram um papel de independência frente aos opressores imperialistas. Por mais que se tenha despontado no passado tendências nacionalistas, o setor estatizante da burguesia não pôde desenvolver as forças produtivas nacionais em contraposição ao saque e ao manejo das metrópoles. A preservação das oligarquias regionais e da sua influência no poder do Estado reflete o atraso econômico e a caducidade histórica da burguesia nacional.
O capitalismo imposto de fora não pôde solucionar os grandes problemas nacionais, para alcançar os patamares econômicos dos países colonizadores. A estrutura latifundiária de origem colonial, por mais adaptação que tenha sofrido, se manteve como fator de atraso e trava das forças produtivas. Implantou-se em nosso extenso país aglomerados de alta industrialização, onde as relações pré-capitalistas agrárias continuam vigentes, como é o caso do Nordeste e Norte. O atraso pré-capitalista e o avançado capitalismo formam uma unidade contraditória desigual e combinada, à qual faz parte a imensa maioria empobrecida e faminta.
O POR considera que a solução do atraso econômico e a erradicação da miséria, bem como de toda forma de opressão social, não é possível no interior do capitalismo. A burguesia industrial e oligárquica não pôde se emancipar da burguesia imperialista, pôr fim ao saque internacional, e por esta razão histórica se tornou caduca, não podendo ser a classe que encarne o amplo desenvolvimento das forças produtivas. Ao contrário, está obrigada a seguir as decisões reacionárias do imperialismo.
A condição para libertar a economia das travas do capital financeiro e dos monopólios internacionais se concentra na independência nacional, na transformação da estrutura agrária arcaica (destruição dos latifúndios) e na erradicação da miséria da maioria. Tais tarefas próprias do país semicolonial serão cumpridas por meio da revolução. Cabe ao proletariado, unido à maioria nacional oprimida realizá-la. Eis por que não poderá se limitar ao conteúdo democrático, tendo de necessariamente combiná-lo com medidas socialistas de expropriação do grande capital.

  1. O FRACASSO DO NACIONALISMO E ESTALINISMO NO BRASIL
As tendências nacionalistas, se é verdade que puderam utilizar determinadas situações para preservar alguns interesses nacionais burgueses, não puderam resolver o atraso e livrar o país da opressão imperialista. Por essa razão, acabaram por ceder às metrópoles. Hoje, se mostram pró-imperialistas. A política de desestatização e completa abertura do mercado ao capital externo comandada por Collor é uma decorrência do fracasso do nacionalismo burguês.
O Partido Comunista Brasileiro (PCB), que propôs ser o partido do proletariado, devido a sua estalinização, acabou como apêndice do nacionalismo. A sua tese programática, logo na origem, se resumia na ideia de que haveria uma revolução democrático-burguesa, que colocaria fim à oligarquia latifundiária, emanciparia o Brasil do imperialismo e desenvolveria um capitalismo nacional. Caberia, portanto, ao proletariado apoiar a burguesia nacional progressista. Uma vez cumprida a revolução burguesa, o proletariado se formaria como classe independente capaz de fazer a revolução socialista. Toda a história do estalinismo (PCB) está marcada pelo apoio à burguesia. Não pode haver dúvida de que o PCB se degenerou sob a estratégia do governo burguês de união nacional.
O PT reformista, em seu nascimento, assumiu a indefinida estratégia de “governo dos trabalhadores”, influenciado por correntes de esquerda não-estalinistas. Mas logo a substitui pela fórmula de “governo democrático e popular”, que corresponde à velha estratégia estalinista de unidade nacional. A tática compatível é da aliança com os partidos da oposição burguesa, impropriamente considerados progressistas. Enquanto que suas teses programáticas apregoam um desenvolvimento econômico independente, prematuramente o reformismo se mostra pró-imperialista, sendo incapaz de reagir diante da ofensiva de recolonização do imperialista via desestatização. Não por outro motivo que no 1º Congresso condenou a via da revolução proletária.
O POR identificou nas teses do PT a ressureição da falida estratégia democrático-burguesa de desenvolvimento do capital nacional independente. Desde o nosso 1º Congresso (1989), partindo das leis do desenvolvimento capitalista mundial e das experiências da luta de classes, elaborou a tese de que no Brasil somente cabe a revolução social. Terá o conteúdo nacional porque resolverá tarefas pendentes do capitalismo atrasado e social porque expropriará o poder econômico dos capitalistas. Somente um partido que transforme a classe operária em dirigente da maioria explorada e que tenha por conteúdo o internacionalismo proletário poderá executar tal objetivo. A derrubada da burguesia do poder do Estado e o consequente rompimento com a opressão imperialista pela maioria nacional oprimida, sob a direção do proletariado, é a condição para realizar as tarefas pendentes do capitalismo atrasado e a transformação socialista do país. O conteúdo econômico e social desta tarefa é dado pelo caráter da revolução proletária, pela destruição do Estado capitalista e edificação do Estado operário.

  1. O GOVERNO OPERÁRIO E CAMPONÊS
O objetivo programático do partido revolucionário é levar a maioria oprimida a conquistar o poder do Estado e instalar o governo operário e camponês. Tal governo expressa uma aliança de classe, a dos operários e camponeses.
A unidade operária e camponesa se coloca devido ao caráter nacional e social da revolução. A derrocada da oligarquia latifundiária entrelaçada com o capital financeiro depende do campesinato empobrecido e sem-terra lutarem ao lado do proletariado para tomar o poder. Não poderá haver a expropriação do grande capital industrial, comercial e financeiro sem que a revolução exproprie os latifúndios.
A luta de classes no campo, que se desenvolve entre latifundiários e sem-terra, bem como dos latifundiários com posseiros e pequenos produtores, tem sua extensão na luta do proletariado e da classe média urbana proletarizada contra o grande capital.
As transformações que o país requer estão na razão direta da construção de um governo operário e camponês. Uma vez de posse do Estado, do armamento popular e da destruição do poder repressivo da burguesia, o proletariado, apoiado na imensa massa de trabalhadores agrícolas, poderá colocar um governo a serviço da expropriação da grande propriedade burguesa, do acesso aos camponeses pobres à terra, do planejamento econômico centralizado, da superação da miséria e emancipação do imperialismo.
A defesa do governo operário e camponês é uma necessidade imposta pela constituição das classes no país semicolonial, marcado pelo latifúndio e luta camponesa pela terra. As tarefas históricas burguesas de emancipação nacional e reforma agrária não serão resolvidas sem que o proletariado tome o poder, transforme a propriedade privada dos meios de produção em propriedade coletiva e inicie o processo de transformação socialista da base produtiva.

  1. ESTRATÉGICA HISTÓRICA DA DITADURA DO PROLETARIADO
O governo operário e camponês é a forma governamental da ditadura do proletariado, ou seja, do governo da maioria explorada contra a minoria exploradora. As chamadas esquerdas fogem da definição precisa do caráter revolucionário do governo, das tarefas colocadas e da tática da luta insurrecional. Em seu lugar, levantam as mais diferentes variantes de governo democratizantes, isto é, compatível com a democracia burguesa e, portanto, com o capitalismo.
A ala direitista do PT se define pelo governo democrático e popular. A sua ala esquerdista pelo “governo dos trabalhadores”. Ambos os casos se identificam por serem governos adaptados ao eleitoralismo. Os defensores do “governo dos trabalhadores” dão a entender que se trata de uma bandeira apropriada para uma situação não-revolucionária e que corresponde à possibilidade de um governo eleito, que cumpriria um papel progressivo. Desta forma, atribuem a ele um papel de transição para um outro tipo de governo, que aliás não dizem qual é.
Ao condicionarem a estratégia do poder a uma situação não revolucionária ou pré-revolucionária, de forma a enquadrar a ação das massas à eleição de um “governo dos trabalhadores”, deixam de trabalhar pela estruturação de uma fração do proletariado em torno da tarefa da revolução proletária e dissolvem a luta de classes no eleitoralismo. Ao anular a capacidade da ação direta, bloqueia-se a tendência dos trabalhadores de criarem seus organismos de poder. Com o argumento de que não está colocada a tomada do poder, falseiam o problema da revolução, que é justamente o de desenvolver a independência de classe do proletariado em torno da estratégia da destruição do Estado capitalista. Se a vanguarda se submeter à diretriz democratizante, o proletariado jamais poderá sair da condição de classe oprimida para classe revolucionária. A revolução social destruirá a ditadura de classe da burguesia, que exerce o poder da minoria capitalista contra a maioria trabalhadora. Constituirá transitoriamente a ditadura proletária, que é a da maioria sobre a minoria, por meio dela a classe operária exercerá o poder da maioria explorada para expropriar o poder econômico e desenvolver novas relações de produção.

  1. O MÉTODO DA AÇÃO DIRETA
O proletariado se constituirá como classe capaz de pôr fim ao sistema de exploração do trabalho desenvolvendo o método da ação direta, da luta de massa. O objetivo do partido revolucionário é de unificar as forças do proletariado e da maioria nacional oprimida, transformando as lutas parciais instintivas em luta política contra o Estado capitalista.
O trabalho constante de unificação dos trabalhadores contra a burguesia corresponde à estratégia da revolução proletária. A tendência dos assalariados é se elevarem das lutas mais elementares (salário e emprego) para a luta anticapitalista. O partido revolucionário atua sempre no sentido de estabelecer a ligação entre as reivindicações vitais e as de caráter nacional e socialista. As mais diversas formas que assume a ação direta (greve, piquete, ocupação, resistência armada etc.) são trabalhadas em cada situação do desenvolvimento da luta de classes.
O POR não nega a possibilidade de utilização de métodos não próprios do proletariado, como é o caso da luta eleitoral e parlamentar. Entretanto, seguindo a tradição marxista-leninista, os aplica subordinados à ação direta. Não passam de meios auxiliares e secundários para se combater no próprio terreno que a burguesia impõe à luta de classes. Em todas as circunstâncias, a luta eleitoral e parlamentar objetiva desmascarar a democracia burguesa e revelar para as massas os limites desses meios auxiliares. Coloca-se para o partido o dever de explicar que a democracia formal burguesa é uma das formas do exercício da ditadura da burguesia.
Ao contrário dos reformistas e da esquerda centrista democratizante, o partido revolucionário não ilude os trabalhadores com a possibilidade de chegar ao poder do Estado por meio das eleições. Não engana com a possibilidade de resolver qualquer reivindicação nas quatro paredes do parlamento burguês.
Em certas condições, é necessário que a intervenção no processo eleitoral tenha por finalidade chamar as massas a se manifestarem com o voto nulo ou com o boicote. O ilusionismo e o exitismo eleitoreiro se constituem na negação da tarefa de organização independente do proletariado frente à política burguesa.
O partido marxista combate as ilusões democráticas criadas pela burguesia, que embrutecem a consciência dos oprimidos. Contrariamente, a luta coletiva e frontal contra os exploradores permite a evolução da consciência e da organização revolucionária de massa.

  1. DEMOCRACIA OPERÁRIA
Por intermédio da ação direta e da organização independente, as massas desenvolvem a democracia proletária. A sua essência consiste na soberania das decisões coletivas e revogabilidade do mandato das direções.
O partido operário prima por fortalecer as assembléias, as comissões de fábrica, os comitês de greve, os sindicatos, a Central sindical e toda forma de organização massiva. Através deles, os assalariados exercem o poder de decisão da maioria e potencializa a luta de classes.
O motor da história são as massas exploradas. Cabe ao partido auxiliá-las na tarefa de sua organização e implantação de sua democracia direta, distinta da democracia formal burguesa, instrumento dos exploradores.
A prática da ação direta e a construção dos organismos coletivos possibilitam aos trabalhadores exercerem a força social, enraizada nas relações produção, contra a burguesia. A democracia operária assegura o controle das massas sobre seus próprios organismos e sobre suas direções. A burocracia sindical e os reformistas são avessos ao poder coletivo, portanto, adversários da democracia proletária.

  1. O POR – PARTIDO MARXISTA-LENINISTA-TROTSKISTA
Corresponde à estratégia da revolução e ditadura proletárias a natureza leninista do partido. O POR trabalha por se transformar em um partido de quadros, que dominam a ciência marxista. Isto é, que elaboram no interior da luta o programa de destruição da sociedade de classe.
A sua estrutura se baseia na organização celular e nos fundamentos do centralismo democrático. As células são organismos construídos no seio das massas. A formação de redes celulares fabris e por locais de trabalho ocuparam um lugar de destaque, uma vez que se trata do partido proletário.
É nas células que começa a elaboração coletiva do partido. Toda militância elabora as ideias e as pratica. A unidade entre a teoria revolucionária e a prática é realizada pela intervenção das células na luta de classes.
Faz parte da organização celular, o regime de funcionamento do centralismo democrático. Há total liberdade de divergência e discussão no interior dos organismos do partido. A solução das discrepâncias se dá pelo voto. Uma vez decidida a linha majoritária, todo o partido a pratica e assegura a unidade de ação. Através da crítica e autocrítica, o partido corrige seus erros e aperfeiçoa os seus acertos.
A direção é eleita no congresso. Assegura-se a participação da minoria divergente e o direito da tendência ou fração estar representada na direção.
É com esta forma organizada que o partido marxista pode se transformar na direção das massas exploradas, constituindo-se no estado-maior da revolução proletária. O partido reformista e eleitoreiro, ao contrário, não necessita das células como organismos em que se forjam a teoria revolucionária e as direções práticas, voltadas a acabar com o regime de exploração do trabalho.
A estrutura do partido revolucionário corresponde ao programa. Não se pode constituir uma organização revolucionária que não seja de militantes que dedicam a vida a elaborar as posições do proletariado, a atuar na luta de classes e a organizar o combate.
A burguesia só atura os partidos da democracia burguesa. O partido que trabalha no seio das massas para que estas transformem sua ação instintiva em programa conspira contra o poder da burguesia, por isso é reprimido. Para se defender e se implantar no proletariado, a militância deve combinar o trabalho legal e ilegal. Todo militante deve ingressar numa célula, dominar o programa e garantir o autofinanciamento do partido.

  1. O INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO
O POR se baseia no postulado marxista-leninista-trotskista da revolução socialista mundial. O capitalismo só poderá dar lugar ao modo de produção superior comunista se for destruído internacionalmente. A tese estalinista de “socialismo em um só país” demonstrou ser contrarrevolucionária, favorecendo a restauração capitalista nas economias já estatizadas.
O marxismo concebe que a revolução começa nas fronteiras nacionais de um determinado pais e se projeta em nível internacional. Por isso, afirma que a revolução por sua forma é nacional, e por seu conteúdo é internacional.
A sobrevivência do poder operário depende do desenvolvimento da revolução em outros países, de forma que se golpeie o poder da burguesia imperialista de sufocar econômica, política e militarmente a conquista.
Essa conclusão, com a sua demonstração histórica na Rússia, no Leste Europeu e na China, expõe a necessidade de construção dos partidos revolucionários em toda a parte e edificação de uma Internacional. O estalinismo destruiu a III Internacional, logo depois da social-democracia ter destruído a II Internacional. Em ambos os casos, houve capitulação perante a burguesia imperialista. O imperialismo faz a campanha de que com a derrota da União Soviética triunfou a democracia do mundo capitalista contra a ditadura comunista.
O internacionalismo imperialista, na ausência do partido revolucionário e em presença da bancarrota do estalinismo, aproveita para confundir a falência da ditadura estalinista com o comunismo, ainda não alcançado. O comunismo é o modo de produção coletivo e só pode ser mundial, como mundial é o modo de produção capitalista. O internacionalismo proletário tem como base material a necessidade de destruição geral do sistema econômico capitalista, para se alcançar definitivamente a sociedade sem classes. Os reformistas e centristas democratizantes capitulam perante a ideologia imperialista ao se contraporem à estratégia da revolução proletária e ao se adaptarem à democracia burguesa.
A Internacional que será criada, mais cedo ou mais tarde, reatará o elo histórico da revolução mundial, rompido pelo processo de restauração capitalista. A Internacional tem suas bases programáticas asseguradas pelo Programa de Transição, deixado por León Trotsky.
O fato de Trotsky ter combatido a fundo o estalinismo contrarrevolucionário e lutado pela construção da IV Internacional – comprovadamente necessária para se evitar a derrocada da revolução russa – deixou como legado para o movimento internacional a continuidade do marxismo-leninismo.
O POR tem o Programa de Transição como uma ferramenta para a construção do partido operário revolucionário no Brasil. O programa da IV Internacional sintetiza os documentos dos Quatro Primeiros Congressos da III Internacional.

  1. CONSTRUIR O COMITÊ DE ENLACE NA PERSPECTIVA DA IV INTERNACIONAL
O POR se identificou, logo na sua origem, com os fundamentos programáticos e a longa experiência do partido Operário Revolucionário da Bolívia, um partido que soube atravessar o período mais adverso para o trotskismo. O POR se constitui numa reserva programática fundamental para a reconstrução da IV Internacional, diferentemente das mais diversas variantes do revisionismo do trotskismo.
Juntamente com o POR boliviano e o Comitê construtor pelo Partido Operário Revolucionário da Argentina, constituímos o Comitê de Enlace Internacional, cujo objetivo é fortalecer o avanço da revolução na Bolívia e acelerar o processo de formação dos partidos revolucionários no Brasil e Argentina, como ponto de apoio para se desenvolver a revolução internacional.
Em sua resolução de fundação, o Comitê de Enlace expõe o objetivo da estratégia da revolução e ditadura proletárias. Coloca que o capitalismo se esgotou e está maduro para a sua transformação em socialista. Porém, o fundamental está na crise histórica de direção. A tarefa central é de constituição do partido-programa.
Em seus documentos, rejeita a caricatura revisionista da chamada Internacional dos Trabalhadores, resultante dos grupos mais diversos, que nada têm a ver com o Programa de Transição.
O Comitê de Enlace tem se constituído, embora ainda embrionário, numa trincheira programática de defesa das bases da Revolução Russa, da revolução política que reconduza o proletariado ao poder do Estado e contra a restauração capitalista da Perestroika.
Nesse mesmo sentido, tem se posicionado frente aos grandes acontecimentos da luta de classes internacional, como a guerra no Golfo Pérsico e a ofensiva recolonizadora do imperialismo em todo o mundo.
O POR considera que o fortalecimento do Comitê de Enlace é o caminho para avançar o internacionalismo proletário. O que quer dizer potencializar o POR boliviano como dirigente da revolução em seu pais e impulsionar a nossa construção. O cumprimento desta tarefa permitirá que se forme em outros países a vanguarda internacionalista e se criem as condições da reconstrução da IV Internacional.

  1. MILITE NO POR
Essas posições que acabamos de apresentar são conquistas programáticas básicas para a construção do Partido Operário Revolucionário no Brasil. Na verdade, é apenas a ferramenta inicial para intervir na luta de classes, formar nossos quadros e avançar na elaboração do programa proletário.
A condição para se ingressar no POR é a de concordar com as bases programáticas já conquistadas, se organizar numa célula e intervir numa frente de trabalho, objetivando desenvolver a luta dos trabalhadores e construir o partido revolucionário.
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2020.06.14 03:41 Rubens322 9 Maneiras de Estimular a Sua Libido de Forma Totalmente Natural

9 Maneiras de Estimular a Sua Libido de Forma Totalmente Natural
caso o seu tempo no colchão, juntamente com o seu parceiro, não seja tudo o que gostaria que fosse, leve o coração à letra.

disfunção sexual masculina!
Ter um encontro com a sua companheira - para se lembrar de todas as razões pelas quais gosta de todas as diferenças e para relaxar ao ser comido e jantado - pode ser uma abordagem excelente para estimular a sua libido, diz Anita Sadaty, MD, uma ginecologista holística em Roslyn, grande maçã.

Essa é uma das muitas abordagens naturais que os especialistas dizem que você pode melhorar o seu estilo de vida sexual.

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Os motivos médicos podem estar na origem de problemas sexuais ou de desinteresse
De direcção, pode haver um motivo científico para que o seu estilo de vida sexual esteja a marcar passo. Diabetes, problemas de tiróide, a maioria dos cancros e problemas cardíacos podem diminuir a preferência sexual. Problemas nervosos, endometriose ou outros problemas podem fazer com que as relações sexuais sejam dolorosas para as mulheres. E medicamentos seguros - como alguns para stress sanguíneo, melancolia, tensão, ou mesmo começar a gerir - podem, adicionalmente, inibir a escolha.

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É por isso que é vital fazer um check-up clínico caso esteja a sentir sinais e sintomas que afetem o seu estilo de vida sexual e que a sua situação seja bem tratada. pode ainda perguntar ao seu médico se é viável mudar o seu remédio para algo sem um efeito secundário sexual.

1. Faça da entrada na disposição para o sexo uma prioridade

Ocasionalmente, ter maiores e melhores relações sexuais exige realmente que se limpe o seu horário. "É difícil estar com disposição quando se tem 1.000.000 coisas na lista de afazeres e não há muito tempo para o fazer", diz o Dr. Sadaty.

Programar relações sexuais pode parecer pouco romântico, mas você posicionou o máximo dos seus planos importantes no seu calendário, então por que não sexo? É excelente marcar tempo suficiente para fazer algo relaxante primeiro, em vez de saltar diretamente para a cama, considerando o facto de as raparigas, especialmente, precisarem de se descontrair mais cedo do que a sua libido, diz Sadaty.

2. pinturas sobre os teus pensamentos e palavras A tua mente para uma relação sexual mais elevada

Caso a sua mente esteja a correr um ciclo de comentários sobre os motivos que escolheu pelo caminho - sobre a forma como se deve sentir responsável pelas relações sexuais ou talvez que o seu quadro seja simplesmente demasiado gordo ou feio ou, gentilmente, qualquer coisa - é altura de o antecipar no seu caminho. reconhecer o conceito enquanto ele parece e mudá-lo para um conceito mais útil.

Isto facilita a sua existência sexual porque, como meta-avaliação publicada na revista internacional de psicologia clínica e da saúde encontrada, os seres humanos com atitudes extra abertas sobre o sexo são mais capazes de descobrir a sua sexualidade com a sua culpa. (1)

3. Não negligencie o uso de Lubrificantes para uma melhor relação sexual

o sexo pode ser extra agradável no caso de carregar um lubrificante, que reduz a fricção e a irritação e, consequentemente, a dor, dizem os ginecologistas. pode comprar um lubrificante de boa reputação na farmácia ou utilizar um óleo doméstico como o óleo de coco (certifique-se de utilizar um preservativo sem látex no caso de fazer bricolage devido ao facto de estes óleos poderem danificar o látex).
Não tente cobrir a sua necessidade de um lubrificante do seu cúmplice. Torne-o parte do seu habitual sexual e divirta-se com ele.

4. Passe o seu corpo para melhorar a sua vida sexual.

pode não assumir que o treino que faz para o seu coração e massa muscular é vital para o sexo exacto, no entanto tenha em conta que o sangue flui tanto nos seus genitais como no seu coração coronário.
Os homens com disfunção eréctil (DE), por exemplo, podem de vez em quando reverter este problema com um modo de vida saudável que inclua exercício, de acordo com um exame publicado no Diário do Remédio Sexual. (2) Mesmo nos homens que necessitam de medicação para a DE, os investigadores descobriram que os ajustamentos de um estilo de vida saudável aumentam provavelmente as vantagens.
  1. Dormir o suficiente para o sexo correcto
O sono é outra coisa do estilo de vida que afecta a libido. Um dos motivos é que a secreção hormonal é gerida através do relógio interno do organismo, e os estilos de sono provavelmente ajudam o quadro a decidir enquanto se lançam hormonas positivas associadas à relação sexual.

Tanto para as mulheres como para os homens, sentir-se desgastado quando se entra na cama zaps alguma coisa de libido pode ter tido até momentos de antecedência.

Além disso, para os homens, dormir o suficiente pode aumentar o nível de testosterona (um nível decrescente pode estar associado a disfunção sexual), em linha com uma avaliação publicada dentro dos estudos mentais da revista. (3)

associado: Porque não tens agora relações sexuais extremamente boas, e a forma como podes alternar Isso

6. exercício Mindfulness - e Yoga - para apostas

pode parecer que o sexo é o exercício final da atenção, e mesmo como o orgasmo é bastante (provavelmente ninguém fez a sua lista de mercearias ou deliberou um documento de trabalho nesse segundo), pode distrair-se através de pensamentos aleatórios no tempo que leva até esse orgasmo.

Manter a sua atenção no que está a fazer e a sentir é uma forma poderosa de aumentar o seu prazer. Num exame feito por investigadores canadianos, publicado em Novembro de 2016 nos ficheiros de conduta sexual, as mulheres afectadas por disfunções sexuais relacionadas com tensões aumentaram significativamente a sua capacidade de resposta sexual depois de terem sido educadas em consciência. (quatro)

Da mesma forma, a prática do yoga em quadro mental pode ajudar a sua libido. Enquanto a uma coleção de 40 mulheres foi dito para praticar uma hora de yoga por dia, a sua classificação média num questionário de características sexuais para preferência, excitação, lubrificação, orgasmo, dor mais baixa e prazer geral aumentou, de acordo com a investigação publicada dentro da revista de Remédio Sexual. (cinco) As posturas de yoga que faziam eram posturas primárias que se acreditava que melhoravam o tónus muscular pélvico, lançavam articulações da anca apertadas, e melhoravam o temperamento, observadas com a ajuda de actividades físicas respiratórias e estratégias de relaxamento.

7. Não esquecer as medidas de acupunctura para melhorar as relações sexuais

O histórico exercício de acupunctura em língua chinesa, no qual um praticante localiza estrategicamente agulhas no corpo, também pode embelezar o seu estilo de vida sexual. Equilibrar e relaxar o corpo com acupunctura tem sido usado há muito tempo para melhorar a libido, diz Baljit Khamba, ND, médico naturopata e professor assistente de medicação naturopática na Universidade Bastyr da Califórnia, em San Diego.

Khamba coautor de um estudo publicado dentro da revista de medicamentos alternativos e complementares onde 35 homens e mulheres com disfunção sexual, provavelmente devido aos antidepressivos que têm tomado, foram tratados com 9 sessões de acupunctura. no final, a libido tinha progredido nas mulheres, mesmo quando a erecção, o momento da ejaculação e a capacidade de orgasmo tinham sido mais adequados nos homens. (6)

8. Veja o que alguns Afrodisíacos podem fazer por si

algumas ervas são utilizadas pelas culturas em torno do sector como afrodisíacas. acredita-se que algumas estimulam os nervos nos seus genitais; outras, os graus de crescimento do óxido nítrico, que irá aumentar o fluxo sanguíneo para os genitais, e as substâncias químicas que se sentem mais propícias à sensação na sua mente.

Algumas destas ervas incluem ginseng, Cordyceps, gingko biloba, e muira puama em língua chinesa.

As drogarias e as lojas de produtos alimentares saudáveis comercializam de vez em quando produtos para a saúde sexual que são uma combinação de ervas e suplementos dietéticos, incluindo o aminoácido L-arginina. Um olhar sobre este tipo de mercadoria, ArginMax para mulheres, transformado em publicado na revista de sexo e remédio conjugal. (7) Determinou que mais de dois terços das raparigas que tomam este produto - que incorpora ginseng, ginkgo biloba, damiana, nutrientes, minerais e L-arginina - declararam um crescimento na escolha sexual e no deleite sexual universal.

9. Masturbar ou Auto-estimular para uma melhor relação sexual

Ao usar a experiência em si mesmo, você pode chegar mais alto e perceber o que o satisfaz sexualmente - fatos que você poderia então entregar ao seu parceiro.

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Para as mulheres, a masturbação também pode ter outros benefícios. A secura vaginal e a dor podem ser reduzidas enquanto se passa tempo a estimular-se.

É por isso que os terapeutas sexuais propõem frequentemente a masturbação como uma ferramenta para as mulheres que têm dificuldade em atingir o orgasmo. pode ser necessário adicionar um vibrador para uma estimulação mais adequada.
#saúdesexual #libido
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2020.06.11 02:31 aquele_inconveniente Liberdade religiosa: Total ou Limitada?

De vez em quando tento comparar textos legais de diferentes épocas que incidam sobre o mesmo tema. Desta vez lembrei-me de ver a evolução que teve o conceito de liberdade religiosa ao longo dos últimos dois séculos de História da nossa Nação. Para isso colocarei os textos referentes à liberdade religiosa das constituições dos principais regimes que tivemos desde o século XIX:
As duas constituições monárquicas assumem a Religião Católica como a religião dos Portugueses mas em 1826 vemos duas coisas interessantes: Primeiramente o venerar a Religião deixa de aparecer como deve explícito (ficando quanto muito implícito) e em segundo lugar é acrescentado que a liberdade religiosa de não católicos fica restrita àquelas que não ofendam a Moral Pública. De forma simples a Moral Pública é o conjunto de valores que uma sociedade valoriza e também um conjunto de ofensas.
Posteriormente, este conceito de Moral Pública foi sendo mantido de um modo mais ou menos explícito, ao mesmo tempo que o Estado fica laico.
Actualmente, apesar de termos um vasto número de artigos que mencionam a religião a liberdade de religião foi tornada universal. Ou seja, não há mais uma restrição de que os diferentes cultos devam estar em linha com os valores da sociedade Portuguesa. Desde que alguém não viole a lei é livre de pensar, orar, doutrinar, etc. valores que contrários aos da sociedade. Por exemplo. um jihadista pode acreditar e doutrinar outros que um livro sagrado garante um lugar no paraíso caso se mate um infiel, apenas é ilegal se materializar essas ideias.
No entanto, a nossa constituição actual não permite doutrinar com ideologias fascistas ou racistas (a meu ver muito bem apesar de haver outros extremismos deixados de fora). A razão de ser dessa proibição é que perfilar ideologias como essas conduz a actos de terror e contrários à Moral. Ou seja, são ideologias que se materializadas causam morte e sofrimento.
Acho estranho assim que a postura que tenhamos com as religiões não seja similar às que temos com ideologias políticas. Ambas se baseiam em crenças que o crente tem (uma num paraíso terreno, outra num paraíso celeste) e ambas condicionam o comportamento do crente.
A grande maioria das religiões é compostas de diferente cultos. Cada culto é um caso específico em termos de crenças. Um Católico não é um Protestante, da mesma forma que um Sunita não é um Xiita.
Nos tempos modernos alguns cultos do Islão têm-se radicalizados e levado os seus crentes a cometerem actos de terror e de sofrimento. O Wahhabismo, por exemplo, que é altamente apoiado pela Arábia Saudita, é uma versão extremista do Islão, que se aplicada faria a Humanidade retroceder séculos de progresso nos Direitos do Homem.
No entanto o discurso é sempre orientado ou a defender o Islão como um todo (ignorando que esses cultos existem e os crentes apoiam o terrorismo religioso) ou em criticar o Islão como um todo apesar da vasta maioria dos muçulmanos não pertencer a cultos extremistas (a maioria dos cultos é conservador nos valores, mas não extremista ao ponto de justificar guerra santa nos tempos modernos)
Assim sendo pergunto a quem leia este pequeno artigo o seguinte:
1 - Porque tratamos cultos extremistas com uma permissividade muito maior que ideologias políticas
2 - Sabendo que o problema não está em religiões, mas em cultos específicos, porque razão é permitido a disseminação de crenças embebidas em ódio e que potenciam crimes contra a Humanidade?
Pedia a todos a maior cordialidade no discurso, sem insultos nem comentários de ódio. Em baixo seguem os artigos principais remetentes à religião de cada constituição

Constituição de 1822 (Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves):
Artigo 1 - 19 Todo o Português deve ser justo. Os seus principais deveres são venerar a Religião; amar a pátria; defendê-la com as armas, quando for chamado pela lei; obedecer à Constituição e às leis; respeitar as Autoridades públicas; e contribuir para as despesas do Estado. Artigo 20 - 26 A Religião da Nação Portuguesa é a Católica Apostólica Romana. Permite-se contudo aos estrangeiros o exercício particular dos seus respectivos cultos.
Constituição de 1826 (Reino de Portugal)
Artigo 1 - 6 A Religião Católica Apostólica Romana continuará a ser a Religião do Reino. Todas as outras Religiões serão permitidas aos Estrangeiros com seu culto doméstico, ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de Templo. Artigo 139 - 4 Ninguém pode ser perseguido por motivos de Religião, uma vez que respeite a do Estado, e não ofenda a Moral Pública.
Constituição de 1911 (1ª República Portuguesa)
Artigo 3 - 6 Ninguém pode ser perseguido por motivo de religião, nem perguntado por autoridade alguma acerca da que professa Artigo 3 - 7 Ninguém pode, por motivo de opinião religiosa, ser privado ou isentar-se do cumprimento de qualquer dever cívico Artigo 3 - 8 É livre o culto de qualquer religião nas casas para isso escolhidas ou destinadas pelos respectivos crentes, e que poderão sempre tomar forma exterior de templo; mas, no interesse da ordem pública e da liberdade e segurança dos cidadãos, uma lei especial fixará as condições do seu exercício Artigo 3-9 Os cemitérios públicos terão carácter secular, ficando livre a todos os cultos religiosos a prática dos respectivos ritos, desde que não ofendam a moral pública, os princípios do direito público português e a lei.
Constituição de 1933 (2ª República Portuguesa)
Artigo 45 É livre o culto público ou particular de todas as religiões, podendo as mesmas organizarem-se livremente, de harmonia com as normas da sua hierarquia e disciplina, constituindo por essa forma associações ou organizações a que o Estado reconhece existência civil e personalidade jurídica Exceptuam-se os actos de cultos incompatíveis com a vida e integridade física da pessoa humana e com os bons costumes. Artigo 46 Sem prejuízo do preceituado pelas concordatas na esfera do Padroado, o Estado mantém o regime de separação em relação à Igreja Católica e a qualquer outra religião ou culto praticado dentro do território português, e as relações diplomáticas entre a Santa Sé e Portugal com recíproca representação Artigo 47 Nenhum templo, edifício, dependência ou objecto do culto afecto a uma religão poderá ser destinado pelo Estado a outro fim Artigo 48 Os cemitérios públicos têm carácter secular, podendo os ministros de de qualquer religião praticar neles livremente os respectivos ritos.
Constituição de 1975 (3ª República Portuguesa)
Artigo 13 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
Artigo 19
  1. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afetar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroatividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.
Artigo 35
  1. A informática não pode ser utilizada para tratamento de dados referentes a convicções filosóficas ou políticas, filiação partidária ou sindical, fé religiosa, vida privada e origem étnica, salvo mediante consentimento expresso do titular, autorização prevista por lei com garantias de não discriminação ou para processamento de dados estatísticos não individualmente identificáveis.
Artigo 41
Liberdade de consciência, de religião e de culto
  1. A liberdade de consciência, de religião e de culto é inviolável.
  2. Ninguém pode ser perseguido, privado de direitos ou isento de obrigações ou deveres cívicos por causa das suas convicções ou prática religiosa.
  3. Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis, nem ser prejudicado por se recusar a responder.
  4. As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto.
  5. É garantida a liberdade de ensino de qualquer religião praticado no âmbito da respetiva confissão, bem como a utilização de meios de comunicação social próprios para o prosseguimento das suas atividades.
  6. É garantido o direito à objeção de consciência, nos termos da lei.
Artigo 43 2. O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.
Artigo 51 3. Os partidos políticos não podem, sem prejuízo da filosofia ou ideologia inspiradora do seu programa, usar denominação que contenha expressões diretamente relacionadas com quaisquer religiões ou igrejas, bem como emblemas confundíveis com símbolos nacionais ou religiosos.
Artigo 55 4. As associações sindicais são independentes do patronato, do Estado, das confissões religiosas, dos partidos e outras associações políticas, devendo a lei estabelecer as garantias adequadas dessa independência, fundamento da unidade das classes trabalhadoras. Artigo 59 1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
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